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Felicidade me ponha perder de amor, talvez não seja pouco que eu queira, talvez não seja muito ,mas o importante é que não sei viver sem amor.
Apaixonar:
É deixar por um momento que o seu carro ande sem freio e o motorista dirija como o ébrio.
Tudo pode acontecer...
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
Amamos porque nossos desejos nos fazem acreditar que outra pessoa nos trará a felicidade – o que é um imenso equívoco.
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
Ao colocarmos o amor no centro de toda expressão emocional do imaginário popular, o transformamos em uma tela utópica onde estamos sempre projetando nossas querelas sentimentais e construindo dramas vívidos, sufocantes e muitas vezes inúteis que chamamos de “romance”.
Intimidade é convidar o outro para conhecer um pouco do seu “eu” mais interior, tornando-o uma mistura de consultório médico e confessionário.
Sempre que o Amor é vivenciado como uma resposta imunológica a uma delicadeza que nos fragiliza, ele deixa de ser aconchego e elegância e se converte em uma batalha cruel em um charco de flagelos.
O objetivo da vida é conhecer-se a si mesmo - e o Amor é um dos mais nobres caminhos para esta meta.
Eu estou indo ao seu encontro...
Calma, hoje tenho muitas coisas para lhe contar.
Quero lhe falar como anda a nossa história...
E como ela irá ficar!
Se um tiro de fuzil atravessa o concreto, seu silêncio arde no meu peito como algo incerto, indiscreto, corrói cada traço, preenche cada espaço, deixando um rastro, de dor e estilhaços, se não diz o que sente, como saberei como ajo?
A minha vida está em pegar um Deus que é santo diante de mim e dizer:
Deus esse é quem o Senhor diz que eu sou e eu preciso que o Senhor faça isso algo vivo e verdadeiro na minha vida.. porque eu não consigo só decorar esse livro, mas eu deveria me tornar o que esse livro diz quem eu sou.. então eis-me aqui Pai. Eu te peço.. usa a minha vida, me faz uma testemunha, queima dentro de mim.. uma paixão, pra que as pessoas possam ver o herdeiro Jesus, essa é a minha vida, e esse é quem o Senhor me criou pra ser, eu sou seu filho, e o Senhor é meu Pai, e eu não tenho que sentir o Senhor, mas eu desejo conhecer o Senhor pra ser completo na plenitude de Deus. E isso é conhecer o amor de Deus que está em Cristo Jesus. Jesus o Senhor pagou o preço pra que eu pudesse me reconciliar com o meu Pai.
a paixão é um estágio comparado a embriaguez, mas funciona assim: os outros bebem, e você é que se embebeda
" Como eu gostaria que o teu coração doesse de saudade quando de alguma forma, ouvisses falar de mim, não é por maldade, é que aqui, mesmo depois de tanto tempo, ainda és o motivo dos melhores e mais bonitos sonhos...
Só o que pode ser pior que uma paixão mal correspondida é uma paixão recolhida pelo medo de revela-la ao provável apaixonado ou pode ser por um motivo pior ainda, pelo medo de nem sequer ter existido tal paixão, pois o que existia de fato era a mais profunda ilusão sentimental pois ninguém pode se apaixonar por alguém que nem sabe da sua própria existência.
