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Cá com os meus botões diante dos últimos acontecimentos: até quando ficaremos enterrando a cultura nacional, dependentes de assitir shows estrangeiros mesmo a distância porque (a maioria não pode pagar entradas e deslocamento) e cultivando o quê há de pior na cultura?
O jargão "empoderamento feminino" flerta com exacerbação, grosseria e vulgaridade. Mulher poderosa para mim é aquela que tem o quê quer sem precisar se estressar, sem levantar a voz e se porta com elegância e discrição.
Para que as pessoas se apropriem da vontade de viver em paz, é necessário que individual e coletivamente entendam o quê significa viver em paz.
A guerra e a desestabilização social só beneficiam as elites mundiais para quebrar os países mais pobres.
O meu maior medo de me casar é lidar com esse mundo que as pessoas se programaram para nada durar, e se você é considerada uma "mulher boazinha" pode ser interpretada como uma mulher desinteressante. Vivemos num mundo de gente viciada em problemas.
Tornar homens e mulheres inimigos e competidores entre si, fragiliza uma Nação inteira. Toda guerra dos sexos é um prelúdio da guerra de fato.
O resgate do Romantismo através da Cultura e da disciplina dos pequenos gestos no cotidiano torna é a maior reação contra o inferno que querem despejar sob nossas cabeças para que não tenhamos condições de respirar, de conviver em harmonia e de cultivar nossos sonhos. Todos nós precisamos de sonhos para seguir em frente.
Racismo reverso é vingança. Racismo é racismo. Vingança e racismo não educam ninguém. A conscientização e a troca de conhecimentos evoluem a Humanidade.
Quando não puder falar com calma, simplesmente cale-se e retire-se. Melhor para você e para quem está ao redor.
Valorizem os professores e dêem mais liberdade profissional que o problema da Educação não será mais nenhum problema. Não existe professor que não sabe o quê fazer.
Todo mundo cuidando do próprio lixo, racionalizando o consumo, usando menos veneno, plantando árvores e florzinhas já ajuda de montão. Nem tudo é dever dos Governos. Devemos cuidar da nossa casa.
Vamos cuidar da nossa paz interior e das nossa atitudes externas? Toda a gentileza é um ato de liberação.
O Brasil precisa refazer a amizade com a própria cultura. Cultura e oportunidades são os maiores aliados no combate ao extremismo de qualquer natureza.
O combate a violência dentro e fora das escolas começa com o cultivo da comunicação não-violenta e com a apropriação dos instrumentos que protegem a nossa liberdade de expressão.
Câmeras com banco de memória
Detectores de metais nos portões
Inspetores Escolares
Mais interação com agentes de Segurança Pública através de projetos educacionais
Modelo de Policiamento Comunitário Clássico
= Segurança nas Escolas
O Mal precisa de Marketing para sobreviver.
Não seja um marqueteiro do Mal alimentando a lama psicológica da disseminação de notícias que incutem pânico, desunião e sentimento de tristeza profunda, e nem politize tragédias.
O Marketing do Mal se nutre do comportamento social desestabilizador, frágil e desunido.
Seja uma pessoa serena e colaborativa com o seu círculo sócio-familiar e aja em parceria com as autoridades você gostando delas ou não.
Faça isso para o seu bem e para o bem de quem você ama.
Toda a comunicação deve ser feita com tranquilidade e com segurança emocional para se obter o êxito de transmitir a sua mensagem com clareza, e no mesmo sentido escutar, observar e ler assim devem ser feitos.
Escutar, observar e ler são as urgências da convivência humana nos dias de hoje.
Escutar e observar também são formas de 'leitura", e a leitura
também é uma forma de 'escuta e de observação' nesta era de audiolivros e poeticamente podemos dizer que as pessoas são livros e também músicas diferentes nesta Humanidade.
Escutar, observar e ler devem ser feitos sob a regência do nosso silêncio interior e com a disposição de fazê-los com boa vontade.
Quando não há espaço para falar pacificamente, observar com calma e ler com concentração é melhor esperar a oportunidade ou mesmo silenciar-se para a ansiedade não tomar conta e não distorcer as informações e as intenções.
Aprender a escutar para entender melhor a mensagem e até aquilo que não se diz enquanto se fala é preciso para não criar interpretações frágeis.
Enquanto um fala o outro deve escutar sem interrupção e esperar a sua vez de falar ou mesmo encontrar a oportunidade para pedir a sua vez de falar sem a necessidade de impôr o seu ponto de vista e sem precisar elevar o tom de voz.
Observar com serenidade para interpretar melhor os fatos, porque os fatos podem se perder quando não sabemos observar e a nossa narrativa pode se fragilizar.
Ler com tranquilidade e buscar conhecimento para entender o significado das palavras e observar a mensagem nas 'entrelinhas' do texto
para buscar o entendimento preciso e a interpretação fiel da mensagem.
Quem não consegue escutar, ler e observar, não consegue interpretar, se entender, se comunicar e conviver.
A falta de escuta, a falta de leitura, a falta de observação e a falta de boa comunicação também podem promover a crucificação.
