Tag público
O louvor não é um atributo de quem canta bem e sim de quem adora de verdade, e adoradores não necessitam de público e nem de palco, eles já estão convictos do que precisam... de Deus.
A boa propaganda não apenas divulga informações. Ela penetra na mente do público com desejos e crenças.
kkkk dizem que é sorte, não sabendo eles que, enquanto curtiam, você estudava, enquanto festejavam, você folheava, então para de dizer que é sorte e vá estudar!
Assim, mantêm a fama de assustadores! O pior é eles conseguirem nos assustar, quem não tem medo de bandido! Porém, Os Diretos Humanos defendem-nos, e eles percebem; sempre me ameaçam em trazer a mãe e fazer abaixo-assinado para me tirar da escola, e por isso fazem graça, palhaçada livremente, eles têm sede de um público cativo e conivente que substitua seus familiares, aqueles que sempre os aplaudem, e os incentivam, e cuidam deles como jamais deviam. Deturparam o objetivo primordial da escola.
A liberdade de expressão é tão valiosa que somente os corajosos escolhem o manifesto público do que o silêncio do púlpito.
Chego no trabalho as 7:50h.
Meu horário é das 7:30h às 13:30h, mas 20 minutinhos de atraso não matam ninguém...
Assino o ponto "retroativamente".
Encontro com o amigo(a) . Conversamos sobre a novela, filme, futebol.
8:30h estou na minha mesa pra trabalhar.
Paro às 9:00h. Vou lanchar.
9:45h retorno pra minha mesa.
Reclamo do HD, da impressora, falo mal do chefe.
10:30h inicio o relatório que devia ter começado as 7:30h.
11:30h vejo uma conhecida vendendo perfume, bijuterias, avon, Herbalife...
12:00h volto pra minha mesa.
12:30h saio pra fumar
Falo mal do deputado, prefeito, do senador. Cambada de enrolões... Ganham mais que eu e não trabalham!
13:00h volto pra mesa.
Já não dá mais tempo de terminar o relatório.
Saio 13:15h, afinal, 15 minutinhos mais cedo não vão fazer falta.
Amanhã termino o relatório.
Mas depois do aniversário do João.
Combinei de levar o bolo...
Não há como cuidar bem do que não se gosta. Se não gostar "de" povo, não estará, por óbvio, apto para cuidar dele.
Corporativismo, é o câncer nos Departamentos Público de todo o Brasil. Mas o ônus sempre vai para o cidadão pagador de impostos.
Os políticos e também os funcionários públicos são os únicos tipos de
empregados que exercem grandes poderes sobre seus patrões. Afinal, quem os paga é o cidadão que, ironicamente, esta sempre à mercê da boa vontade dos primeiros.
O tempo tem revelado que a estátua na praça, por si só, não é instrumento sinalizador de bondade, de "relevantes serviços prestados". Que a "era da transparência" nos permita aplaudir, no futuro, os verdadeiros grandes homens públicos.
AS VEZES PESSOAS DESRESPEITOSAS E MAUS EDUCADAS DEVEM SER COLOCADAS COM MUITA EDUCAÇÃO NO SEU DEVIDO LUGAR PARA APRENDEREM PUBLICAMENTE O VALOR DO RESPEITO!
As pessoas nos menosprezam, fazem pouco caso de nós, quando nos trocamos por gratificações, funções gratificadas, convescotes de final de ano e festins. Os escravos jamais imaginam o que dizem seus senhores nos bastidores. Se o soubessem, comeriam o pão amassado pelo Diabo, mas lhes beijariam os pés. "O amor a dinheiro é a raiz de todos os males".
Supere o medo de falar em público focando em: dominar o assunto, praticar o discurso e despertar sua coragem...
As dificuldades enfrentadas pelo povo no acesso aos serviços públicos são o principal argumento de que um governo vai mal.
A falência dos serviços públicos revela a falência de um governo.
A grande distância entre o discurso público e o privado dos políticos revela quão hipócrita tem sido a política atual.
Estamos num país onde cultiva-se a falta de conhecimento. Desta forma fica difícil de ter clareza para enxergar que, aqueles que fazem mais barulho a lamentarem-se a favor do público, são os que mais se alimentam da carência e da necessidade dos menos abastados, são esses que se escondem em personagens políticos e são eles os mais preocupados com o seu próprio bem-estar.
Tudo pode ser visto como arte, principalmente quando essa arte tem como público pessoas totalmente desprovidas de senso artístico.
Um público tão grande de eleitores em potenciais
Eu revesti esse desejo de uma forma cruel de aversão, minando cada vez mais a possibilidade de me misturar aos outros políticos, tinha gestos de gentileza, não comprava votos e não fazia alianças.
O meio era sujo, envolvia as pessoas que eu mais amava, minha família, tudo era especulação, mentira. Eu ficava cada dia mais pálida e magra, não parava notícias mentirosas e caluniosas que difamavam meus entes queridos.
Eu estava no extremo, cansada, com pressão familiar de um casamento quase desfeito, o marido insistia: “esse campo não é para as pessoas honestas”, um amor real no ápice da crise por ideologias de um mundo melhor e mais justo.
Só estou tentando ajudar o país, isso me parece importante. Não quero ser paparicada, incluir datas comemorativas, quero apenas dar dignidade as pessoas, construir uma imagem que o bem ainda é o melhor caminho.
Seria um consolo ter alguém ao meu lado lutando comigo, mas pelo visto tudo parece utopia, o amor pela causa social parece não ser de verdade, até os mais íntimos parecem não conhecer o que eu quero de verdade.
A minha vida não dava uma história bonita, nasci rica, sem competição, não fui órfã, minha infância não foi sórdida, desumana, tive todo cuidado e atenção, tive amor, não precisava “perder”. As influências do dinheiro sempre me ajudaram.
Eu não era um bom político, era generosa sem exigir nada em troca, tinha o homem dos meus sonhos, era limitada e cheia de virtudes trazidas da criação, por várias vezes externava o que sentia, sem me preocupar, ferindo os interesses partidários.
Sabia que apesar de todas as crises, sempre teríamos um ao outro, mesmo em um curto espaço de um ano tivemos brigas frequentes, nós jamais abandonaríamos o barco que nos comprometemos a navegar.
Cresci num contexto de muitas exigências, fui educada para entender as fragilidades do mundo, minha vida era uma gangorra entre alívio e desapontamentos como toda e qualquer vida.
Eu só queria mudar o mundo das pessoas, mas está tudo tão corrompido, tão desacreditado, não nojento que talvez a forma que eu possa mudar o mundo é mantendo relações justas, sinceras, incorruptíveis.
