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DE PONTA-CABEÇA

Tudo igual
Olhar convergente
Caminho sem sal
For”matando” gente
Assim programados
Resetados, sem voz
Cheios de nadas
Cegueira do algoz
Muda a tocada
Em “riste” pro outro
Sem busca em vós
Nova era
“Se” faz essencial
Sem tempo pra espera
Diferente, especial
O “topo” não topo
Mudança de foco
Sendo a escolha
Saindo da bolha
Adeus arremedo
Respirando sem medo
Virando a cabeça
Outra mirada
Teimosia travessa.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠APUROS
E quando você está em apuros
Em ponta de faca não dê murros
Faça tua estrada render juros
Rompa a barreira e quebre o muro
Para bem flertar com teu futuro
O melhor de ti porto seguro!

Inserida por alfredo_bochi_brum

O que causa o estrago não é a força, nem o cabo, é a ponta da lança.

Inserida por Shalky

⁠Geralmente eu levo cerca de um mês maquinando uma resposta na ponta da língua; depois, como quem não quer nada, é apenas voltar para aquele msm assunto, que nos deixou remoendo por dentro, de queixo caído, sem resposta, e aí é só liberar o veneno; ou provocar um conflito para recriar o momento oportuno. 😎

Inserida por reconceituando

⁠**Ponta Porã, Princesinha dos Ervais**  

*por Yhulds Bueno*

Na linha sutil de um mapa sem muro,  
Onde o Brasil e o Paraguai se dão as mãos,  
Nasce Ponta Porã, em abraço maduro,  
Terra de ervais, de cheiros e canções.

Princesinha cercada de verde e neblina,  
Com a alma gelada do vento europeu,  
Nos dias frios, o céu se inclina  
E acaricia o mate que alguém aqueceu.

Aqui, o tereré canta em roda de amigos,  
Fronteira sem porteira, só coração,  
Mistura de línguas, de risos antigos,  
De lendas que cruzam o chão do sertão.

Brasileiros e paraguaios se encontram,  
Sem barreiras, sem pressa, sem porquê,  
As histórias se fundem, os olhos se contam,  
E a cultura floresce onde a paz quer viver.

Ó cidade das neblinas e do chimarrão,  
Dos mitos que dançam no campo molhado,  
És poesia na palma da minha mão,  
Ponta Porã, meu canto encantado.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Ponta Porã Linha do Tempo 

Por Yhulds Giovani Pereira Bueno 

Na linha tênue que separa e une o Brasil e o Paraguai, repousa Ponta Porã — ou como carinhosamente dizem por ali, *a Princesinha dos Ervais*. Uma cidade que não se contenta em estar na margem de um mapa: ela ocupa o coração de duas nações, dois idiomas, duas culturas... e muitas histórias.

É difícil caminhar por suas ruas sem perceber que o tempo se mistura como o chimarrão servido em roda de amigos: quente, forte, com traços guaranis e sotaques sul-mato-grossenses em perfeita harmonia. 

O português e o espanhol se cruzam como os passos de quem atravessa a linha internacional sem perceber — porque, em Ponta Porã, fronteira é apenas um detalhe simbólico.

Ali, as feiras fervilham com o colorido dos tecidos paraguaios, a música sertaneja divide espaço com a polca e a cumbia, e os sabores revelam encontros: chipa e pão de queijo, sopa paraguaia e arroz carreteiro. Nada ali é puro — e ainda bem. A identidade ponta-poranense é mestiça, e é nessa mistura que ela se fortalece.

Histórias de colonos vindos da Europa, indígenas resistentes, paraguaios que fincaram raízes, brasileiros que abraçaram a lindeza fronteiriça. Cada um deixou um tijolo, uma receita, um costume. 
O passado ali não se guarda em livros, mas nas varandas com cadeiras de fio, nas rodas de tereré sob a sombra dos ipês, nos nomes que não soam de um só lugar.

Ponta Porã é palco de somas e divisões. Soma de sonhos, divisões de saudades. Porque todo mundo ali tem alguém “do outro lado”, e isso não separa — aproxima. Mistura que não se dissolve, mas que se reinventa a cada geração.

E assim segue a Princesinha dos Ervais: de vestido bordado com ervas mate, cabelo com aroma de fronteira e um olhar que enxerga longe, para além da linha imaginária, onde a cultura não pede passaporte, só respeito e celebração.

Inserida por yhuldsbueno

Tomei todo o cuidado
ao me aproximar
cheguei devagar...
sussurrei baixinho...
fui toda carinho
Entrei na ponta do pé
no seu coração
e se você me der licença
não sairei dele nunca não...

Inserida por RosangelaCalza

A tecnologia de ponta ainda está atrasada alguns anos, porque vive na ponta, em vez de se tornar uma ponte tecnológica para quem está ainda no cabo dela.

Inserida por HelgirGirodo

⁠a BEIRA da louCURA 
é SOMENTE a PONTA do ICEBERG da REALIDADE... 

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠Doutrinariamente as gravuras artesanais nas artes plásticas tradicionais são três a xilogravura, a gravura em metal e a litografia. A xilogravura é considerada a mais antiga delas, pois era usada desde o inicio da idade media, para anunciar os eventos itinerantes, originário do termo italiano "I Musicanti", que eram peças de teatro musical infantil, tem por base desenhar no taco de madeira por goivas metálicas. A seguir temos a gravura em metal que tem como matriz uma placa de metal geralmente em cobre, por ser mais macio. A imagem é encavada no metal, de diferentes maneiras por objetos com pontas duras ou ácidos. Por fim a litografia que é a técnica de gravura em que se usa a pedra como matriz. A pedra litográfica geralmente é feita com um calcário especial que é desbastado por meio de um tratamento químico na pedra. 

Inserida por ricardovbarradas

⁠Com a tua chegada, vieram algumas perguntas sem respostas e ainda revestidas de medo, meu mundo ficou de ponta-cabeça, mas, graças a Deus, tive forças pra manter a calma e ver o que poderia ser feito e aos poucos fui te observando e aprendendo que o meu amor por ti, seria um bom começo para acertar e assim tem sido. Sei que o aprendizado não acabou e não quero que acabe, pois, graças ao Senhor, deste mais valor aos os meus dias com contínuos ressignificados que, hoje, fazem parte da minha alegria e não me imagino sem estar ao teu lado. 

Inserida por jefferson_freitas_1