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Aquele que morre e fica
não dura nem perdura
não perece nem permanece
não aquece nem arrefece
sente sem ser sentido
não é nem reconhecido
é um poeta esquecido
vive sem ter vivido
tristemente escondido
esperando ser atendido
não tem futuro nem passado
anda sem ir a nenhum lado
amando sem ser amado.
Eu sou a tua muralha
que te protege, rodeia, completa
que te aquece suavemente
que te prende eternamente
que te toca gentilmente
que vive no teu pensamento
que te ama intensamente
que em ti vibra emanamente
que bebe do teu suor quente
sou o reflexo do teu reflexo
o lobo da tua presa
o teu sonho acabado
o teu mundo, lado a lado.
Ventos que discorrem
Nesta floresta homizia
Onde irruptem gotas
Frias, fugazes, mortais
Dilapidadas pela dor
Excruciadas pelo amor
Deste plissado coração
Pelas entranhas adentro
Onde reside o pensamento
No oblivio da razão
Desmembrada pelo passado
Assassinada por dentro
Na serendipidade da vida..
Nos pomares do pensamento
renascem poemas eternos
qual emanamente sentindo
descarnando etéreas palavras
fluorescendo preludios secretos
desbravando raizes perdidas
entre almas e dores escondidas
entre dálias flores esquecidas
pelos campos rupestres passando
entre montes e vales sonhando
qual criança ali contentando
o transparente ocaso observando.
Passarei
Para além das montanhas azuis
Para além dos mares infinitos
Por entre estradas e vales
Tristemente cantando
Minhas dores aguentando
Passo a passo
Por entre o espaço
Nunca perdendo a esperança
de ver um dia
O teu sorriso de criança.
Não sou grande, nem pequeno
Sou um poeta sereno
Não sou fraco, nem poderoso
Sou um poeta amoroso
Não estou perto, nem distante
Sou um poeta amante
Não estou triste, nem contente
Sou um poeta diferente
Não sei muito, nem sei pouco
Sou apenas um poeta louco
Não estou feliz nem descontente
Mas amo-te perdidamente.
Ser poeta é ser gente
Que ama vive e dá intensamente
Ser poeta é ser pobre
Com um coração grande e nobre
Sou poeta sonhador
Aspirando por teu amor
Não sou muito nem sou nada
Sou mesmo uma carta fechada
Sou um poeta perdido
Nem vivido, nem nascido
Nos mares do pensamento.
Sou um poeta achado
Nem vivido, nem morrido
Nos poemas so passado.
Sou uma árvore sem folhas
Uma figueira sem figos,
Uma nogueira sem nozes
Uma ribeira sem água,
Ouvindo pequenas vozes
Sou chuva que não tem chão,
Sou ponte que não tem fim
Uma luz apagada,
Uma porta fechada
Um poema sem palavras,
Um tronco sem raízes
As sementes desta fonte
Estão mortas, infelizes.
Este coração singelo
tem sentimento inocente
ele é puro e belo
e ama honestamente
com a alma imaculada
só procura a sua amada
transparente e genuíno
é um coração pequenino
de grandeza depurada.
Inofensivo e carente
ama extraordinariamente
Seráfico e reluzente
agradece humildemente
o amor de toda a gente.
Esta corrida contra o tempo
onde jazem as palavras
onde se perdem as mágoas
onde nascem os poemas
uma corrida inacabável
impossivel de ganhar
pois o tempo ja ganhou
ainda antes de começar
é uma corrida ingrata
que nunca tem vencedor
por mais rapido que corra
ou mesmo que o mundo percorra
nem parando para descansar
abrandando, devagar
pois o tempo já ganhou.
A solidão
é um poço que não tem fundo
é um sentimento bem profundo
é um deserto sem fim
é estar perdido no mundo
é uma dor inderrogável
um desconsolo imutável
uma sensação de dissipação
aprofundada no coração
é viver desconsolado
respirar sem respirar
adormecer e não acordar
é amar sem ser amado
é esperar sem ser achado.
Este Povo (Português) foi grande quando acreditou no impossível!
Hoje o vemos pequeno por duvidar do possível.
O Brasil nunca foi colônia
Do divino Reino de Portugal
A história que aqui nos contam
Além de mentirosa cheira mal
Dualidade Unida
Nasci na Alemanha, num pedaço de terra que acolhe e cuida. Filho de pais portugueses, trago comigo as raízes profundas de uma pátria distante. Sim, amo dois países. Um foi mãe, outro é pai. E assim, cresci entre dois mundos, onde o patriotismo não se anula, mas se completa, como as estações que se sucedem, cada uma com a sua beleza.
O melhor de ambas as culturas marcou a minha educação, tal como o sol e a lua marcam o dia e a noite. Da Alemanha, aprendi a ordem e a disciplina, o respeito pelo tempo e pelo espaço. De Portugal, recebi a alma poética, a saudade que me abraça e a simplicidade das coisas.
Guardo ambos no meu coração, sem conflito, sem divisão. São como duas árvores que crescem lado a lado, as suas raízes entrelaçadas, as suas folhas tocando-se ao vento. E assim, sou inteiro, sou completo, porque levo comigo a essência de dois lugares que me formaram e me fazem ser quem sou.
O preço dos combustíveis em Portugal e o vergonhoso voucher de 5€/mês…
Andardes a apregoar, isto dar;
não passa de mais uma habilidade;
não passa de política vontade;
pra não terdes que os impostos baixar!
Não passa de enganar reconhecer;
que a todos nós estais a tão pregar;
nesse parecer dar, pra o quem pagar;
em posto com mais caro abastecer…
Que pena a oposição nada dizer;
neste país a saque em que vivemos;
por também dos tais roubos depender…
Que pena da política viver;
essa de quem todos tão dependemos;
pra evitar desgoverno, ou o malfazer!!!
Paulo de Morais e o país [ou Portugal] a saque…
Parabéns, professor pela coragem;
que demonstras em tal denunciar;
deste país a saque em que vivemos…
Pelo TANTO ROUBAR que em ele vemos;
Consentido em da justiça cegar;
por na mesma haver tão boa arbitragem!
Que pena haver cá como tu, tão poucos;
com coragem pra os tais desmascarar;
mas pouco adiantando, bem sabemos!!!
Devido aos tais juízes que invertemos;
por parvos que se deixam subornar;
tornando-se em algozes com tais loucos.
Que pena não termos quem nos defenda;
neste do POVO a saque em que tão vemos;
caído o nosso pobre Portugal…
Por não vermos solução para tal!!!
devido aos bons políticos que temos;
só bons pra na JUSTIÇA, porem venda.
Que pena andarem tais tantos, impunes;
vigaristas a rirem-se de um POVO;
que em tempos, foi feito de forte gente!
Mas que agora se encontra tão carente;
talvez por lhe faltar GOVERNAR novo;
com tanta gente nova em nossos cumes!!!
Oxalá quer tu, quer a Ana Leal;
quer Carlos Alexandre e poucos tais,
quer os de investigação, jornalistas…
Desmascarem tanto esses vigaristas;
que nem fugindo, tais se livrem mais;
pra vermos em tais PUNIR, mas REAL!!!
Porque caso isso em Portugal se veja;
graças à coragem de alguns de vós;
talvez o PAÍS volte a arrebitar…
E a JUVENTUDE em tal, possa ficar;
a governar-nos pra não estarmos sós;
como o tão estamos, sem que a GENTE o veja.
Vermos VELHOS sacanas consolados;
impunes e cheios de mordomias;
por lhas continuarmos a pagar…
É algo, com que temos que acabar!!!
descobrindo as tais deles AVARIAS;
pra os PUNIRMOS, após desmascarados.
Ah se eu vos pudesse valer!!!
Ó PORTUGAL Ó MAR SALGADO
Ó mar salgado do meu coração.
Vermelho, verde e amarelo de Portugal..!
Lágrimas de saudade rezam ao céu.
Chora-se e ri-se neste país solarengo.
Amaldiçoamos os impostos, os corruptos!
Abençoamos a bola, o futebol e até o campo.
Embalamos e cantamos o hino com paixão!
A felicidade transbordava em cada jogada.
E em cada golo uma simples emoção!
É a magia do futebol que é contagiante.
Alegria do povo que se transforma em poesia!
Enquanto isso os políticos roubam à descarada.
Enchendo os bolsos do nosso Portugal!
Nesta sociedade onde todos são culpados.
Que deixamos que nos vão à carteira!
Com medo de ter voz, de tudo ou de nada.
Portugal acolhedor de tantas tradições!
Livra-nos das sombras que as trevas nos cercam!
E dos vampiros que se disfarçam de anjos.
Ó mar salgado da minha alma, ó meu Portugal!
O mundo já foi dos poetas e filósofos
Amei-te e por te amar pensei e olhei para o universo, e disse, és linda, és gostosa, és maravilhoso, és única e especial do jardim de jasmin és uma deusa grega que deixa qualquer poeta e filósofo louco por ti e desejo ardente e apaixonado.
Só a ti eu não via eu queri
Eras o céu e o mar e eu o oceano radiante por ti.
Eras a noite e o dia e eu o sol e a lua te chamando
Só quando te perdi
É que eu te conheci e disse és um anjo sem asas.
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso eu dizia que deusa grega que és flor rara e especial do jardim de jasmin.
Anda o povo a passar covid
E quem o mandou passear outros
Não tem barriga para o que come
Nem mãos para o que alcança.
Os ladroes já não andam na estrada,
Moram na pele dos ministros.
Pobre era Jesus Cristo
E ainda o puseram na cruz.
De dentro de mim avisto
O Princípio de uma luz.
Não é português quem come
À custa do português pobre.
Nasceram aqui porque tinham
que nascer em qualquer parte.
Ninguém odiava o alemão.
Mais se odiava o francês.
deram-nos uma marcara para a mão
E um álcool gel para os pés
Podiam vender negócios
sem vender a nossa pele.
É inglesa a constituição,
E a republica é francesa.
É de estrangeiros a nação,
Só a desgraça é portuguesa.
Criamos crianças sem valores e atitudes
Vivemos em mundo violento e sem cores
A água está contaminada e a terra poluída
Mas quem se preocupa?
Consumimos sem pensar, gastamos sem poder
Matamos por dinheiro, julgamos os verdadeiros
Nesta imoralidade tal,
Reinam os chulos e aguentam os pobres
Protegemos os maus e ignoramos o povo
Mas quem se preocupa?
Crianças sem juízo, idosos esquecidos
Nem a fé compreende, esta doença do ser humano
Destrói o que é belo, admira o que é desprezível
Mas quem se preocupa?
Soneto em forma de AGRADECIMENTO, dedicado ao DR. Roque da Cunha, presidente do SIM- (sindicato independente dos MÉDICOS de Portugal), pelo que na tv disse:
“Espero que quando esta pandemia passar, por tamanha luta que nos foi imposta; os senhores políticos, se lembrem de nos dar, nem que seja: pelo menos; mais um dia de férias!!!”
Assim são representados os MÉDICOS do meu Portugal!!!!!!
Ouvindo um presidente sindical;
Apelar pra mais um dia de férias;
Pergunto: onde estão nele ideias sérias?
Ou como: pode ele sugerir tal?!
Pós ver tantos colegas, INFECTADOS;
Pedir a políticos escondidos;
A ganharem chorudos ordenados;
MISÉRIA, para os TAIS, em si tão tidos!?
Organize-se, Ó sindicalista;
Que tão me deu vontade, de chorar;
Pelo sugerir que SÓ, de si; ouvi!!!!!!!!
Daí, haver: tão malganhar à vista;
Daí, eu ver: em VÓS, tanto emigrar;
Por culpar, da política e de SI.
Quando um dia, não houver MÉDICOS no nosso Portugal, para nos tratarem, a si agradecerei!!! Com mágoa;
Enfim!!!
