Tag sabia
Errei algumas centenas de vezes enquanto procurava algo que eu sabia que não encontraria onde estava procurando, nem mesmo ao certo sabia o que era esse ‘algo’. Porém, no pensamento cínico do ato, ás vezes parece a decisão mais forte. Mais forte? Sim! Certa? Não. Mania patética de procurar sensação de poder. Poder... perdi tanta coisa pelo desejo de senti-lo que nem acho outra justificativa pra minha extensa lista de erros. Por um tempo acreditei que devíamos fazer tudo que queríamos no momento, que isso era “viver”, mas hoje sei, que antes de fazermos qualquer coisa, devemos pensar: “O que eu quero?”, o prazer momentâneo ou a verdadeira felicidade? Felicidade é prazer momentâneo? Não. Não é. Meu prazer momentâneo é sempre o poder. Minha felicidade eu perdi por não saber do que hoje eu sei.
Ei??
Eu Te Amo Sabia?
Sabe, Quando Penso Em Você
Meu Mundo Faz Sentido
Até porque sem vc eu acho que
Eu n teria sobrevivido
Ei??
Eu Te Amo Sabia??
Você E Tudo Pra Mim
Meu Tesouro, Meu Ar
E Você Que Eu Quero,
Até O Fim
Ei??
Eu Te Amo Sabia??
Você Tem O Poder
De Me Fazer Rir
Sabe...Você E O Meu Viver.
Eu não sabia o que era viver, antes de te conhecer.
Eu não sabia sorrir, antes de te conhecer.
Eu não tinha o mínimo de expectativa de uma vida plena e feliz, antes de te conhecer.
Eu nunca tinha amado alguém da forma que eu te amo, antes de te conhecer.
E detalhe, eu nunca te vi pessoalmente.
Se alguém, um dia disse que o amor não precisa de toque, não precisa de olhares, para existir, para ser verdadeiro, ele estava certo.
Não me vejo vivendo sem você, não me vejo em um futuro sem te conhecer.
Tu é a minha vida.
Te amo meu amor
Ree <3
Sabia que as pessoas quando estão com raiva, elas são mais sinceras? Pois falam aquilo que sente e que guardou por tanto tempo, então ouça ela bastante e tire suas conclusões antes de qual quer palpite.
Minha terra já teve palmeiras
Onde já cantou o Sabiá
As aves, que aqui gorjeiam
Não são mais vistas por lá
Nosso céu já teve estrelas
Que não conseguia nem contar
Mas hoje é apenas cinza
Que enxergo em meu lar
Nossas várzeas já morreram
Há desmatamento em todo lugar
Nossos bosques se tornaram prédios
Repleto de vidas que moram por lá
Mas já não existe amor
Todos perderam a fé naquele lugar
Em cismar, sozinho, à noite
Hoje sinto medo de nas ruas andar
Minha terra não tem mais palmeiras
Onde já cantou o Sabiá
Mas hoje o pobre Sabiá
Não tem nem um ninho para morar
Minha terra tem primores
No quais exporto para cá
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu possa ver lá melhorar
Sem que eu desfrute do mínimo
Que o salario já não é capaz de comprar
Em cismar, sozinho, a noite
Vejo pobreza e tristeza por todo lugar
Minha terra não tem mais palmeiras
Onde já cantou o Sabiá
Vocês sabiam?
- Os cachorros quando estão prestes a morrer ficam distante da pessoa que mais ama, diferente dos humanos que tendem a passar seus últimos momentos com a pessoa que mais ama.
Sabia Paixão.
Sabia paixão,
Não te esgote não,
Tudo é possível,
Quando as coisas não são do coração,
Sabia paixão,
Te calas no teu mundo,
Quando o amor é da alma,
O beijo doce fala e sara,
E o que prevalece,
É a razão....
Sabia paixão,
Feche seus olhos,
Sinta o cheiro do amor,
O quê é para ser,
Tardas mais acontece,
E cura
Até o coração....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Antes eu achava que muito sabia,
depois pensei que nada sabia.
Agora eu entendo, que há ainda muito por saber.
Metade de mim sabia controlar o desejo a outra metade queria devorá-lo como se fosse uma leoa faminta, porém eu não sabia o quanto podia controlar. A sede do desejo, a vontade daquele beijo… Meus instintos a flor da pele, e me fugindo todos e quaisquer sentidos… Lúcida, saí então da minha crise em declínio, saí de mim por alguns instantes e quando retornei, já não era só mais eu. Era algo completamente diferente da pessoa em que eu conhecia, não havia mudado nas aparências, mas sim nos conteúdos, nos sentidos, no olhar, na forma de pensar… Estava numa sede insaciável do desejo mais louco e mais puro que há dentro de mim, uma louca, ou apenas uma iludida… Um desejo inocente porém culpado, um querer bem maior do que o desejado… Era tudo o que eu precisava para aquela minha noite fria de solidão, uma noite tão vazia, perdida entre o oco silencioso do meu quarto, muito me admira minha paciência de não saltar pela janela e correr pela rua feito uma maluca, a gritar seu nome pelas calçadas, acordar a cidade toda, a procura de uma pista sua, de uma noticia, do seu paradeiro, eu não queria mais nada, só você ali era tudo o que eu precisava, olhei pela janela, percebo que um carro estaciona em frente ao meu portão, saiu correndo feito uma louca, abro a porta e te vejo saindo, e vindo em minha direção… Apago de repente e me deparo numa cama, num quarto branco de um hospital, havia rolado três lances de escada, e observo que tudo aquilo não havia passado de um sonho, que para mim foi por um momento quase que real, Não sei ao certo, mas desde aquele dia eu nunca mais fui a mesma pessoa, passei a tentar te deixar de lado, passei a ignorar todas as nossas lembranças, e quase que por um momento havia conseguido te deixar pra trás, mas logo olho para o lado, percebo uma sombra, e logo me lembro do teu rosto, daquele teu sorriso, do cheiro que não me saí das narinas nem sequer por um segundo… Da cabeça eu posso te expulsar, mas do coração, só se eu o arrancar e me deixar sangrar até a última gota do meu sangue, e ainda assim, de mim você nunca sairá…
Era uma garota meio antiquada e antiga, não sabia muito sobre amor, mas sabia que podia amar verdadeiramente com todas as suas forças, só bastava esperar o seu tempo, a sua pessoa e o seu futuro.
A miopia da idade imatura nos serve para não prever o futuro tão longe e o que dele podemos esperar. Então ao envelhecemos agregamos sabedoria e experiência de vida. Aquela miopia torna-se, quase sempre, uma hipermetropia. Que leigamente nada mais é, que a dificuldade de vermos o que nos está tão próximo. Só aí percebemos o quão sábia é a vida. Assim, com toda nossa experiência, não nos decepcionaremos com os outros e tudo aquilo de ruim que nos cerca.
“Coisa que não sabia, que no dicionário livre é estar condicionado a aceitar as regras ditadoras ocultas.”
Giovane Silva Santos
Cidadãos entreguem suas armas, esse o nono mandamento comunista,
Cidadãos entreguem suas almas, esse o slogan do estado capitalista.
Isto te faz pensar. Todas as coisas brilhantes que poderíamos ter feito com as nossas vidas se ao menos suspeitássemos que sabíamos como fazê-las.
O Menino que não sabia ler
Estava no seu segundo ano do ensino médio, participava de um grupo de adolescentes que sonhavam em “fazer” teatro. De uma forma dinâmica. Sem um real conhecimento em teatro, “brincavam de fazer teatro”. João, um dos jovens, sentia uma paixão imensa por teatro. Porém não sabia ler. Conforme “brincavam de fazer teatro”, todos sentiam uma inadiável vontade de aprofundar seus conhecimentos e vivenciar o teatro. Certo dia, os jovens ouviram na rádio que no dia seguinte um diretor de teatro estaria indo aquela região propondo uma oficina de teatro. Todos ao saberem da noticia, planejaram em procurar o diretor assim que chegasse a região. João, por saber que tinha uma grande dificuldade em sua leitura, não estava tão entusiasmado como os outros jovens, sabendo ele que iria passar o maior transtorno de toda sua vida. No dia seguinte os jovens então se juntaram em uma pequena praça, em seguida foram procurar o diretor. Todos muito felizes por saberem que iriam participar de sua primeira oficina de teatro, foram correndo até o diretor. João, pelo fato de não saber ler, não estava tão entusiasmado. Ao chegar ao diretor, os jovens estavam interagiam entre se enquanto o diretor conversava com um senhor de idade. O diretor, ao ver toda aquela barulhada, foi até os jovens. - Com licença, que barulheira é essa? (Um dos jovens respondeu um pouco gaguejando e nervoso). – Olá senhor, ontem ouvimos na rádio que o senhor viria para cá com a proposta de uma oficina de teatro. – Sim, e percebo que vocês estão interessados. (Disse o diretor). – Sim senhor! O que fazemos pra participar dessa oficina? (Perguntou o jovem ao diretor). – Vocês tem que preencher esse papel. Por fim todos terminaram de preencher os papeis e entregaram ao diretor e de fato João foi o último a entregar. O diretor pediu que todos viessem no próximo dia para a primeira aula. (Passou-se um dia e todos estavam lá). – Bom dia! Vejo que todos vieram. Ainda hoje distribuirei as cenas de cada um. (Disse o diretor). João, por saber que teria a maior dificuldade em aprender o texto ficou ainda mais triste. (O professor fez algumas dinâmicas teatrais e logo em seguida entregou as cenas dizendo). – Peço que todos venham com o texto decorado amanhã e que tentem e que façam experimentações. (Passou-se mais um dia). O diretor fez um semicírculo e pediu que fossem de um em um e mostrasse a todos o que conseguiu. (Todos os Jovens foram faltando apenas o João). – Sua vez João. (Disse o diretor). (João levantou-se do chão e foi para o centro do circulo). – Pode começar João! (Indagou o diretor). João estava muito nervoso e ainda com o texto na mão. – João? Algum problema? (Perguntou o diretor enquanto João permanecia calado). O diretor chamou João até uma sala. João, conte-me o seu problema?! – João estava muito nervoso. – Eu não sei ler! (Disse João surrando). O professou não entendeu e pediu que João falasse mais alto. – Eu não sei ler! (Disse João). O diretor foi com João até o semicírculo e despencou todos exceto João. – João venha comigo. O diretor pegou um pequeno livro explicou a João algumas coisas sobre literatura e disse. – João, tente ler esse livro e traga-me amanhã. – Quanto ao texto? (Perguntou João). – Esqueça o texto. Apenas tente ler esse livro e conte-me sobre ele amanhã. (Disse o diretor). João foi para casa. Ao chegar a casa, a primeira coisa que João fez foi pegar o livro em sua mochila e com grande dificuldade leu o livro por completo com apenas algumas explicações que o diretor tinha lhe proposto. (Passou-se mais um dia). – Então João? O que achou do livro? (Perguntou o diretor a João). E então João o explicou detalhe por detalhe. Quando terminou a aula o diretor foi até uma sala e voltou com outro livro na mão. – Tome João, leia esse outro livro e explique-me sobre ele amanhã. (João pegou o livro e saiu). Passaram-se alguns dias e toda vez que terminava a aula o diretor entregava um livro a João. Num certo dia o diretor não entregou um livro a João, entregou a cena que tinha proposto a João na primeira aula e disse. – Tome João, dessa vez não lhe dou um livro. Dou-lhe essa cena a qual tinha lhe proposto antes. João pegou o texto e foi pra casa. (Passou-se mais um dia). João foi o primeiro a chegar à oficina, contente por ter aprendido ler e por ter decorado o texto que o diretor tinha proposto. A cena de João foi impecável. Nisso João tomou amor pela literatura e tornou-se um grande escritor.
Sabia?
Saudade do abraço dos meus filhos,
Do hálito de refrigerante e batatinha...
Eu achava que não tinha, mas tinha.
Se eu fosse o que eu não sou,seria eu o que seria ser e o que não sabia saber o que seria o que já sou!
