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Tempo, tempo bom, tempo ruim.
Já pedi tantas vezes que tu fosse depressa
Já pedi algumas vezes que tu não se fosse
Já tentei te controlar acabando em completo fracasso
Não importa o quanto eu queira,
Você eu não posso dominar, nem controlar.
Às vezes você passa e junto leva minhas dores
Outras vezes você as deixa para que eu possa dominá-las
Tempo, tempo bom, tempo ruim.
Me ensina curar minhas feridas
Me ensina a ser forte na vida.
Me ensina a olhar pra frente e sempre caminhar,
Sem jamais ter que chorar, sem me despedaçar.
Tempo leve embora toda minha rotina.

Inserida por OrlandoBiotoviski

⁠Muitas pessoas tem como rotina na vida, a mentira. 
Resta-nos saber distinguir o que é certo ou errado, verdade ou mentira.

Inserida por ajmesquita

Corri para mais um dia corrido.

Inserida por ARRUDAJBde

É tanta coisa você e você, que o tempo não passa, ele voa.⁠

Inserida por ARRUDAJBde

O cinza dos meus dias em sonhos nublados...

Inserida por Lulena

Talvez a rotina seja viver, mas a realidade sempre foi ao contrário.

Inserida por wildsongomes

⁠Novo hábito "habitar!".

Arkdyws

Inserida por Arkdyws

Se você não está satisfeito com seus resultados, mude a sua rotina.

Inserida por LRFO

⁠Em dias de rotina, a vida se afunda,
Na mesmice constante, ela se acomoda.
Mas surpresas, ó, como são queridas,
Quebram a monotonia, trazem cores à vida.

A estagnação se afasta, o tédio se desfaz,
Quando o inesperado nos faz sua paz.
Em desafios novos, encontramos a força,
Para crescer, aprender, sem perder a nossa bossa.

A diversidade é a chave, a imprevisibilidade,
Nos guiam pelo caminho da nossa habilidade.
Cada dia é único, cheio de oportunidade,
Para descobrir paixões e mostrar nossa verdade.

Laços se tecem, vínculos se formam,
Nesse turbilhão de vida, onde nada é uniforme.
Somos resilientes, adaptáveis, no balanço desse mar,
Apreciando cada instante, sabendo aproveitar.

A estabilidade é boa, tem seu lugar,
Mas é na diversidade que podemos brilhar.
Então celebremos a vida, com sua dança sem igual,
Cada dia trazendo um novo e belo vendaval.

Inserida por WillCezar

⁠É interessante como a vida
parece uma rotina para todos,
quando enxergamos por fora,
mas também não seriam todos
que iriam se apaixonar
se pudesse enxergar todo caos
erodindo como vulcano,
dentro de cada um.

Inserida por ShandyCrispim

⁠Todos os dias somos convidados a mudar ou repetir. Você mudou ou repetiu hoje?

Inserida por JaneSilvva

E quando o raiar de um novo dia culminar
Me levantarei diante de ti...
Dia! me ensina
Que os pesadelos e as trevas da noite terminaram
E tenho que procurar a semente que germinará...
Procurar de toda maneira que a rotina não se renove

Inserida por LAZAROANDRE

Quando fores reclamar da rotina laboratorial, lembra-te que no início sonhavas com a rotina que tens hoje.

Inserida por fabiocabral

⁠#ROTINA



Não sei ao certo se é sede pelas letras, ou pela vida...
Quiçá, sarar alguma ferida...
Que a alma entristecida...
Quer apagar...

Os sonhos pressentem quando vão morrendo aos poucos por dentro...
Feito a terra que rejeita a semente que nunca irá vingar...

Tal qual um quadro torto...
Carrego uma pedra dentro do peito...
Que reflete no espelho 
Sem mais jeito...

Atravesso as portas e percorro as ruas...
Sem nunca me encontrar...
Pois nesse labirinto, existe um destino certo...

Ando pela rua e não consigo ouvir nada...
As pessoas estão tão iguais...
Vejo-as discutindo...
Julgando sem nenhum sentido...
As vejo sorrindo e não pedem perdão...

Amores trocados, esquecidos...lembrados...
Versos em cada esquina componho...
São jogos perdidos, vencidos...
Histórias iguais...

Um tropeço, uma queda...
Cair é preciso para levantar...
Nesse sobe e desce...
Tudo se vive...
Tudo acontece...

Estar só é a melhor maneira de estar comigo...
Continuarei meu caminho...
De certo viver é passear no paraíso...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Entram noites...
Entram dias...
O pó e a rotina...
As coisas repetidas...

O café requentado...
O pão amassado...
O dia que começa...
O galo cacareja...

Varrer o quintal...
Tirar as folhas mortas...
A justiça no fio da espada...
Pátria mal-amada...
Com a corrupção amasiada...

Ah essas ruas...
De pedras mudas...
Cães velhos e doentes...
As mesmas pessoas...
Dia a pós dia...

Um desejo de não sei o quê...
Quando a lua toca-me o rosto...
Na noite escura e fria...

Lembrando de um dia ter sido amado...
Tão distante o passado...
Os amores foram poucos...
Morreram sem cuidados...

O tempo apagando...
A marca dos meus passos...
Os dias embraquecendo meus cabelos...
Agora já tão escassos...

Não passa o tempo da saudade...
Passa um nada meio acontecido...

Vivemos e morremos feridos de silêncio duro e violento...
Insistindo em dizer...
Que tudo é belo...

O ano passa, e breves são os anos...
Poucos a vida dura...
Dar sem ter...
E ter sem tirar...
Fazer por merecer já que a ruína compreende tudo...
E eu conheço bem pouco desse mundo...

Demoro demais...
Ao óbvio perceber...
Vês aqui alguma figura? Ninguém vê...

Minhas tardes envenenadas...
De um vazio por dentro...
Único a me encher o tédio...
O meu cão...
Abanando o rabo...

Construí um labirinto...
E nele me perdi...
E também nem sei...
Se dele quero sair...

Ontem eu era o mesmo...
Amanhã também serei...
Não mudo...
E nada mudarei...

Meto-me para dentro...
Fecho a janela...
Apago as luzes...
Ascendo uma vela...

Rezo pedindo uma graça...
Que amanhã seja melhor e diferente...
Mas se não for...
Saúde já me basta...

E sem pensar em mais nada...
Como e vou dormir...
Minha alma...
De tudo está cansada...

Entram noites...
Entram dias...
O pó e a rotina...
As coisas repetidas...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Sombra que segue os desejos...
Alma que tanto procura...
Sem encontrar... 
Em ruas, conversas vazias...
Fundo de copos se aventura...

Doidos passos incontidos...
Império dos sentidos...
Enfim o copo vazio...
- "Enche outra vez vizinho"...

Vinhas de vinhos de oiro não bebidos…
Ócios e sossegos…
Desejados e outros sentidos...

Noite sucedendo noite...
Vertigem em qualquer leito...
Tanto faz...
Tudo tem jeito...

Amores, esperanças e desejos...
Quase os mal diz...
Eis que entrega seu coração...
De nada serve e vale...
Tudo é ilusão...

Dias mal gastados...
Noites mal dormidas...
Desejos de coisas esquecidas...
Lembranças de velhas feridas...

Incansável a tudo retorna...
Rotina a que se entrega...
Fraqueza que vira resistência...
Quando qualquer hora e hora...

Mas pois por vosso mal seus males vistos...
E todos os dias finjes te-los esquecidos...

Já nem vives...
Nunca aprendeste...
Vem de sua saudade, o que presume...
A ânsia de realmente viver...

Dizes que ficas tonto…
Hás de então ficar louco...
Tonto, o feio fica bonito...
O corpo só arde em desvario...

No entanto, o imaginário
desejo de alcançar...
Já nada mais importa...
Nem mesmo se terá outro amanhã...
Ou se terá...
No dia seguinte se arrependido...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Que lucrei, eu, Senhor com o tempo perdido?
Num e noutro despojo me achando o que a vaidade me propôs...

Nunca mostramos o que somos, senão quando entendemos que ninguém nos vê...
Mas se ninguém nos vê o que importa afinal ser ou parecer?

Escoar-se é um desperdício...
Assim como aprisionar o vento...
Pouco se ganha...
Tanto se perde...
Tantas coisas sem sentido...

Homem que sou...
Ó divina esperança onde estás que comigo brinca...
E não me convida à dança...

Tu que transforma os sombrios pedadelos em sonhos dourados...
Que nos inflige e nos obriga a levantar da cama...
Virgem de eterno devaneio...
Que hoje minhas mãos não alcançam...

A rotina é tão pesarosa...
As mesmas pessoas enfadonhas...
Dentro de mim, a noite escura e fria se anuncia...

Que me olhar não se perca...
Entre tantos outros que passam...
E farto de fadigas...
E de fragilidades tantas...
Que amanhã...
Em outro dia...
Então...
Eu floresça...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Desconheço...
Sou eu poeta?
Cenário dolente...
Embora me divirta...
Aqui, coração que andou entre os homens, arranco...
Ando à deriva na fonte de muitos olhos...
Movendo-me aqui e agora entre contornos vivos...
A minha prisão de viver são perfumes de pecado...
A grande inteligência é sobreviver...
Entre o murmúrio dos esgotos...
Rotina...
De longos braços estendidos...
Velhos desejos recalcados...
Espantos e receios...
Escondidos em leitos sangrentos...
Disfarçados em diálogos sonolentos...
Provisórios dias do mundo a ti pergunto:
Sou eu poeta?
Desculpai-me esta face...
Serei eu só mais um fantasma de tudo?

Sandro Paschoal Nogueira

#Vida #triste #é #a #minha...


Que hoje vou contar...

Desde quando aurora anuncia...

O dia a começar...

Passam os minutos...

Seguem as horas...

Sob céu azul anil...

Olho as nuvens e me ponho a sonhar...

Em tardes douradas...

A primeira estrela que vejo...

Sonho mais alto ainda...

E faço um desejo...

A rotina tão maçante...

Das flores do jardim cuidar...

Alimentar as aves...

Que gorjeiam em toda minha casa...

Em todo lugar...

O perfume de manjericão me inebria...

Disputa com o alecrim...

As orquídeas se abrindo...

Também se comportam assim...

O girassol despeitado...

Meu brilho quer roubar...

Sempre é ele o primeiro...

O sol a cumprimentar...

As rosas soberbas...

Acreditam serem rainhas...

Coitadas delas...

Vaidosas aos extremos...

Acho que vou cortar...

Só escolher um vaso...

E minha mesa enfeitar...

Se deito na rede e me ponho a balançar...

Logo aparece um sabiá...

Fazendo-se de louco...

Começa a cantar...

Quer atrapalhar meu sono...

Até meu meditar...

Beia-flores me importunan o tempo inteiro...

De lá para cá...

Não se cansam eles de tanto voar?

Quero ler um pouco...

Bem sossegado na sombra...

Sento debaixo da jabuticabeira...

E dezenas de pássaros põe-se a reclamar...

Gorjeios, trinados irritantes...

Ah se pego só uma fruta do meu quintal...

Revolução se instaura...

Até o jacú feio...

De mim vem reclamar...

Não sei mais o que fazer ...

Como devo proceder...

Vou comer um pouquinho...

E disso tudo me esconder...

Trancar portão...

Campainha desligar...

Tirar fone do gancho...

Celular "não pertubar".



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.

⁠O tempo e a rotina
Que o  dia não corrói 
O homem e a raça 
A parede e a traça 
O vinho e a taça 
O bairro e o mundo
O universo e o infinito 
Tudo parece mais bonito 
Quando as coisas dão certo .
Por certo; tens de crer
Ores querido! 
Para que, ao ouvir o bramido 
Não seja o teu gemido de infelicidade.
O bairro venceu.
Lástima! lástima, lástima. 
Mágoas a lamentar 
A plateia não era... 
não era definitivamente 
minha!!!

050424

Inserida por J6NEMG

A rotina de quem aprende a perceber e explorar novos ângulos é próspera em possibilidades e repleta de descobertas.
Rotina?
Reflexos, reflexão... emoção.

A natureza se encarrega de enfeitar nosso cotidiano. Cabe a nós percebermos .
Aprenda a transformar sua rotina em maravilhosas exceções.

Preencha sua rotina de felicidade e boas energias.
Dessa forma perceberemos que ser feliz é um estado de espírito e que a rotina se transformará em uma deliciosa experiência diária.
E isso se chama vida.

Que delícia descobrir na rotina motivos para se sentir fora dela

Fim-de-semana passou voando?
Pois é...
Mas as energias recarregadas nos darão força para a voltar à rotina, que para ser interessante e produtiva, depende de nós.