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VOTOS
Você foi a surpresa que eu jamais esperava.
Toda a vez que você abre a porta, toda vez que segura a minha mão, vc me deixa sem fôlego, sem esforço algum.
Eu queria achar palavras para descrever que eu tenho sorte de dizer que você é meu. Você faz eu me sentir forte, segura e amada. Eu sou a minha melhor versão quando estou com você. E eu não o vejo a hora de passarmos o resto das nossas vidas juntos.
Eu te amo
VOTOS
Eu orava pra Deus me ajudar
algum dia o amor encontrar
os anjos anunciou, como a brisa leve
você chegou
além de dar-me asas para voar
entregou-me um céu azul para treinar
e um chão estável para pousar
um amigo a confiar
e me ensinou todas as formas de amar
cantou a mais doce melodia
abraçou-me devagar e me embalou no seu colo
quando ao altar me levou, de joelhos amor jurou
unidos como um só
como joão-de-barro me ensinou a guardar
construiu nosso lar
como os lírios do campo
nosso amor fez brotar.
Os nomes na Bíblia não devem ser entendidos como poderes místicos com propriedades para abençoar ou amaldiçoar àqueles a quem são dados. Tomemos como exemplo o nome Manasses. Após o Senhor engrandecer a José no Egito, o agraciou com dois filhos: Manasses e Efraim (Gênesis 46.20). Ao nascer o primogênito José disse: “Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai” (Gênesis 41.51), portanto colocou o nome de Manasses. O nome neste caso revela as circunstancias em que José foi submetido, às suas amargas experiências. Não significa que José esqueceu os seus sofrimentos no sentido de uma espécie de amnésia ou “apagão” de sua memória. Se fosse assim teríamos que entender no próprio versículo citado que ele havia esquecido o que outrora se passara com ele e não se lembrava mais de seus familiares. Isso é um enorme absurdo. No decorrer da história observaremos que José se recorda de todos os seus sofrimentos, sim. Mas agora, ao recordar, ele não sofre mais. Ele possui paz e tranquilidade na alma, até mesmo para perdoar seus irmãos. Não devemos dogmatizar sobre os significados dos nomes na Bíblia. O próprio José recebeu um nome pagão (Zafenate-Panéia), contudo isso não o tornou um descrente no Senhor Deus. Se tudo isso fosse verdade penso que os “apóstolos” deveriam receber a unção de José e não de Manasses! Ao observar detalhes da aplicação da “unção de Manasses”, “Anagkazo” etc... por esses líderes pagão nas pessoas, tudo soa estranho, esquisito, exótico. Trata-se de libertação sem regeneração. Biblicamente deve ser o contrário ou simultâneo. Pra mim os procedimentos são usos de técnicas humanas de PNL, hipnotismo, confissão positiva e muito trabalho na alma dessas pessoas fragilizadas pelos sofrimentos da vida. Que o Senhor nos de discernimento desses falsos mestres. No amor do Abba, Marcelo Rissma.
É conhecida pelas Escrituras a loucura dos votos precipitados e as palavras que não edificam a irmandade quando alguém entra conversando na presença de Deus e são conhecidos por todos que os lábios puros e a verdadeira adoração do povo santo exaltam o nome, a honra e a glória de Seu Filho.
Eleitores comprometidos com a Palavra de Deus não dão
seus votos à pessoas compromitentes com a ignorância.
O mundo magico, simbólico e conflitante do amigo Farnese de Andrade Neto era da noite, das sombras, das sobras, das novas imagens que se movimentavam e se misturavam lentamente pelas paredes a luz de velas. Dentro de sua própria atmosfera nova e velha, reflexiva e auto-flagelante familiar e moral, enquanto transpunha se entre o ser pintor, escultor, desenhista, gravador e ilustrador que se fundia de forma genial dentro de sua própria linguagem. Um dos grandes artistas brasileiros que ainda não teve sua arte reconhecida como um todo. O mundo magico de Farnese de Andrade, ainda tem diversos capítulos a serem escritos distante das falsa criticas e finita leituras de pedaços. O simbolismo metafórico em linguagem na obra do amigo atordoado Farnese era e é por si só indivisível mas creio eu, como o vi e conheci ainda não foi devidamente alcançado.
