Tag reencarnação
A diferença de quem nasceu bruxo e quem estuda bruxaria é gritante. Quem estuda, começa e para. Quem é bruxo, continua bruxo, mesmo se parar de estudar.
Não importa se existe
Reencarnação, se a Vida é uma simulação, uma probabilidade quântica ,ou se é um percurso finito só de ida… o importante é se em qualquer dos cenários, você honestamente se esforçou para ser a sua melhor versão de si mesmo!
O ser humano é julgado por seus pares o tempo todo. Porem só existe um julgamento, o de sua própria consciência é só existe um castigo, que é o remorso. Nenhum outro julgamento é tão preciso. Nem outro castigo faz se tão persistente.
Se me for permitido, escolho não reencarnar novamente nesse mundo. Conviver com tanta injustiça e gente maldosa não é pra mim. As vezes acho que não sou desse mundo, mas sei que tenho meus resgates pendentes. Trabalho minha consciência, minha índole e minha evolução pra merecer um lugar mais justo e honesto. Que assim seja! 🙏
Como pode uma religião falar em reencarnação, quando Jesus veio apenas uma só vez em carne e testemunhou que Ele mesmo é a ressurreição e a vida?
Quem consulta à médiuns, gosta de magia, ama a feitiçaria, ouve os adivinhos, lê e segue conselhos mortais, como se nada disso trouxesse uma futura vida miserável, infeliz e sem esperança, em nome da reencarnação.
Um dos maiores enganos do espírito humano é a sua alma confiar na reencarnação, quando o próprio corpo trabalha em prol da sua própria evolução sem o mínimo de obediência ou credibilidade à Palavra de Deus.
Coitado dos espíritas, cuja fé baseia-se na reencarnação, uma vez que na carne nega a primeira ressurreição da alma sem pecados e nega no espírito a segunda ressurreição dos santos no poder de Deus.
Nenhuma família espírita consegue provar para os cristãos a missão da sua presente reencarnação; porquanto os demônios roubam-lhe a fé e a obediência aos mandamentos do Senhor Jesus Cristo.
A doutrina espírita não trata da salvação em Cristo, porque a reencarnação anula toda a redenção eterna.
Se a reencarnação fosse verdadeira, então Adão, Eva, Abel e Caim teriam comunicado em família que as consequências de vidas passadas teriam sido registradas por algum médium.
Os únicos seres que voltam a Deus, sem passar pela reencarnação, são os cristãos, porque Jesus virá buscá-los pela Sua ressurreição.
Que diferença faz uma alma acreditar na reencarnação, quando ela mesma não acredita na ressurreição proposta por Jesus?
Milhares e milhares de almas enganadas, ouvindo que Jesus é a ressurreição da vida, morrem sem esperança e sem salvação, porque acham que virão à terra, de novo, pela crença na reencarnação,
Por um Homem veio a ressurreição e a vida e Ele fará sofrer o espírito de todos aqueles que foram doutrinados pelas obras meritórias da reencarnação, que ainda permanecem mortos, espiritualmente.
O que desce à sepultura não verá a sua evolução ou o vivo a sua reencarnação, uma vez que a ressurreição dos mortos é o encerramento de sua jornada na terra e o princípio da sua eternidade.
A reencarnacão está fora das Escrituras, porque a carne fica e o espírito volta a Deus depois da morte, logo assim que o Autor da ressurreição dos mortos for cumprida dentro das Escrituras.
Anule do seu coração toda crença na reencarnação, antes que o inimigo mate a sua fé na ressurreição para a vida eterna, obrigando o seu espírito a acreditar que precisa voltar à terra, de novo para sofrer os mesmos revezes, até atingir a sua máxima perfeição espiritual; ou seja, pagar em vida por todos os seus delitos contra o próximo, sofrendo diversas vezes com o mesmo espírito, em corpos diferentes.
A morte é o maior paradigma desta humanidade, quando o ser humano entender a sua inexistência, tudo será diferente e inovador...
Uma batalha esquecida mostra a busca da redenção espiritual por mais de mil anos e diversas encarnações.
Os atos na vida
enquanto permanência
com certeza definirão o futuro
caso uma provável pós existência
Nossa vida é como a estória da cigarra e da formiga. Quando morremos sabemos se apenas descansamos ou juntamos montinhos pro futuro. E isso pode ter ou não relação com Deus. As pessoas acham que ser ateu coloca a encarnação sem propósito ou futuro algum...
Quando na última etapa da existência, constatamos ausentes sonhos, caminhos e soluções, crer na reencarnação é o grande estímulo.
Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla
A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.
O poder de Teodora em vida
Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.
Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.
Cronograma histórico
c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.
527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.
532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.
548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.
553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.
O Concílio e a questão da reencarnação
A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.
Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.
A permanência do mito
Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.
Reflexão final
Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.
Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.
Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.
