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“Que o verde permaneça sempre verde, nos corações cheios de esperança, mantendo a chama sempre acesa”!
Eu vejo como o verde.
De vida,
de ver
de viver
Eu vejo sem crer,
sem porque
sem mesmo entender,
apenas pra ver
E assim eu vou vendo
esse mundo viver.
E sem entender,
eu vivo pra ser.
Amigos são aqueles que sentam e ouvem suas histórias, mas, os melhores amigos são aqueles que sentam e contam junto suas histórias
Uma flor que ama o verde...
- Em meus sonhos contemplando, o relato de uma flor, apaixonada pelo verde, verde da cor do amor.
***
- Verde é a natureza, verde é a cor do mar, seu encanto e magia, faz meu coração pulsar.
***
- Tu és uma flor formosa, contigo vivo a sonhar, tens o verde da esmeralda no brilho de teu olhar.
***
- Gosto do azul do céu, da imensidão do mar, mas o verde da esperança, é que me faz transpirar.
***
- A cor verde me inspira, verde é vida, verde é amor, oxigênio, clorofila, o vôo livre de um beija-flor.
***
- És a mais belas das flores, sempre maravilhosa, assim como a natureza, bela, radiante e charmosa.
***
- Eu fico te admirando, vinte quatro horas por dia, seu brilho e sua essência, isso e que me contagia.
***
- Quero descobrir teus segredos, me aproximar mais de ti, ser aquele amigo amante, tão perto e tão distante, pelo menos alguns instantes, ficar juntinho de ti.
Myro Lopez
(Todos os direitos autorais reservados).
ARTISTA PLÁSTICO ARNÓBIO VERDE
Arnóbio Verde é um importante artista plástico Maranhense com um estilo inspirado na arte renascentista e que retrata o cotidiano, a fé e a espiritualidade, com suas obras sacras.
Foi reconhecido, com alguns prêmios e participou de diversos concursos em São Luís-MA, quando ganhou o prêmio com a arte e cujo tema (A razão fragmentada), no concurso de arte para a semana filosófica.
Além da pintura, Arnóbio Verde também se dedicou à ilustração, gravura e à docência, sendo professor de artes nas escolas da sua terra natal.
BIOGRAFIA DE ARNÓBIO VERDE
O pintor Antônio Arnóbio Ribeiro Verde nasceu no dia 01 de abril de 1979, em governador Newton Bello-MA, e desde menino já fazia seus desenhos, tudo o que ele via pela frente rabiscava em seu caderno de escrever.
Aos 15 anos já retrava a realidade da sua cidade em telas, pintava os moradores, homens trabalhando na roça, homens arando as terras, pintura dos santos como como a Santa Ceia. E uma de suas pinturas de destaque na região do alto-Turí, foi a pintura da Santa Ceia, na igreja de São Pedro em Maranhãozinho.
O artista com maestria tem contribuído com seu talento artístico retratando nas telas o cotidiano da cultura na cidade, onde percebemos que o mesmo deixou cravado nas paredes da igreja Nossa Senhora Da Conceição: o Cristo Pantocrator, que significa o Cristo todo poderoso e que alimenta a fé e fortalece a vida de um povo.
Em 1999, o artista Arnóbio Verde, entrou para o Seminário Diocesano em São Luís e estando lá fez cursos para aprimorar suas pinturas no atelier Hilton Japiaçu, com as técnica: lápis carvão, aquarela e óleo em tela.
O pintor Arnóbio Verde, é um artista que tem contribuído para a valorização da cultura local, focando os aspetos da vida e da realidade. Sua arte em 2023, viralizou nas redes sociais com a arte do rabisco nas plataformas digitais se expandindo para outros estados e ficou reconhecido como: o artista do Rabisco.
Portanto, para o artista Arnóbio Verde, as artes são sinais para podermos lembrar por onde o homem andou. E no seio da cultura a arte existe para que não morramos sem a verdade.
Transformar o mundo sustentável é um Desafio não apenas futuro, mas também presente. O telhado verde é a prova de que podemos mudar o cenário Cinzento das grandes cidades. (Josi JL)
Ver de vida. Na dança existencial do planeta Terra, as plantas permanecem sempre de plantão, tecendo a teia verde e sussurrante da vitalidade.
Quando verde e verdade vão além do óbvio, ver de verdade emerge, sem cor, sem conceito, apenas o eco sutil do sentido não dito sem preconceito.
Natureza viva entre concretos: se esse canto é pra mim eu não sei, mas que é bonito é, e, embora eu não te vejas: "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!" para você também!
Frescor
Porque aprendi…
a manter a
cor verde
em minh’alma.
Para dá-me sempre
a sensação de
um novo recomeço.
De frescor.
De uma paz infinita!
E sempre que posso…
Visto-me com
as cores da esperança.
E saio por ai!!
Tenho notado que, ultimamente, visto muito verde.
Logo o verde, cor da esperança.
Aquela que dizem ser a última a morrer.
A minha, no entanto, não morre.
Ela vive em mim com teimosia, irrompe do meu peito como primavera em terreno seco, explode em gestos, invade meus dias.
Mas não se engane: minha esperança não é delicada.
Não tem ternura.
Não se curva em piedade.
Ela é bruta.
É sobrevivente.
É o que resta quando tudo falha, e ainda assim, insiste em ficar, contra minha vontade.
Se eu pudesse mandar um recado pra minha terra,
diria com o coração apertado e cheio de lembrança:
Querida Rio Verde das abóboras,
Hoje me peguei lembrando do menino Júlio – o "Julin",
"fi" da dona Gilza, neto da "véia" Tieta.
Nasceu e cresceu onde tudo parecia possível,
mas quase nada se podia para o povo humilde daquele solo —
um velho retrato da botina suja de poder.
“Como, agora, olvidar-me de ti?” —
verso do hino que ainda ecoa no meu lamento.
Saudoso, jamais esquecerei do que vivi.
E é mesmo estranho sentir saudade
de um lugar marcado por dor e violência,
mas mesmo com tudo isso,
eu olho pra você hoje e digo com orgulho:
Que bom te ver melhor, Rio Verde!
Algumas pessoas vivem os sonhos
Entre no jardim de rosas,
E sintam o perfume delas...
Uma casa e as crianças brincando...
O azul do céu é testemunha...
Com muito cuidado e amor,
Tenha medo dos espinhos.
Hoje é um dia bom,
Talvez, amanhã também...
Desse lado aqui,
A grama é verde...
A felicidade é uma caixa de surpresa,
E não é de bombons...
Viva os seus sonhos,
E não os meus,
Ou os dos outros.
E tudo é uma questão de bom senso.
Com um semblante triste,
A vida não é um mar de rosas, não!
O seu olhar demostra a dor...
As suas mãos estão frias.
Os meus passos estão distantes dos seus...
Partimos conforme o final do filme
Com ou sem final feliz!
Apenas o the end!
Titânico Mello
' CHEIRO DE MATO VERDE '
E quando o sol se põe,
Ouço as vozes na floresta,
Deixando meu coração alegre,
Fazendo uma grande festa.
Então danço com o porco espinho,
Dou ele o meu carinho;
Abraço minha amiga coruja,
Antes que o corpo enferruja;
Falamos de muitas coisas,
Da velhice e mocidade,
Cumprimento a amada árvore,
Que exala, o aroma da verdade.
E com o coração em festa
Caminho pela floresta
Embaixo da lua cheia
O coração aí enceideia
Pela madrugada Afora
Até que que amanheça o dia
Com cheiro de mato verde
De verdade e poesia !
Vamos respeitar a terra
Os seres vivos que nela estão;
Agradecer a Deus pela água, pelo pão;
Água que brota da terra,
Para matar a sede do homem cão.
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a Lei -9.610/98
O verde é responsável por manter a nossa água limpa;
O verde é responsável por gerar o ar que nos dá a vida;
O verde traz ao solo fertilização, gerando a cura em nosso mundo;
Pensei eu,
Não ser doido,
Como vocês,
Logo, bem logo,
Fiquei mais doido,
Que todos os doidos,
Salve-me,
Dr Simão Bacamarte,
Recolhe-me
À casa verde,
Os olhos verdes dela são abençoados como as nascentes da Costa Verde Fluminense,
fluindo dentro de sua cabeça extraordinária.
Há tanta vida ali, quanto aqui fora.
E quando ela põe eles em cima de mim,
quando eles se dilatam e eu consigo ver as bordas do universo se dissipando em todo o seu globo ocular,
eu me sinto abençoada.
Obrigada - eu digo na minha cabeça. - Seus olhos são lindos. A alma que sai da sua boca, quando você fala, também.
O homem contemporâneo, vive à procura de um sinal, e caminha em várias direções, mas
uma verdadeira resposta está no interior do seu próprio silêncio.
Se o terreno do teu coração produzir somente pedras, a vida te ofertará somente o cascalho de tropeço.
