Tag pão
No frigir dos ovos, a única ideologia que cabe ao povo brasileiro é garantir "o pão nosso de cada dia". O resto é hipocrisia.
Rico come caviar,
Peixe, arroz e camarão.
Pobre come no jantar
Um pedacinho de pão.
Farta mesa na riqueza,
Falta ceia na pobreza,
Café não é igual, não!
A semelhança entre o grão de mostarda e o fermento é que, além de serem pequenos, o Reino dos Céus inicia uma transformação de dentro pra fora. A semente se desenvolve e produz frutos e o pão levedado cresce e alimenta a muitos.
Memórias
Hoje acordei com vontade de comer “PÃO FRITO”. E foi impossível não entrar em contato com a infância. Na infância minha mãe me ensinou sobre transformar, reciclar, aproveitar, economizar...”nada se perde, não se pode jogar comida fora”, era assim que ela dizia. Pão dormido se transformava em pão frito; Sobras de comidas viravam mexidos; Arroz de anteontem virava canja; Retalhos se transformavam em bonecas de panos; Das caixas de fósforos vazias nasciam sofás e camas para mini-bonecas; O que falar das embalagens industrializadas? Estas se transformavam nos mais belos utensílios de cozinha. A vida seguia uma dinâmica onde o tempo pareceria eterno, passava bem devagar. Tínhamos todo o tempo do mundo e não perdíamos um só minuto para vivê-lo. Não perdíamos um só minuto do dia para criar. Sumíamos entre as brincadeiras. Só aparecíamos na hora do almoço, era assim que minha mãe falava: “na hora da fome ela aparece”. E quando aparecia um, apareciam todos. Andávamos em bandos. “Um por todos e todos por um”.
Viver tinha sabor!
Tinha sabor de pão frito, de bala de amendoim, de bala de chiclete, de manga colhida na hora, de manga verde com sal, (menos leite. “Leite com manga faz mal menina”...), e as goiabas maduras não tinham bichos.
A chuva vinha como oportunidade de surfar. Quantos banhos de chuva! Quantos mergulhos nas enxurradas que desciam ladeira abaixo a nos encontrar!
Os pé descalços no chão eram um constante convite a voar. Não tínhamos asas, mas nossa imaginação nos permitiam ser construtores de alma.
Quando é que perdermos este jeito de viver a vida, em que tudo é oportunidade de saborear?
Nuhh!!!! Esse pão tem propriedades mágicas! Estão servidos? 🤣🤣
Pra ter um lugar no céu,
basta ter simplicidade,
praticar a boa ação,
fazer sempre caridade,
dividir o vinho e o pão,
ajudar o seu irmão,
viver na fraternidade.
A farra do dinheiro público com animações sertanejas parece que chegou ao fim; alguém descobriu que saúde, educação, assistência social têm prioridade que pão e circo.
Quem leva pão velho na sacola é gibeonita, pois quem é de Deus, também é sempre abastecido por ele com pão fresco.
Jesus ensinou que oremos "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (Mt 6.11) porque precisamos depender e confiar em Deus também quanto às provisões materiais.
O pão partido da Santa Ceia deve ser comido reverentemente em memória ao sacrifício do corpo dilacerado de Jesus oferecido a Deus por nossa eterna salvação.
MORRE ABÍLIO DINIZ
.
Empresário Abílio Diniz
Na mídia é manchete.
Fundador do Pão de Açúcar
E na vida foi `valete.´*
Novos Caminhos... publicou
A todo público agradou **
Falece aos oitenta e sete!
*Figura de um jovem escudeiro.
Ele praticou Judô, boxe e capoeira.
......
** Público da área empresarial.
"Ir tomar um café na padaria e não ter o pão francês, é como ir à praia e não encontrar a água".
Anderson Silva
Deus nos convida a boa semente semear.
Homens e mulheres livres,
a serviço do próximo, sem desanimar.
Deus nos fortalece com o pão celeste —
vamos partilhar!
"Como se pode ser inteiramente feliz com tanta desgraça acontecendo diáriamente á nossa volta ? A ser felizes, somos só meio felizes, porque neste mundo a dor, o desgosto e as lágrimas são o pão nosso de cada dia. Isto não é ser pessimista, isto é ser muito realista."
Em uma época não tão distante assim, os homens repartirão o pão que acabará com o índice vergonhoso de morte por “puramente” fome.
O pão é alimento que deveria sem dúvida, e de imediato, ser dividido entre todas as criaturas.
(Morrem por minuto 12 crianças de fome no mundo.)
Ofereça o pão da palavra
Alimente com a água da Verdade
Viva com azeite da integridade
Refletindo a glória de Cristo
Feliz Natal!
Natal é renascimento...
é uma nova oportunidade de ser.
É mais significado que festa.
É ver sacralidade na rotina de um jantar.
É memória que volta ao presente:
os passos do avô, a voz da mãe,
as mãos entrelaçadas ao redor da mesa
e a fé que se estende além do tempo.
É o convite para acolher o estranho,
para enxergar o outro com olhos de amor.
Natal é verbo que se faz atitude:
é ser Deus no abraço de quem estende a mão.
É convite para que sejamos neste dia,
como o menino em seu berço singelo:
pequenos na matéria, grandes no afeto,
humanos no gesto, divinos na entrega.
É quando Deus se limitou a um só lugar.
É prova que o finito pode conter um infinito.
É sentir Deus em um menino.
É repartir esse Deus em fatias de pão.
Natal é época de se repartir e sempre sobrar.
O “pão nosso de cada dia” não é uma oração que visa o pão como um bem próprio, mas, sim um pedido de socialização deste pão.
Um pão que não deveria ser só meu ou estar apenas em meu poder já que o pão e o pai, como diz na própria oração, deveria ser nosso.
Pedir apenas o pão de cada dia é uma denúncia clara que o Cristo é contra o acúmulo de bens.
