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"naquele dia ele observou que o verde transcende num lugar que dantes era cinza, sem vida aparente, na verdade, ela, a vida, a beleza, se resguardava para o momento certo"
Hoje está sendo um dia diferente... Um dia de tristeza, mas ao mesmo tempo um dia verde-esperança.
Nunca antes na história do futebol brasileiro houve uma tragédia como esta... Nunca antes na história do futebol brasileiro todos os clubes e torcedores vestiram a camisa de um só time sem ser a da seleção brasileira... Nunca antes na história do futebol brasileiro times desejam se unir para ajudar e não para derrotar um rival.
O Brasil está de luto, mas um luto diferente, em vez de preto está verde... Verde Chapecoense!
Duas árvores, companhia! . Eu já sabia que a vida é verde grama e também verde mato. Por essa época eu fico muito carente, o natal é festa e não se faz festa sozinho. Não sei como a “árvore de natal” consegue!
No vermelho PARE, no amarelo PENSE, no VERDE olhe... Apague as luzes e REFLITA, SEJA CEREBRAL. Dá mais certo do que errar!
Salve a floreste.
Não atire o que não presta
temos que ser consciente
o pouco verde que resta
tem que viver independente
mas cuidaremos da floresta
como Deus cuida da gente.
Pseudo-Lucidez
Luto por minha sanidade,
em meio a loucura e a realidade
Busco algo mais que a verdade,
Algo mais real que a realidade,
Diga-me o que sente!
oh coração que choras doente,
Diga-me a verdade!
e poderemos vencer a dificuldade.
Meu coração mente,
Meu coração esconde o que sente,
O medo toma conta
e o caos é iminente,
Não posso controlar
Não consigo me acalmar
qualquer pesadelo
é o suficiente para o desespero
Por um momento breve,
encontro minha lucidez,
graças a bela garota,
bela apesar da sua palidez,
Ela sorri,
E eu choro,
Ela me chama,
E eu a sigo,
Como uma só alma,
ela era minha lucidez,
Ela trazia consigo,
algo mais forte que minha rigidez,
Com um só sorriso ela me encantou,
Como em um conto de fadas,
Por um breve momento o "para sempre" durou
mas ela tinha que partir
E desde então eu a espero,
a espero para provar novamente,
todos os sonho que passou por minha mente,
para curar tudo que me deixa-a doente....
Romance Sonâmbulo
(A Gloria Giner e a Fernando de los Rios)
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a
e ela não pode mirá-las.
Verde que te quero verde.
Grandes estrelas de escarcha
nascem com o peixe de sombra
que rasga o caminho da alva.
A figueira raspa o vento
a lixá-lo com as ramas,
e o monte, gato selvagem,
eriça as piteiras ásperas.
Mas quem virá? E por onde?...
Ela fica na varanda,
verde carne, tranças verdes,
ela sonha na água amarga.
— Compadre, dou meu cavalo
em troca de sua casa,
o arreio por seu espelho,
a faca por sua manta.
Compadre, venho sangrando
desde as passagens de Cabra.
— Se pudesse, meu mocinho,
esse negócio eu fechava.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Compadre, quero morrer
com decência, em minha cama.
De ferro, se for possível,
e com lençóis de cambraia.
Não vês que enorme ferida
vai de meu peito à garganta?
— Trezentas rosas morenas
traz tua camisa branca.
Ressuma teu sangue e cheira
em redor de tua faixa.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Que eu possa subir ao menos
até às altas varandas.
Que eu possa subir! que o possa
até às verdes varandas.
As balaustradas da lua
por onde retumba a água.
Já sobem os dois compadres
até às altas varandas.
Deixando um rastro de sangue.
Deixando um rastro de lágrimas.
Tremiam pelos telhados
pequenos faróis de lata.
Mil pandeiros de cristal
feriam a madrugada.
Verde que te quero verde,
verde vento, verdes ramas.
Os dois compadres subiram.
O vasto vento deixava
na boca um gosto esquisito
de menta, fel e alfavaca.
— Que é dela, compadre, dize-me
que é de tua filha amarga?
— Quantas vezes te esperou!
Quantas vezes te esperara,
rosto fresco, negras tranças,
aqui na verde varanda!
Sobre a face da cisterna
balançava-se a gitana.
Verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Ponta gelada de lua
sustenta-a por cima da água.
A noite se fez tão íntima
como uma pequena praça.
Lá fora, à porta, golpeando,
guardas-civis na cachaça.
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar.
E o cavalo na montanha.
A lei do retorno é algo que Sara ou Fere. Que saibamos fazer um bom plantio, para que nossa a ceifa seja abundante.
Se Charles Darwin fosse tudo isso mesmo que dizem por aí nos nossos livrinhos didáticos e se suas teorias de fato fossem tão lógicas e desprovidas de complexidade quanto prega a indústria da Religião Verde, o cérebro humano teria evoluído com um “botão reset” na nuca.
Do verde-terra
desponta a vontade
telhados justapostos
na direção do azul-céu
um menino
com um girino na caneca
TRAÇO VERDE E AMARELO DO BRASIL QUAL CIELO
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (14/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
Ouro ou diamante deveria ser feito o coração
A carne tem validade diferente do diamante sob o peso da montanha
O homem que manipula o aço não manipula a carne
Nutre a carne com carne ao invés de néctar
Escutai o conselho Pitágoras e Ovídio
A terra a maior das mães produz com profusão
Deus deu o Éden de árvores frutíferas diz a bíblia
A laranja madura / a goiaba de vez traz a cura
O abacate com mel que cai do favo
A manga madura que cai no mato
A pitanga / o araçá
Jabuticabas de galhos e caule
Cajá-manga e cidreira no quintal
Grãos e fio de azeite no prato
Infusão de café moído e torrado
Inspiração pro meu vocabulário
Traço verde e amarelo do Brasil qual cielo
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/traco-verde-e-amarelo-do-brasil-qual.html
“Que o verde permaneça sempre verde, nos corações cheios de esperança, mantendo a chama sempre acesa”!
Eu vejo como o verde.
De vida,
de ver
de viver
Eu vejo sem crer,
sem porque
sem mesmo entender,
apenas pra ver
E assim eu vou vendo
esse mundo viver.
E sem entender,
eu vivo pra ser.
Amigos são aqueles que sentam e ouvem suas histórias, mas, os melhores amigos são aqueles que sentam e contam junto suas histórias
Uma flor que ama o verde...
- Em meus sonhos contemplando, o relato de uma flor, apaixonada pelo verde, verde da cor do amor.
***
- Verde é a natureza, verde é a cor do mar, seu encanto e magia, faz meu coração pulsar.
***
- Tu és uma flor formosa, contigo vivo a sonhar, tens o verde da esmeralda no brilho de teu olhar.
***
- Gosto do azul do céu, da imensidão do mar, mas o verde da esperança, é que me faz transpirar.
***
- A cor verde me inspira, verde é vida, verde é amor, oxigênio, clorofila, o vôo livre de um beija-flor.
***
- És a mais belas das flores, sempre maravilhosa, assim como a natureza, bela, radiante e charmosa.
***
- Eu fico te admirando, vinte quatro horas por dia, seu brilho e sua essência, isso e que me contagia.
***
- Quero descobrir teus segredos, me aproximar mais de ti, ser aquele amigo amante, tão perto e tão distante, pelo menos alguns instantes, ficar juntinho de ti.
Myro Lopez
(Todos os direitos autorais reservados).
Transformar o mundo sustentável é um Desafio não apenas futuro, mas também presente. O telhado verde é a prova de que podemos mudar o cenário Cinzento das grandes cidades. (Josi JL)
Ver de vida. Na dança existencial do planeta Terra, as plantas permanecem sempre de plantão, tecendo a teia verde e sussurrante da vitalidade.
Quando verde e verdade vão além do óbvio, ver de verdade emerge, sem cor, sem conceito, apenas o eco sutil do sentido não dito sem preconceito.
Natureza viva entre concretos: se esse canto é pra mim eu não sei, mas que é bonito é, e, embora eu não te vejas: "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!" para você também!
Frescor
Porque aprendi…
a manter a
cor verde
em minh’alma.
Para dá-me sempre
a sensação de
um novo recomeço.
De frescor.
De uma paz infinita!
E sempre que posso…
Visto-me com
as cores da esperança.
E saio por ai!!
