Tag rosa

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⁠... não é sobre a rosa que ganha, mas sobre a simbologia... o feito conta menos que a intenção.

Inserida por catia_garcia

Uma Rosa

Quando tu vieste me conhecer, me trouxe chocolates e uma Rosa
Quando saímos pela primeira vez tu me deu outra Rosa
Quando começamos a namorar, tu me deste uma aliança n’uma Rosa
Quando vinha me ver me trazia doces e uma Rosa
Quando fomos morar juntos, tu enfeitaste tudo e me deste uma Rosa
Quando discutimos tu voltavas com uma Rosa
Quando se agredíamos tu me pedia desculpas com uma Rosa
Quando decidi partir tu vieste atrás com chocolates e uma Rosa
Quando me machucava eu simplesmente perdoava por conta de uma Rosa
Quando me mataste, apareceste me ver com uma Rosa
Mas agora...
Mesmo com uma Rosa, tu não terás como ter o meu perdão...
Tu me amaste com uma Rosa e uma facada no coração...

Inserida por Kendra_dugonski

⁠Se és uma rosa eu cuidarei de você,
se és um cravo eu te transformarei em uma rosa...

Inserida por ricardo_souza_5

A ROSA SONHADORA

⁠A rosa tinha muita inveja das outras flores, pois, quando passava pelos jardins e observava as flores, dançando ao bel-prazer do vento, que ora soprava em brisa leve e, em outras passava com rajadas fortes, fazendo-as rodopiar... 
A rosa indócil, somente queria pertencer àquele mundo, que ela admirava, mas desconhecia o porquê de haver espinhos em seu caule e não tinha como dançar com as outras flores, quando o vento chegava...
Certo dia, a rosa determinou, sem muito raciocínio, extrair todos os seus espinhos. E, mirando-se, no espelho, sem perceber o sangue, que escorria, pensou: – Estou com ar mais aprazível, um verdadeiro porte de rainha, agora poderei dançar... 
E, assim, aproximou-se das outras flores, toda faceira, com um sorriso. Mas sua surpresa foi grande, quando, todas as outras flores, lhe apontaram os dedos, mostrando-lhe o sangue, que escorria em seu caule. Não era o que ela esperava... Afinal, ela era a rainha das flores, justamente pelo perfume e os espinhos...
 As flores, virando-se, para ela, perguntaram, em uníssono: Retirar seus ilustres espinhos, por quê?... Eles lhe faziam, além da sua beleza insólita, a tão respeitada rainha de todas nós...
 Agora, somos flores sem reinado e sem rainha, não temos a quem idolatrar e você está ferida!
A coitada da rosa, ferida, agora, sem reinado e sem coroa, por querer ser igual às outras flores, que não tinham espinhos e, sem eles, elas dançavam ao desejo do vento, livres e soltas, como ele gostaria... 
Jamais seria igual às outras flores, pois tinha espinhos, mas era a rainha, com certeza, de todas elas... Não perdeu a sua altivez, não mais seria rainha, porque o que a diferenciava, das outras, era o mais importante, aos olhos de todas as flores... Os espinhos, que ela havia retirado é que a tornavam diferente...
 Naquele mesmo dia, a rosa, que sentia muita dor, por causa da retirada dos espinhos, morreu... A noite se findou, um novo dia raiou, com um maravilhoso sol e outra rosa nasceu, bela, cheirosa e com todos os seus espinhos, sendo eles a sua coroa...
 As flores ganhavam, agora, uma nova e reverenciada rainha... Haviam esquecido a rosa sonhadora...

Marilina Baccarat de almeida Leão, no livro "É Mais oui Menos Assim

Inserida por MarilinaBaccarat

⁠No compasso de teus olhos,  
Na suavidade de teu sorriso,  
Tu me cativaste, rosa radiante.  

Como a rosa mais bela,  
Tu és incrível,  
Com espinhos que adornam tua beleza,  
Mas tão bela quanto longa.  

Como Clarice Lispector disse,  
Tu és eterna apaixonada,  
Por palavras, música e pessoas inteiras.  

Tu és minha rosa,  
Não só bela e doce,  
Mas uma lutadora pelos direitos,  
Dos que não podem gritar.  

Perfeita até na inocência,  
O relógio é apenas uma explicação para ti,  
Mas para mim, não há palavras,  
Tão bonitas quanto as pétalas de uma rosa frágil.  

Em tua face, o mundo se expõe,  
Pura e sincera,  
E em tua mão estendida,  
Reside um segredo,  
Onde repousam os espinhos,  
Que barram com força,  
Defendendo tua essência.  

Assim como a rosa,  
Tu és como um ser humano,  
Que enfrenta a vida,  
Com a beleza de tua flor.  

Teus espinhos são armas,  
Para proteger e resistir,  
Fortes e delicados,  
Como as pétalas que os rodeiam.  

Tu és uma rosa que comanda almas,  
Florescendo em tua jornada,  
Sem perder tua essência,  
Uma dança entre ternura e bravura.  

A cada dia, tua jornada é de doçura,  
Impossível não elogiar,  
Pois em ti, reside a beleza,  
A força e a delicadeza,  
Que encantam como os versos de Sócrates.  

Tu és a rosa que o mundo precisa ver,  
Uma pessoa rara,  
Tu és uma rosa,  
A rosa difícil de se encontrar.  

Enquanto muitos se perdem na luz,  
Tu és a chama que aquece o coração,  
A única entre vários,  
Destinada a brilhar.

Inserida por samara_da_silva

⁠Por inocência ou arrogância a rosa ignorou os espinhos e apaixonou-se pelo cacto, sem saber que ia pagar tão caro pelo seu atrevimento. 

Inserida por ednafrigato

⁠"Uma rosa no jardim é nossa vida nessa terra. Bela e perigosa, mas limitada a terra."

Inserida por WendellKahue

⁠Rosa é a flor do amor em tudo que representa, até mesmo nos espinhos que vez ou outra nos ferem, contudo não perdem a essência, tampouco, deixa de ser flor.

Inserida por ednafrigato

⁠Uma rosa não chora, mas os espinhos da roseira ferem e tiram lágrimas dos olhos.

Inserida por Garfield789

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

⁠"Lhe entrego esse buquê com 25 rosas, 24 rosas Vermelhas e uma rosa cor de Rosa, porquê diante de todas aquelas rosas você meu amor é a Rosa diferente a mais Linda de todas as Rosas".

Inserida por Regespavoski

⁠Sentei no gramado e ao sentir o cheiro das Rosas, lembrei de você. 

Inserida por RangelGetner

Rosa-Mulher

Ela é delicada, mas não se engane, ela não é indefesa.
Ela é flor que nasceu em meio ao caos.
Ela tem belas pétalas, mas também tem fortes espinhos.
Ela teve que aprender a se proteger para manter sua essência.
Ela se mantém linda e perfumada para os que se mostram dignos de aprecia-la.
Ela sabe que não é qualquer homem que tem aptidão para ser seu jardineiro.
Ela sabe que merece ser cuidada e não
arrancada de si mesma.
Ela sabe o que é melhor para si.
Ela é Forte, Ela é Rosa, Ela é Mulher

Inserida por natalia_matos

Para que me cativas?
Para que, se me deixas ir tão facilmente?
Para que, se não, para mais um jogo teu?
Para que, se não sou único dentre os outros?

Por mais que me queixe ao vento, ouço somente sussurros.
Por mais que me lamente aos livros, vejo apenas a literatura; Muitas vezes apaixonada, mas também melancólica.

Devido a dualidade de critérios vou em busca de rosas, talvez tenham algo a dizer...
Já que, Igual a ti, elas exaltam o Eros dentro de nós, por outro lado vê-se também seus espinhos, dolorosos, porém inevitáveis.

Inserida por jpsmmr

⁠O amor é como a mais bela rosa, com os mais dolorosos espinhos. 

Inserida por kaiobandeira

⁠Vc é Mulher mulher honrada;
Se mantém; "Generosa, meiga e determinada"
Vc é como um raio de luz:
É completamente iluminada!
Essa cor rosa das suas vestes; Reluz o brilho de sua alma,
Pois vc é tão alegre e apaixonada.
Sabe controlar o furor e manter a calma.

Vc sabe a hora de sorrir;
Também o momento de falar sério...
Pensa bem antes de decidir,
Mas, no seu coração há um mistério.

Vc é carinhosa e engraçada...
Brincalhona e descontraída.
É sempre sincera e bem conceituada.
"É um amor em vida..."

Suas qualidades são infinitas.
Seu bom senso , seus gostos e escolhas
"Te deixam cada vez mais bonita"

Inserida por William_Cavalcante

Da rosa vermelha encarniçada

tal cheia de Frenesi vil e amargurada se teus espinhos evitem que te toquem evita que seu amor frio se demostre⁠

Inserida por Toky

⁠O Amor é uma rosa no seu Ser.

Inserida por almir_fracarolli

⁠O poeta ama a rosa 
Porque são teus espinhos 
Quem o lê."

Inserida por davidballot

⁠O Nome da Rosa, por mais que se esforce, nunca será a rosa. Pois, entre a Flor, a beleza da cor e o perfume do odor, se esconde a fragrância da contradição. Os óleos e os olhos não encontram harmonia para compartilhar sua sabedoria para além das palavras.

Inserida por evermondo

Toda mulher gosta de Rosa⁠

Tantos paralelos poéticos já foram feitos entre a mulher e as flores na música, na poesia, trabalhos acadêmicos, conversas de família e até mesmo em mesas de bar.
Discordo totalmente!
Foi preciso muito tempo para entender que eu nunca soube nada sobre elas.
Mas de uma coisa tenho certeza: de flor a mulher não tem nada!
Nem mesmo quando se enfeita ela parece uma flor.
Talvez um vaso, por tantos penduricalhos, para acalmar os seus esforços para atender a esses comparativos românticos.
Numa luta inglória elas cortam o próprio corpo, trocam a felicidade em forma de guloseimas para viverem acuadas em dietas que prometem fazer-lhes parecidas com rosas!
Não, elas não merecem isso...
Talvez o homem esteja mais próximo das rosas. Sim! Eles, depois de jogar água no corpo e no cabelo, expõem-se ao vento, exalando o seu cheiro natural, sem nenhum esforço adicional, causam contemplação e mesmo murchos, possuem ferozes feromônios, um pouco fétidos, até, mas ainda assim retém olhares e cuidados zelosos...
Que nem as rosas, os homens têm espinhos, não ouse se aproximar de qualquer jeito para manipular uma das suas pétalas.
Quem nem as rosas, os homens murcham e adormecem após a flora, as suas hastes precisam de um tempo sabático para recuperar as forças.
Às vezes, que nem as rosas de cativeiro que compradas em supermercados, os homens murcham para sempre, rapidamente.
Entendeu agora por que as mulheres e as rosas nunca tiveram semelhança?
Para começar elas nunca murcham...
Depois, rosas murcham com as estações e as mulheres sobrevivem a todas elas.
Por isso está decidido: nem gorda, nem magra, nem jovem e nem adulta, de maneira alguma a mulher parece ou será comparada a uma rosa!
A partir de agora eu declaro: toda mulher é como uma nuvem!
Resistente a todas as condições de temperatura e pressão, molda-se! Lindas, vagueiam com os ventos céu afora, liberando novas formas, a passagem da luz e água para que as sementes brotem...
Elas vivem como as nuvens, também cheia de penduricalhos.
E como as nuvens, elas recebem sobrecarga de energia, e assim passam pelas tormentas que trazem relâmpagos e trovoadas, e em meio às suas mal compreendidas tensões pré-menstruais jorram, preparando os campos para receber as sementes, regar fatal e ironicamente as flores, além de alimentar o viço de tudo que há ao seu redor.
Algumas mulheres vagueiam viçosas e se transformam rapidamente em lindos carneirinhos, anjos com asas enormes, figuras assustadoras, enfim, as mulheres podem ser e estar onde quiserem, e como as nuvens podem até parecer rosas, enquanto as regam...
Como as nuvens, assim serão as mulheres a partir de agora. Nada de rosas para falar das mulheres!
A partir de agora, quando eu estiver apaixonado, vou convidar o meu amor para contemplar o céu e dar-lhe uma nuvem de presente, daquelas bem passageira de estação.
Ao contrário das flores, e como as mulheres, elas não murcharão: apenas irão aonde quiserem embaladas pelos ventos!
Mas também, se quiserem, poderão retornar intrépidas, alvissareiras, trazendo as boas as boas novas da estação.
Será um presente para nós dois. Bem íntimo.
E por eu ser como a rosa que murcha, deixarei o meu testamento grafado nos céus para que a cada nova estação ela possa ver os sinais do meu amor.

Inserida por jozedegoes

⁠Pensar é uma forma de não estar presente.

Inserida por sids

⁠Os espinhos são a provação para o merecimento da rosa.

Inserida por ednafrigato

Há uma rosa linda
No meio do meu jardim
Dessa rosa cuido eu
Quem cuidará de mim?

De manhã desabrochou
À tarde foi a escolhida
Pra de noite com muito calor ser levada pra você meu doce amor

Inserida por margarida10

Ficava horas admirando uma rosa, um dia essa rosa morreu e sobrou um lírio cheio de vigor, na sua indiferença esse também morreu e suas folhas secas foram jogadas ao vento...

Inserida por JustinoManoel