Tag vítima
"Se um dia você começar a sentir pena de si mesmo, saia fora da situação ou procure (rápido) ajuda profissional, pois a coisa tá ficando feia! (rsrs)”
A situação pesou!
Tentar dar a volta por cima ou se fazer de vítima?
Em ambos os casos, se pode obter êxito, porém no primeiro você desperta admiração e no outro pena
“Abra o olho”. E lembre-se: O olho não pode mentir. Mas você, pode mentir para o olho. Não seja vítima de suas escolhas, olhe os sinais...
Nos garimpos da vida cave somente onde tenha certeza que encontrará uma pedra preciosa, assim não ficará fazendo buracos desnecessários ao seu redor e acabar sendo vítima de sua fome pela riqueza que poderá não vir
Enquanto o colocarem na oposição de vítima, seja o pior vilão e não dê mais atenção; Seje sempre seu único mal, liberte-se..
Fazer-se de vítima, te fará perder a oportunidade de perceber sua própria força e superação. Seja qual for a situação, se há chances de lutar, superar e sair restaurado, vitorioso, seja grato, e não uma vítima da atual circunstância.
Se você enxerga amor em Guevara, democracia na Venezuela e Paulo Freire como patrono da educação no Brasil, então: você é testemunha do ódio, cúmplice da tirania e vítima da ignorância intelectual.
Há sempre uma resistência em admitir que as feridas profundas no coração estejam sendo abertas por nós mesmos e não percebemos que, cedo ou tarde, seremos vítimas dos nossos próprios desejos e ilusões.
A vida sem vida nos ensina a sermos superficiais nas conversas e nos relacionamentos. A questão é que, enganados por nós mesmos, somos vítimas das nossas próprias ilusões.
O bem que alguém te fez não o isenta da maldade proferida a outra pessoa. O perverso é também descrito como manipulador.
A distância é o local mais seguro para se estar de uma pessoa que se vitimiza por um problema causado por ela.
Ter um culpado…
Colocaram fogo no restaurante comigo ainda lá dentro. As chamas lambiam as paredes como línguas de uma ira que nunca foi minha, mas, de alguma forma, sempre me escolheu como alvo. O calor não me assustou. Pelo contrário, senti uma espécie de familiaridade com ele. Eu, que vivi tantos incêndios na alma, agora era apenas mais uma peça no cardápio do caos.
Enquanto o teto ruía e o ar se tornava pesado, percebi: não valia a pena gritar. Quem acendeu o fósforo já havia saído pela porta da frente, talvez assobiando uma melodia de inocência fingida. E quem passava pela calçada, ao ver as labaredas, não pensava em salvar quem estava dentro. Pensava apenas no espetáculo da destruição. Porque é isso que as pessoas fazem, não é? Elas assistem.
Então eu olhei ao redor. Louças estilhaçadas. Mesas tombadas. Cortinas em chamas. E, pela primeira vez, senti uma espécie de alívio. Uma certeza incômoda, mas libertadora: se é pra me chamarem de culpado, talvez eu devesse ser. Não me restava mais nada pra salvar — nem o restaurante, nem a mim. Peguei o que sobrou de força, virei o gás no máximo e, com um fósforo que achei no bolso, devolvi o favor. Explodi aquele lugar como quem assina um bilhete de adeus: com firmeza, sem remorso, mas com estilo.
Saí pela porta de trás, enquanto os destroços ainda voavam pelo ar. A fumaça subia, preta como os julgamentos que viriam. E eu sabia que viriam, claro. Sempre vêm. “Por que você fez isso?”, perguntariam. “Por que não tentou apagar o fogo? Por que não pediu ajuda?” Ah, os paladinos da moralidade, tão rápidos em condenar e tão lentos em entender. Mas eu não queria me explicar. Explicações são como água despejada sobre um incêndio: às vezes apagam, mas quase sempre só espalham mais fumaça.
Ser o vilão era mais fácil. Mais honesto. Assumir o papel de quem destrói é menos exaustivo do que tentar convencer o mundo de que você foi destruído. Porque, no final das contas, ninguém realmente escuta. Eles só querem um culpado. E, se é pra ser apontado de qualquer jeito, que seja com a dignidade de quem escolhe o próprio destino.
Não estamos falando de restaurante. Nunca estivemos.
O que é corriqueiro: amor sempre é e sempre será vítima, quando compete com o orçamento, com o ego e a materialidade mundana.
O que é fato: nunca foi amor!
Fazer-se de vítima no campo minado da realidade é procurar ser implodido pelo pensamento deletério que nos rodeia, e pelas ações intempestivas que nos desqualificam
Desequilíbrio
Palavra de ordem: individualidade.
Eu e eu. Isso é o mais importante de tudo. Uma relação comigo mesma completamente sólida, um eterno monólogo - graças a Deus (os outros não têm nada a dizer - nada realmente importante, nada que faça diferença).
Ah! mas me mantenho conectada - internet, graças a Deus. O mundo virtual... tão (ir)real... tão ao alcance de minhas mãos.
Valores? Sólidos ou líquidos? Líquidos, né? Afinal tudo é descartável.
Vítima? Não, claro que não. Produto da evolução. E como sou líquida, conformo-me às situações, adapto-me às circunstâncias.
Novo cenário. Ultrapassada eu? Jamais!!
Claro, nada de generalizações, já que não sou burra.... há exceções, sempre as há.... nem todos são assim, nem sempre eu sou assim... ou assado... entendeu?
E você? Opta pela individualidade ou ainda encontra dentro de si resquícios de solidariedade? Há equilíbrio no seu desequilíbrio?
Vítima perfeita
Eu apaguei as tuas mensagens do meu celular, mas foi em vão, pois elas já estavam gravadas na minha mente,
Eu quis me afastar dos teus abraços fortes, do som das batidas do teu coração, foi em vão,
Cada movimento que seja contrário ao teu encontro é uma perda de tempo é um pecado sem perdão,
Eu não queria me apaixonar de novo para depois ter que abraçar a solidão, tolice a minha de pensar assim, foi um susto saber que pulei sem perceber essa fase da paixão e vim cair direto no colo do teu amor,
Sou refém da tua companhia, sou réu desse processo, sou a vítima perfeita daquilo que me faz bem.
Você pode escolher entre ser vítima ou autor da sua própria história. o que você escolher dentre essas opções definirá como você interpreta a vida e a sua capacidade de reação aos acontecimentos.
A criança abandonada é vítima permanente de agressão, por omissão, das autoridades e da própria sociedade em que vive.
