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"Carta À Luz"
Cara Luz Que Me Ouve
Senhora Luz Que Me Ilumina
Torturante Luz De Minha Escuridão
Perdido Pelos Teus Caminhos...
Eu Sofro
Ainda, Não,
Estou Morto
Peço Que Venha
Me Iluminar...
Leon Nunes Goulart
Noites serenas,
poesia cantada à capela.
Desejo entoado em mantras
que ecoam no ventre das trevas.
Sorriso apagado.
Um momento de autoflagelo.
É o espelho da alma exaltando
as escaras de um mundo ébrio.
Alvorada. Desvairado disco.
Mais um equilibrista caminhando
na luz e na escuridão.
Se engana aquele que pensa que vivo na ilusão da felicidade plena. Eu tenho sim os meus momentos de treva, apenas não faço disso o centro da minha vida.
Existe um abismo insondável, mais profundo que as regiões abissais, entre a razão e a loucura, entre a verdade e a mentira, entre e Luz e as Trevas!
As vezes eu paro para pensar
As coisas estão diferente
Isso tudo parece um sonho
Ao mesmo tempo realidade
Isso não é normal
Eu caminho em uma estrada obscura
Penso que estou vivendo tudo isso
Mas isso é apenas um sonho
Eu caminho sozinho
Nesta rua obscura
Eu avisto uma luz brilhar
Eu me aproximo
Eu não esperava que isso poderia acontecer
Nesta noite bela, as trevas me trouxe você
Isso já não parece sonho
Pois o amor que morreu dentro de mim
As trevas trouxe-a para reviver
O sentimento não a mais em mim
Você trouxe tudo novamente
Mas eu me pergunto
Será que isso é real
Ou tudo é realmente um sonho?
Sigo o caminho mais obscuro
Chego no submundo
e você está comigo
Isso não é real
Não pode ser o amor dentro de mim
Se for fica para sempre
Até a morte chegar
As trevas me trouxe você
Viva comigo no submundo
Por mais que dentro de mim
Não haja amor
Mesmo sendo algo da minha imaginação
Morra, e me ame.
Siga o Mestre das trevas
Mora e me ama
Você já está ao lado
Do mestre das trevas
Salve Mestre das trevas.
Amar é ser vulnerável; e é apenas ao ser vulnerável e ao correr riscos – e não com a segurança – que superamos as trevas.
"Luz e trevas são incompatíveis,
Tão incompatíveis que é impossível existir amizades entre pessoas de luz e pessoas de trevas"
Reflexão:
Luz e trevas nunca irão se misturar, pois são como água e óleo!
E quando as trevas tomarem a aurora, e tudo estremecer, e o mundo entrar na total escuridão, eu irei em fim descansar.
A dor e as trevas que pairam sobre a humanidade cegam as minhas palavras, a ponto de, apenas, assistir a ignobilidade dos seres "pensantes" sem a compreensão. Aos poucos serão engolidos por seus demônios e afogados em seus purulentos mares de orgulho, de egoísmo e crueldade.
Força estranha...
Sozinha com meus pensamentos sombrios, meu coração foi escurecendo pouco a pouco, até enegrecer como numa tarde de tempestade.
Perdida em meio a minha dor, sufocada pela angústia, lentamente desci ao fundo do poço.
Quando pensei que já estava no fundo, dolorosamente descobri que podia cavar mais.
Cheguei ao inferno e caminhei com pés descalços sobre a dor e o desespero, pisei em cinzas e brasas.
Tateei em vão em meio as trevas, tentando encontrar uma saída na escuridão. Nada!
Me perdi num labirinto de lamentos, muita dor e cheiro de morte.
Meu peito queimava, ardia, meus olhos estavam cegos, um grito seco estava preso em minha garganta. Tive medo!
Pensei que não iria suportar, exausta quis desistir. Era o fim! Silenciosamente fui me entregando, sem lutar ou resistir. Sentia que tudo estava perdido. Mas, de repente, ao olhar um instante para dentro de mim, eu pude enxergar, ver a luz. E, então me veio á memória tudo o que me trazia esperança.
Me lembrei que ao chegar ao fundo do poço, existiam apenas duas opções possíveis: me entregar e esperar a morte certa ou enfrentar o grande desafio de começar a subida.
A primeira é opçāo tentadora, não nego, mas escolhi a segunda. Então, com o ânimo renovado, num esforço sobre-humano, reuni as poucas forças que me restavam e comecei lentamente a subir.
Apesar da dor, da solidão e do sofrimento, estou conseguindo me reconstruir pouco a pouco.
O processo é lento e doloroso, mas vou me refazer, não para ser como antes, mas para ser melhor. Na ânsia dessa procura por mim, sei que vou me reencontrar, me aceitar e, assim, finalmente estarei em paz e poderei tentar ser feliz!
Elis Pinheiro
“Gostaria de perguntar para um físico: é possível congelar a luz? E as trevas (ausência de luz)? O que é o espaço? É concebível, um não espaço? E, um não tempo?”
Caminhar em meio a trevas nem sempre é algo negativo. Às vezes é preciso obscurecer a alma para não se matar o espírito.
Antes existiam três seres e ideais: O homem, a luz e as trevas. Um dia o homem e a luz tiveram um filho adorado chamado de "Conhecimento". No entanto esse imortal apaixonou-se pelas trevas e as trevas por ele. Todavia essa união era abominada por seus pais que os impediam de se ver a todo o custo. Porém, certo dia as trevas e o conhecimento se encontraram escondidos, e nesse único encontro tiveram um filho. Quando a luz e o homem tiveram ciência disso resolveram matar a criança que se chamaria "desconhecido". Tentando proteger seu filho as trevas ocultou o mesmo sob sua manta e o conhecimento começou , pouco a pouco a mostrar seu filho, tentando provar que não havia o que temer. No entanto os homens cegos de medo do desconhecido usaram o nome da luz, por diversas vezes, tanto para difamar as trevas quanto para matar o desconhecido. Enquanto isso a luz, mais velha dos três mais velhos, oscilava de opinião... Algumas vezes protegia o desconhecido e outras o culpava pelo mal do mundo. Até agora essas entidades se mantem assim, porém chegará o dia em que o conhecimento não terá mais nada a falar de seu filho e caberá ao homem decidir o destinho do que desconhece.
“Não tenho sono: tenho pena: meu corpo na cama serpenteia: tenho dó: notívagos nas sombras de uma eterna noite existencial: crackelando, crackelando, crackelando: que pena: droga de droga: droga de vida: droga, droga, droga: o maldito pulso ainda vive: valente respira: droga de vida: amanhã, com a graça dos céus, com anjos estarei: mas os anjos dormitam com tapa olhos: e de novo, transeunte das trevas, acorda pra sub viver mais um dia: e depois outro... depois, depois, depois. Depois, agora não. Silêncio: o mundo jaz dormente e eu inútil, que pena, vencida pelo cansaço: durmo também”.
(Em sua página oficial no Facebook)
A ignorância jamais vencerá o conhecimento.A tolice,jamais compreenderá o juízo e as trevas nunca chegarão a ser luz!
morte nem é um ser mais um estado, assim como as trevas para a luz a morte é somente uma ação contraria a vida; morte é a ausencia da vida como trevas uma ausencia da luz o estado de morte ou sono eterno foi criado com o primeiro pecado, pois antes do mesmo não existia esse conceito de morte. Morte é simplesmente ao meu ver uma forma de encerrar o julgamento das almas pois você tem um tempo para decidir agir de forma certa e apartir daquele ponto nada pode ser mudado mais, seu caso foi encerrado/fechado e tudo que te resta é esperar para ser julgado
Seja divisor de águas em meio às trevas desse mundo, Cristo é a luz, você é a luz, permita-se ser usado.
Os sábios dignificam a morte temendo a vida, mas os tolos estragam a vida temendo a morte. Os sábios temem a luz por esta lhes negar as trevas, e os tolos temem as trevas por lhes negarem a luz.
