Talvez
Eu vou morrer
Vou morrer amanhã
Talvez eu morra semana que vem
Poderia morrer ainda hoje
Está tarde, deixa pra outro dia
Morrer está na moda
Todo mundo está morrendo
Não sigo tendências
Gosto das coisas dos anos 80
A música
Os filmes
Nos anos 80 eu estava vivo
Então acho que gosto de estar vivo
Deixa assim mesmo
Pra quê mexer no que está funcionando
A morte pode esperar
Palavras do silêncio, quem dera ser o silêncio do amor, talvez seja...
Ou apenas seja o grito da existência?num instante, a saudade dura uma eternidade, a vida é curta ou longa de mais? A cada minuto me pergunto mais... São dúvidas da mente ou do coração? Mente vazia, oficina da Solidão....
Procure meditar, ou observar as dificuldades, talvez elas não sejam tão ruins assim; talvez, seja nós mesmos que a causamos. E, ao invés de pedir, comece agradecer a Mãe Natureza e ao Universo pela Existência e os fatos ocorridos.
Se chegamos até aqui, realmente é porque tem muitos motivos.
um grande talvez,
esperar que algo bom aconteça
um grande talvez,
que aquela tristeza desapareça
um grande talvez
talvez,
uma grande incerteza
uma grande
grande.
gigante.
solidão
talvez falte atenção,
só ilusão?
frustração!
de não poder resolver
ou conseguir entender
o que sou capaz de fazer
Talvez o amor seja como um pêndulo. Ele oscila para frente e para trás, lenta e continuamente, e às vezes você não sabe onde ele irá parar.
Talvez passemos a maior parte de nossas décadas sendo outra pessoa, evitando a nós mesmos... Talvez um homem seja apenas ele mesmo, seu verdadeiro eu, por alguns dias em toda sua vida.
Louco ou poeta....?
Eu sei,
Que louco eu sou,
Talvez um trovador,
Um versejador,
Parafusos não me falta,
Se escrevo tanto,
Faço no meu canto,
Nessa loucura,
Deixo rolar,
Vou caminhando,
Sonhando,
E trovando,
Erros aconteçam,
Minha paixão,
Pura emoçâo,
Afogo-me na loucura,
Pra me sentir nas alturas,
Se ser poeta é defeito,
Crio versos de qualquer jeito,
Sonho loucura,
Falo sozinho,
Sigo meu caminho,
O que grafo,
Tem seu preço,
Meu imaginar,
Está no meu dia,
Amanhã,
Eu não sei,
Talvez,
Eu escrevo,
Outra vez.....
Autor :José Ricardo
Quem sabe, talvez se parar de reclamar, de ter uma visão limitada e pessimista as coisas não comecem a fluir!
Talvez quem vê bem não sirva para sentir
E não agrada por estar muito antes das maneiras.
É preciso ter modos para todas as coisas,
E cada coisa tem o seu modo, e o amor também.
Quem tem o modo de ver os campos pelas ervas
Não deve ter a cegueira que faz fazer sentir.
Amei, e não fui amado, o que só vi no fim,
Porque não se é amado como se nasce mas como acontece.
Ela continua tão bonita de cabelo e boca como dantes,
E eu continuo como era dantes, sozinho no campo.
Como se tivesse estado de cabeça baixa,
Penso isto, e fico de cabeça alta
E o dourado sol seca a vontade de lágrimas que não posso deixar de ter. Como o campo é vasto e o amor interior. . . !
Olho, e esqueço, como seca onde foi água e nas árvores desfolha.
Eu não sei falar porque estou a sentir.
Estou a escutar a minha voz como se fosse de outra pessoa, E a minha voz fala dela como se ela é que falasse.
Tem o cabelo de um louro amarelo de trigo ao sol claro,
E a boca quando fala diz coisas que não só as palavras. Sorri, e os dentes são limpos como pedras do rio.
A webdução do mercado é inevitável. Sumirá, quem não se webduzir. Talvez isso se estenda ao ser humano.
Talvez o porque do tédio seja porquê você deixou de fazer algo para Deus, ele não é somente é a vida ele tem um propósito de você vivê-la.
Talvez nessa vida só tem graça, ir além dos limites, quando decidimos amar.
Mesmo por um momento, amar uma pessoa que te faz sorrir.
Ser uma pessoa que suporta o valioso pecado de amar.
Hoje sou um homem que suporta o pecado de amar uma mulher que quer ser amada.
Pois quando se trata de pessoas que você realmente ama, nada importa.
"...se não fossem as pedras, talvez eu andaria mais rápido, porém, muito provavelmente, eu deixaria algo importante pra trás..."
Talvez a graça do amanhã seja não saber o que vai acontecer, saber que podemos planejar e começar algo novo ou recomeçar algo antigo, é como um porto seguro. Talvez a graça do amanhã seja a expectativa de que o amanhã de fato seja um amanhã
Perdi muito!
Talvez o que eu tenha perdido foi uma ilusão que eu mesma criei, na tentativa de justificar a ausência de amor, presença, importância e afeto.
Me agarrar a essa ilusão e a esse personagem, talvez tenha sido a forma que eu encontrei de esconder a realidade tão doida e latente da "falta e da ausência".
Mas toda a verdade se revela, bela ou não, está aí, gritando!
Diante disso, só me resta abandonar o personagem, as ilusões e as tantas justificativas e me agarrar a verdade nua e crua.
Não haverá mais frustração, pois não haverá mais a espera.
Perdi muito, eu sei...
mas não tanto quando você.
Em mim ainda resta a capacidade de amar.
Descrição de viver:
Escrevi várias resenhas, mas decidi deixar sem, talvez porque palavras não foram projetas ainda para descrever a atitude de viver :)
Uma palavra de intercessão
Talvez seja conotado nossas palavras como insignificante, mas é o senhor que prova nossas atitudes, quero invocar os céus e unir minha força a força de cristo, abro um clamor no campo de batalha espiritual, quero interceder na vida dessa nação, desse povo, de você meu amigo e amiga e sobretudo na minha família, os planos de Deus é de paz, de vida, de ânimo, disposição, saúde, então agora uno minha fé com os céus e invoco em súplicas para que a presença do senhor seja constante, que o milagre, a diferença, a transformação, a cura, a prosperidade, o amor, misericórdia e justiça sejam fontes ao ponto de partida da fé, saciemos da palavra, e pedimos ao nome de Jesus, oh altíssimo adorne com tua presença, pois sei que demais coisas serão preenchidas, é pelo teu santo Espírito que almejamos, minha gratidão oh pai, sejamos instrumentos despidos para receber tuas vestes.
Giovane Silva Santos
Talvez no esquema geral das coisas ele não pudesse encontrar nenhum sentido na vida, mas, em uma escala menor, estava tudo bem. Nem sempre, mas na maior parte do tempo.
“Talvez você seja a única pessoa no mundo que me acha decente.”
Sinto os nós dos dedos de Percy roçarem nos meus. Talvez seja por acaso, mas parece mais uma pergunta, e quando abro os dedos em resposta, a mão dele se entrelaça na minha.
“Então ninguém mais conhece você.”
