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A oferta que Deus espera não é reflexo da presunção e sim da submissão, ele não quer o que achamos ser bom, mas que ele achar bom, seja nossa posse ou nossa vida.
A oferta que agrada a Deus
Oferta em cheiro suave ao Senhor: no AT e no NT — a oferta que lhe agrada.
“Fará uma oferta, a quantidade que quiser para cada um dos cordeiros. Dará o que puder para cada cordeiro. Pelos cordeiros, o príncipe oferecerá quanto quiser” (Ez 46:5,7,11).
“Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração” (2 Co 9:7).
“Todos os domingos cada um de vocês separe e guarde algum dinheiro, de acordo com o que cada um ganhou” (1 Co 16:2).
Ref. Cruzadas:
Ez 46:20; Êx 29:37; 30:29; Lv 6:27; Mt 23:17,19.
A oferta nunca deve ser feita à base de constrangimentos. Deus se agrada da oferta voluntária e generosa, de boa vontade e espontânea. A oferta deve ser um ato de adoração ao Senhor; nunca para aparecer diante dos outros, nunca para agradar quem quer que seja, nunca para mostrar serviço, nunca para receber louros, nunca para garantir retorno lucrativo em dobro, triplo etc., nunca para obedecer a estratégias humanas, nunca para humilhar ninguém.
Honrem os mandamentos e devolva ao Senhor o que foi estabelecido por Ele, 10% de tudo que Ele te deu deve ser entregue a obra de Deus. Essa é uma grande lição e possui um maravilhoso propósito. Se você vê dificuldade em ofertar 10% de sua renda é porque sua vida está uma bagunça, comece a separar 10% pro Senhor e logo estará separando para você, esse é o ensinamento.
O altruísmo de um líder é, antes de mais nada, oferecer-se aqueles que não têm como lhe retribuir.
A adoração não pode parar, pois o Rei dos reis está neste lugar;
Não é momento de se entristecer e sim devolver;
Não tem porque se preocupar, o amanhã Ele já foi preparar;
Ele nunca deixa faltar, aos que são fiéis sem cessar;
O coração grato, torna este momento prazeroso, pois Deus confiou Sua obra a um filho zeloso;
Muito mais que trazer, é um ato de obedecer;
Ofertar seu talento é abreviar o advento;
Doar o pão também é cumprir a missão;
Ajudar seu irmão é apressar a redenção;
Dizimar e ofertar é uma prova de amor e também um ato de louvor;
É investir em vidas que estão prestes a desistir;
É levar a salvação através da adoração;
É fazer o que Deus poderia fazer, mas confiou a mim e a você!
O filtro do Espírito Santo é minucioso, rigoroso e infalível, por isso muitas orações, louvores e ofertas a Deus não conseguem passar. Ele filtra hipocrisia, soberba, más intenções, impurezas, enganos, teatros e muito mais. Somente as ofertas genuinamente puras e feitas com intenções sinceras conseguem ultrapassar esse filtro.
Na busca por uma espiritualidade genuína, devemos lembrar que o valor da fé não pode ser medido em moedas. O comércio na igreja nos convida a refletir sobre a verdadeira essência da religião, lembrando-nos de que a conexão com o divino não deve ser mercantilizada, mas sim vivida com amor, compaixão e desapego material.
Se alguém roubar os dez por cento da sua oferta, como você reagiria? Imagine então como Deus Se sentiria ao você desperdiçar o seu dízimo como as coisas do mundo?
Ajunte seu dinheiro das coisas supérfluas e dê tudo
para o Senhor e verá que sua oferta prosperará sua casa.
Vidas que não conseguem ofertar seu dinheiro para o bem do próximo são as mais infelizes, porque seguem suas próprias leis da ganância, insegurança e mediocridade.
Não disponha a sua oferta para sustentar ministérios de pastores, se eles não estiverem envolvidos com o evangelismo da igreja.
Estamos oferecendo o pior para Deus de nossas vidas: o trabalho, quando Ele deseja que sejamos primeiro ser Seus adoradores em espírito e verdade.
A oferta dos cristãos para a obra do Senhor é não acumular tesouros na terra, mas investir tempo de vida, benevolência e dinheiro nas obras de Deus, porque renderão juros e riquezas nos Céus.
Oferta abençoada por Deus é aquele que não há nenhuma pendência espiritual com o seu irmão na fé, livre de uma consciência pesada.
Não economize dinheiro quando precisar gastá-lo com os pobres: seu investimento é dado por Deus com o dobro de sua oferta.
O Evangelho é de beleza indescritível: Em todas as religiões o homem é visto trazendo oferta para comprar amor, afeto, aproximação de alguma divindade. No Cristianismo – Deus é o ofertante, que oferece aos pecadores o corpo do seu único filho.
Uma adoração genuína não é produzida por consumidores. Mas é gerada por verdadeiros adoradores que se lançam ao altar e se tornam o sacrifício consumido pelo Senhor.
O verdadeiro gestor artístico e cultural, não pode viver artificialmente longe da realidade, tem que ter o profundo conhecimento da historia da arte e ao mesmo tempo o alinhamento da oferta, da procura e da importância, mesmo que relativa, com as praticas comerciais usuais do mercado
