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E sempre que me pergunto onde estará Deus, ele responde baixinho: Ei, eu estou aqui! Eu sou o teu Deus, não tenha medo de andar pelo vale da escuridão, você não está só. Eu serei a luz a te guiar diante da travessia.
O destino é sempre passível de mudanças. Só espero estar sempre fazendo as escolhas certas. E que eu não me recuse nunca, a voltar atrás e consertar meus erros.
Mulher sente medo. Mulher sente insegurança. Mulher sente frio. Mulher tem suas carências. Mulher vive seus dramas. Mulher tem TPM. Mulher por vezes gosta de silêncio. Em outras necessita apenas de um ombro amigo. O amor também vive suas amizades dentro da relação. Seja um bom amor, amante e amigo da sua parceira. Mulher necessita ser ouvida. Não tente entendê-la, nem compreendê-la. Apenas ouça-a de vez em quando.
Podemos fingir o descaso, mas não esconder o amor. Podemos desdizer com palavras, mas o olhar, esse não mente.
Não quero uma nova história, com um novo fim. Não quero que o tempo volte, só quero seguir enfrente e aprender com os erros. E de todos os meus erros, você foi o meu maior, o melhor, o mais doce. Você foi o erro que eu mais amei. O erro que eu viveria uma vez mais.
Eu tentei, bem que tentei não gostar de você, mas quanto mais eu nego, mais eu te quero. E sempre que te vejo, sinto uma vontade louca de correr até você e dizer: Toma, meu coração é teu!
Mesmo vendo a vida sob perspetivas diferentes, sabiam-se amar como ninguém. E mesmo distantes sabiam da importância que cada um tinha na vida do outro.
A dialética da existência é saber viver entre o ser social concreto e a experiência líquida da solidão.
Quando o céu não for mais tão longe quem sabe a gente se encontra mais rápido com Deus e pede pra alterar logo o estatuto da Humanidade.
Existem três, talvez, quatro ou mais (deixo para vocês decidirem e indicarem) formas de se tornar visível na cidade. A primeira é sobrepondo a luxúria à miséria; a segunda (que pode ser efeito da primeira) é apontando uma arma para outrem ou a esmo. A terceira, é (ex)pondo o corpo em movimento (que pode ser pausa), trata-se na verdade de uma arma mais potente e criativa.
A obsessão pelas comemorações de centenários me levam a crer que as pessoas ficarão esquecidas por mais cem anos. Vamos comemorar o 99 – somos imperfeitos!
