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Renasça a cada dia e seja sempre a sua melhor versão de si mesmo.
Cada dia um nascimento.
Cada ano um renascimento.
E assim iremos viver lindas histórias e compacta-las no livro de nossas vidas.
Acredite, a sua história é importante para alguém.
O nosso amor é uma lição das estrelas, porque já estava escrito no nosso céu cheio de eternidade, antes mesmo do mundo nos conhecer.
"Abandone. Permita que o que quer que seja que não te pertença mais e nem esteja em alinhamento com seus propósitos maiores simplesmente se vá. Você não precisa de tantas memórias e tantos arrependimentos e tantos remorsos. Permita que se vá. Esteja onde você está, olhe ao redor e permita que tudo o que não esteja com você à sua volta simplesmente não esteja com você. Inspire-se na natureza: abandone-se. Encerre-se. Acabe-se.
E então, renasça.
Como se nunca tivesse ido a algum outro lugar."
A gente vive caindo e se levantando para a vida se tornar mais colorida. É como um novo renascimento, quando tudo deve continuar forever again.
A morte não é só morte, é também renascimento daqueles que ficam. Esteja vivo, se sinta vivo. A vida é uma possibilidade, sempre!
" É preciso fazer-se renascer a cada Páscoa. Renascer para a nova Vida para que bênçãos divinas possam nos ungir.
Refletir sobre as atitudes, pensamentos e omissões de outrora a partir da humildade e sabedoria do hoje. Sabemos muito a teoria e urge que a ponhamos em prática.
Sim, é preciso renascer a cada Páscoa para a verdadeira presença de Cristo em nossas vidas através do que almejamos e desejamos ao próximo como a nós mesmos.
Não haverá Páscoa se mantivermos velhos e nocivos hábitos;
Não haverá Páscoa se guardarmos antigos sentimentos de rancor e medo;
É preciso viver a Santa Páscoa e todo o Renascimento de Amor e Compaixão que ela representa.
Vistamo-nos de Paz e Alegria; Verdade e Compaixão.
Renasçamos a cada Páscoa."
(Van der Fleurs)
RENASCIMENTO
Há, independente da nossa idade, o momento em que surgem os primeiros e sérios questionamentos sobre a vida, sobre a família e sobre Deus, quando nos perguntamos as razões de estarmos aqui, se estamos sendo importantes para a sociedade, se alguém se beneficiou com alguma das nossas ações, se pelo menos uma vez ajudamos alguém desinteressadamente e nos sentimos gratos por isto, se já aprendemos o verdadeiro sentido da palavra compartilhar. Se todas as respostas forem negativas, então precisamos RENASCER urgentemente.
O sofrimento pode ser um valioso meio de autoconhecimento. Portanto, observe o que ele está tentando comunicar, pois a vida é feita de (re) construções, de (re) avaliações, composta de alegrias, de perdas, de renascimentos e de renovações incontáveis.
"Devemos respeitar o tempo das sementes para que germinem e possam produzir, das lagartas para que se tornem borboletas e possam voar e também o tempo de cada um de nós para que as mudanças se interiorizem e então possam acontecer de dentro pra fora e trazer o renascimento necessário."
A SINA DAS COISAS
Um dia serei o infinito.
A brisa da madrugada;
O pó da terra de onde nasce a planta;
O texto de um livro que já fôra lido.
Um dia serei o vazio do abismo.
O brilho da estrela no céu;
O som da onda do mar que quebranta na praia
Ou um pé de eucalipto.
Um dia romperei a barreira do som
E já não mais serei ouvido.
Um dia serei o próprio raio de sol;
A luz da manhã;
O perfume das rosas;
E o adeus num filme muito antigo.
Um dia,
Um dia,
Quem sabe...
Voltarei ao princípio.
Não existem perdas, o que se foi cumpriu o seu propósito. Agradeça, tome uma atitude proativa e passe para a etapa seguinte.
Livro Fechamento de ciclo e renascimento
Três vezes eu morri e renasci te amando
Dias em coma pareceram milhares de anos
Por toda a eternidade, estarei te esperando
Meu amor não desfalece, apesar dos danos
RENASCIMENTO
Espera me, assim, lascivamente.
Nosso encontro porá fim.
Na insatisfação dos desejos da mente.
Os mais íntimos e indecentes, enfim.
Não sintas vergonha de nada.
Põe para fora, tudo.
Abre qualquer porta fechada.
Sai detrás deste cruel escudo.
Toda nudez será recompensada.
Teu grito de prazer será o mais agudo.
Aquele do fundo da alma lavada.
Arrepende-se deste mundo mudo.
Sente-se, verdadeiramente, amada.
Por alguém que te quer e te procura, muito.
Agostinho Lima
A minha Ribeirão Preto não é a gênese, é a revisita. Não é a metrópole , é a cidade pacata do quarteirão francês. É onde o público ensina e forma os jovens a se transformarem líderes da coisa privada.
É a cidade largo, outrora capital da cultura, do renascimento, do experiente cheirando a novo.
É a do Teatro do Imperador, das praças e do cafezinho. É Única. Altiva, capitaneia a região soberana , congrega os locais.
A Ribeirão pela qual me apaixonei é a do Otoniel, do antigo e , ao mesmo tempo, renovador, colégio Estadão. Diretor herói do Sertão, que clamava pelo Hino Nacional com respeito e orgulho.
Ribeirão, das domingueiras recreativas aos sábados da Nove de Julho. É a cidade dos nomes globais. De Heraldo a Ernesto. Do Nacional ao Fantástico. Do Pereira ao Paglia. Universo das rádios, do Datena ao Marcio, irmão do Zé e do Edmo.
A Ribeirão em que meus filhos e meu neto nasceram não é menos charmosa, é mais comercial. É política, com conquistas e dissabores.
A Ribeirão que me entristece é a que não reconhece. Grandes nomes da educação, da cultura, das artes e do esporte. Figuras carimbadas , hoje desdenhadas. Esta não é , definitivamente, a minha terra.
A minha terra tem palmeiras na Jerônimo, tem Museus, tem Bosques, tem Condomínios de luxo , tem estádios grandes e vazios, tem desenvolvimento, tem futuro.
Quem tem raíz, tem vida. Tem o chopp na veia, tem a história bem formulada , nunca acabada. Tem orgulho e cuidado. Somos responsáveis pelo que amamos.
A Ribeirão, enfim , que queremos é a que iremos construir, divulgar e respeitar.
Renascimento lírico
Dos meus avessos a “tiração” de pó
Das muitas versões em uma só
Dos elementos que me complementam
Dos espaços vagos e despretensiosos
Do que há em mim, do meu plural astral
Do resto de sal no meu corpo
Da marca do sol na minha pele
Das minhas marcas/cicatrizes
Do meu eu
Que nem eu encontro
Que no eu se perde
E renasce no lirismo
Pois até posso ser vaga
Mas vaga em poesia!
E na alegria de conseguir pensar além da caixa, além das sombras na caverna, levando comigo Eraclito e o seu Rio mensionado, pois entendo que era uma no início desse texto, agora não mais!
Texto 1
Sob a luz do sol, caminhamos,
nas mãos a esperança do amanhã.
Há dias em que o céu brilha claro,
os seus raios dançam na pele, no coração.
Mas às vezes, o céu escurece,
as nuvens pesam, ameaçam chuva.
Gotas caem, lavam as tristezas,
os medos dissolvem-se, escorrem pelo chão.
E outras vezes, as tempestades rugem,
ventos ferozes, relâmpagos que rasgam.
Os trovões iluminam o caminho
que, mesmo tortuoso, seguimos firmes.
Há dias em que a terra treme,
o chão abre-se, tudo se abala.
Nesses momentos, agarramo-nos,
buscamos forças nas raízes profundas.
Apesar de todas as tormentas,
de cada chuva, de cada tremor,
sabemos que o sol desponta
e renasce a esperança em cada flor.
Assim é o amor, a nossa jornada,
um ciclo de luz e de sombra.
Mas no fundo, em cada alvorada,
sabemos que o sol sempre volta.
Assim como a semente deve se abrir para permitir que o broto advenha, devemos enfrentar os desafios da vida com coragem e perseverança para experimentar o renascimento de nossa própria alma. Um viver novo e desperto, com propósito e sentido, real, bom e verdadeiro. Esse é o sentido da Páscoa!
Quantas vidas vivi dentro da minha vida? Quantas permanecem? Quantas tive que "matar" em legítima defesa? Foram muitas. Quantas irei ressuscitar? Qual será a minha próxima vida? Não sei, mas que seja melhor e se não for, que ela morra novamente e que venha um novo nascimento e assim viverei um novo estágio.
Neste Ano Novo, sugiro que apare as arestas, que se livre de pessoas falsas, principalmente daqueles que se dizem teus amigos e que te traem pelas costas, bem como de situações que não há mais nenhuma consistência. Que seja bem vindo o novo!
