Tag poeta

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Gênesis transmoderno

Do pó
viemos
ao poema
voltaremos.

Inserida por OsicranAkdov

O bom poeta não é o que faz rimas
Mas o que sabe rimar
Do que vale ir às vindimas
Se não se sabe podar

O bom poeta não é o que pensa
Mas o que tem as ideias
Do que vale uma dispensa
Sem as gavetas cheias

O bom poeta existe
Ou ainda está para aparecer
Só a dúvida persiste
Só a resposta nos fará saber.

Inserida por LeinadAiraf

INDAGAÇÃO (soneto)

Indago se sou só criação
Se sou de fé ou um ateu
Pergunto mais, sou são
Mais e mais, se sou eu?

Nesta túrbida indagação
Não sou coração proteu
Isto sei. Sou afirmação!
Porém quem eu sou eu?

Se ideio na sorte em vão
Finjo da causa não ser réu
Então, cadê minha moção?

Aí pergunto ainda, ao céu
Sou só solidão ou comunhão?
Na dúvida sigo meu cordel...

Inserida por LucianoSpagnol

O profissional que escreve por necessidade, escreve, reescreve, é um poeta da realidade, cuja experiência ficará para a posteridade.

Inserida por elanklever

Simplesmente sou poeta!
Não me chame de outra coisa.

Inserida por eraldocosta13

Frases da vida sãos inspirações de poetas que eternizaram épocas.

Inserida por eraldocosta13

Todo poeta morre de medo de amar.

Inserida por eraldocosta13

Há uma diferença sutil, porém clara, se me permitem o antagonismo, entre o antigo e o velho.

O antigo é sempre bem cuidado. Uma aula de história. Uma boa visita ao passado preservado. Os anos passam, mas o tempo lhe é generoso, transformando-o em inspiração ou referência para as próximas gerações. O antigo é raro, tem beleza e valor artístico.

O velho remete ao abandono. Ao pouco caso. Ao descuido. A ser relapso e à pouca preocupação em manter viva uma história, ou a energia de tempo, intelectos e capital ali empregados. O velho se desvanece. Ninguém o cuidou. É um mero acumulador de pó.

Isso vale para as cidades, arquiteturas, invenções. O velho e o antigo definem o que vai ser contemplado em um museu como ícone da história ou ser condenado ao esquecimento de um ferro-velho.

O mesmo vale para nossas almas e histórias: a queremos velhas ou antigas? Uma alma antiga, cuidou de si mesma. De sua preservação, sempre mirando a evolução futura. Uma história e uma alma velhas foram impiedosas consigo mesmas. Não conseguiram acompanhar as transformações sociais. Não se amaram. Ficaram lá plantadas esperando que tudo e todos girassem em torno delas. Mas o tempo é mais poderoso. Ele não perdoa. Transforma reinos e civilizações em pó. E faz o velho mirar-se apenas no espelho de sua vaidade.

E você? O que prefere ser ao longo dos anos: velho ou antigo? (Victor Bhering Drummond)
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Inserida por victordrummond

Ego transmoderno

Toda palavra
que um poeta diga
triste
ou contente
é só pra mim
que ele diz
igual me diz
silente
me paralisa
o olhar
da Mona Lisa.

Inserida por OsicranAkdov

Quantos universos
dormem
na caneta do poeta?

Inserida por IsabelFurini

Um louco e um poeta, sãos os dois a mesma coisa.

Inserida por eraldocosta13

e fica o dito
pelo não dito
sou só um maldito poeta
queria ser
um poeta maldito

Inserida por mix_ativa

uso a língua
como me convier
a crase é minha
e eu coloco
onde quiser

Inserida por mix_ativa

DA PAIXÃO

Da paixão não tive o encanto
O cochicho ao pé do ouvido
Segredando segredos tanto
Tão precisos e tão devido

Minha vida foi de traço só
De uma solidão rodeada
Não posso dizer pra ter dó
Fiz da ventura uma estrada

E neste galgar por galgar
Nunca fingi, nem falsei
Com emoção ensaiei amar
Se não tive sorte, tentei

Sobeja vida, sem desfecho
De pouca oferecida flor
Porém, de sinuoso trecho
E do vário acaso, um editor

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
18/11/2015, 13’13”
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Espera

Oh! Estrela solitária
Na noite de solidão
Por que o teu silêncio fala
Se silente está o coração...
A poesia na inação se cala
Vazia está na inspiração
Não brada nada!
Deixe quieta a emoção
Vou deitar a saudade
No colo da afeição
Sem nenhum alarde
Sem noção e razão
Irei sonhar banalidade
Assim, na espera, nada em vão!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
12/07/2015
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Todo poeta é ridículo, mas seus versos sãos esplêndidos.

Inserida por eraldocosta13

ENTRE COSTURAS

Tenho vontade de tramar ternura
Em colares de amores ressentidos,
Adornar vestidos com babados de doçura,
Descoser as linhas que sustem a angústia
E entre costuras de sonhos bons,
Desatar laços de esperança e otimismo.

Em camisas abertas ao desespero,
Pregar botões de alegria e dinamismo.
Coser com ponto miúdo os bons amigos
E alinhavar os fúteis cós dos desmazelos.
E entre costuras de sonhos bons,
Cortar tecidos macios e coloridos.

Inserida por joaofelinto

Apenas um deles

Se me tomarem por sombra
De uma porta entreaberta...
Meus olhos espreitam as velas
Do morto sendo velado.
De todos, menos culpado,
Pois já não creio na espera
Além do corpo enterrado.

Se me tomarem por sábio
Que do saber observa...
Do pasto, a mesma erva
Que alimenta o gado;
O verme no chão molhado
Que se oculta na terra,
Na cova do sepultado.

Se me tomarem por cama
De um bêbado adormecido...
Na esperança do esquecido
De jamais ser encontrado.
Como um braço amputado,
Sou o membro invisível
Que deseja ser lembrado.

Se me tomarem por único,
Serei apenas um deles.

Inserida por joaofelinto

Simplesmente viva, mesmo que não custe nada.

Inserida por levi_silva

Ainda que haja noite no sentimento, vale a pena esperar o amanhecer no coração...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado

Inserida por LucianoSpagnol

Se a Lua uiva na sua noite, silencie para que o Sol possa amanhecer...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado

Inserida por LucianoSpagnol

frio no cerrado

De súbito este frio a intervalar
e vento soprando no cerrado
frio, frio, frio, e muito gelado
o sol lerdo, não quis alvorar

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado

Inserida por LucianoSpagnol

Minha desgraça não é ser poeta.
É morrer e não te amar.

Inserida por eraldocosta13

Eu sei.... O poeta é um falso desgraçado.
Que iludido finge ser amor.

Inserida por eraldocosta13

O poeta que não cria suas próprias palavras, é falso desgraçado.

Inserida por eraldocosta13