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Olhar pro espelho será sempre olhar para o passado, entender o passado é fundamental para olhar pro futuro, se não pararmos ali. O risco é entrarmos no dilema de narciso, se admirando e achando que o que vê é suficiente.
A diferença entre disciplinar e punir.
A maioria dos pais não sabe a diferença entre disciplinar ou punir seus filhos. Disciplinar é diferente de punir. Infelizmente por não saberem a diferença, acabam pecando ou pela falta de disciplina ou por aplicação constante de punição.
Conhecer essa diferença entre essas duas estruturas é fundamental para que filhos possam se tornar emocionalmente fortes.
Disciplina vem do Latim, disciplina, “instrução, conhecimento, matéria a ser ensinada”. E esta deriva de discipulus, “aluno, aquele que aprende”, do verbo discere, “aprender”. Mais tarde ela assumiu o significado de “manutenção da ordem, atendimento às regras”.
Punição vem do Latim, PUNIRE, “infligir pena em alguém”, de POENA, “pena, castigo”.
Punição é fazer as crianças sofrerem por terem cometido erros. Já a disciplina tem como objetivo, ensinar os filhos a fazerem melhor no futuro, e respeitar regras, isso sim educa para uma melhor ação.
Nenhuma pedagogia realmente libertadora pode ficar distante dos oprimidos, quer dizer, pode fazer deles seres desditados, objetos de um “tratamento” humanitarista, para tentar, através de exemplos retirados de entre os opressores, modelos para a sua “promoção”. Os oprimidos hão de ser o exemplo para si mesmos, na luta por sua redenção.
Uma gestão escolar eficiente deve ser sensível às observações do seu contexto para identificar, exaltar e tornar padrão as boas práticas pedagógicas de sua equipe, bem como a excelência apresentada discreta e cotidianamente por seus alunos.
Além de um ato de conhecimento, a educação é também um ato político. É por isso que não há pedagogia neutra.
Ser professor é uma maneira sublime de proporcionar aos seus alunos a oportunidade de evolução pessoal provendo a manutenção da vida. É desbravar e iluminar caminhos para a passagem das gerações atuais e das que herdarão esse mundo.
Ao educador cabe a função de construir pontes. Pontes entre o educando e o conhecimento.
Somos eternos mediadores do livre processo de ensino e aprendizagem.
"É preciso vivenciar a pedagogia da presença, respeitando a individualidade do aluno, para enriquecer a aprendizagem e condicionar a idealização de futuro do educando!"
" O letramento emocional condiciona a travessia com segurança, num campo minado de sentimentos negativos."
"Na Educação Interdimensional, é preciso articular os fins e os meios da ação educativa, para desenvolver integralmente as dimensões do aluno, através da metodologia que valoriza o pensamento da educação ativa, para condicionar o educando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso."
Humanizar-se, muito além dos processos de socialização primária e secundária, é também um ato de emancipação intelectual, que se dá a partir e durante a tomada de consciência crítica.
Aprender a aprender não é aprender a nadar se afogando (esse não passa de um processo trágico), mas sim um aprender previamente estudado, aberto a novas possibilidades, isto é, dialógica e dialeticamente partindo do reconhecimento de quem se é, de onde se está e, consequentemente, de quem se deseja ser e de onde se quer chegar...
A construção do pensamento crítico deve ser estimulada através da pluralidade de ensino, de modo que o aluno seja alcançado em condições de assimilação desta habilidade.
Nas entrelinhas da literatura infantil, encontram-se as mais puras práticas educacionais de desenvolvimento cognitivo para crianças. Nelas, há valiosa oferta de estímulos favorecedores do amadurecimento psicólogo perene.
Metodologias ativas devem promover a participação ativa. Pra quê tristeza se é possível aprender sorrindo?! Professor com propósito sabe o que faz!
A sala de aula não precisa ser chata.
Professores salvam vidas com suas aulas, seus sonhos de igualdade e seus sentimentos de alimentar esperanças...
Ensinar mudou completamente a minha forma de olhar a vida.
Hoje, tudo o que existe em mim é esperança
e a certeza de que sou indispensável
para despertar essa esperança
em cada aluno que passa por minha sala de aula...
Um brinde aos professores, que a cada amanhecer espalham sementes de sonhos em suas salas de aula, colorindo de esperanças o olhar de cada aluno, despertando sorrisos e fazendo do conhecimento a matéria-prima de um mundo melhor.
Ensinar é trazer no coração
uma esperança infinita...
é essa esperança que faz
um Professor
especial e inesquecível
diante do olhar de seus alunos...
A educação emancipadora não ensina o que pensar, mas ensina a pensar, a desconfiar do que já foi pensado e a recusar o que se impõe como única verdade.
