Tag ocasião
Tentações. São coisas erradas que parecem certas na ocasião, mas embora as coisas certas pareçam erradas às vezes, às vezes uma coisa errada pode estar certa no momento errado ou vice-versa.
"Sim, meu príncipe, era mesmo uma pomba,
só que agora já voou..."
[É preciso aproveitar a ocasião. Este provérbio é o desfecho da conhecida história em que, numa caçada, o príncipe em vez de disparar logo sobre o objeto, enredou-se em longas discussões com seus acompanhantes sobre se se trataria de uma pomba ou de uma pedra, até que o objeto (era uma pomba mesmo) escapou voando...]
Ao se sentar à mesa com os grandes, fique em silêncio e apenas observe e saiba aproveitar as oportunidades de aprender com quem os melhores.
Uma ocasião satisfatória,
ainda que seja breve,
Pode renovar as nossas forças
aliviando o estresse.
O quarto fica mais aconchegante, é prontamente transformado em um paraíso, quando estás aqui, linda com a tua essencialidade veemente, excêntrica, tua venustidade abundante, naturalmente, simétrica, a maciez da tua pele, que detém uma grande sensibilidade, um perfume irresistível, tua personalidade autêntica, refletindo no teu jeito sedento, carinhoso, sincero, atributos que me enchem de vitalidade, que me fazem viajar tempo, nossos corpos suados como dois universos partilhando um mesmo espaço, respirações ofegantes, corações entrelaçados, ocasião fascinante, obviamente, memorável.
A qualidade é a alma do negócio. A propaganda é apenas uma roupa de marca que o negócio fará uso naquela ocasião.
É curioso como muitos de nós guardamos as melhores louças, tapetes, toalhas para as visitas, guardamos as melhores roupas para o que chamamos de "ocasiões especiais". E quantos se vão deixando para trás estes utensílios e roupas sem tê-las utilizado. Porque não utilizarmos com os nossos, fazer um banquete de tempos em tempos com aqueles que estão ao nosso lado e criarmos a nossa ocasião especial, o momento de compartilhar tudo que temos de melhor. Certamente serão eventos memoráveis de muita alegria.
Insta: @elidajeronimo
Às vezes a ocasião não e perfeitas, porém nem as pessoas são.
O segredo está na imperfeição. E nela que encontramos o perfeito encaixe entre a paz e a razão, com o amor é parecido. Pois também buscamos a perfeição só que diferente da paz e da razão, encontramos um vasto mundo cheio de pessoas vazias, em busca de prazer, sem razão e sem paz. Em busca apenas de pessoas perfeitas.
Não espere uma ocasião especial para vestir aquela roupa nova, vista para você mesmo, se permita sentir linda, sem precisar que outros te digam. Alguns dirão que está “se achando”, e a verdade mesmo é que estará se sentindo autoconfiante!
As palavras, assim como as roupas devem ser usadas de acordo com a ocasião. E há ainda aquelas que independente da ocasião nunca ficam boas em nossa boca.
Imagino que quando morre uma pessoa, essa vira uma estrela que é lançada ao espaço mais distante e nunca pode ser encontrada. Ela vegetará até que algo aconteça.
Talvez quando nada mais existir ela também não exista. Lá de cima olhará ela para nós e nada sentirá, cá de baixo olhando para alguma nos lembraremos de uma ocasião.
Nunca mais a veremos nem a ouviremos novamente, portanto é melhor esquece-la. Não vai existir nada depois e, talvez não exista a algum tempo. Não importa mais. Enfurecemos Deus quando insistimos que faz diferença! Só quero relaxar.
Quis o acaso (seria mesmo?), fez a ocasião (seria mesmo?) que eu (re) encontrasse você. E eis que alguns anos depois, e quase anos depois de você alimentar um esnobismo grosseiro; aqui estejamos de novo debruçadas sobre outro prisma... Rindo, contrariando e misturando sentimentos: se outrora se tratava de alongar a distância, agora, por que não medi-la para nos alcançarmos!? Na linha tênue entre o acaso e a ocasião, havia ali um momento miraculoso, onde o desejo encorajava, e depois se apagava, cada um recebido com a mesma intensidade. Nesse quase abismo, móvel, havia uma atração das nossas estranhezas (seria mais sua!?), uma dissolução silenciosa das fronteiras (im) postas anos atrás, uma mistura de proximidade e distância, de disponibilidade e de reserva que evitava ao mesmo tempo a vitalidade que irradiava. Por ali a gente passava, e por várias vezes se voltava lá depois de longa ausência. No intervalo entre o acaso e a ocasião, refletiu longamente, deixou-se envolver, deixou-se despertar, com delicadeza extrema, com desejo de elucidação e de entrelaçar os corpos. Talvez, o acaso e sua ocasião quiseram nos mostrar outro lugar, não de incrustação decorativa ou de realce exótico, mas de que a cada passo podemos nos surpreender com seus segredos e suas astúcias. Por isso, leve consigo seu segredo. Mas há como que um reflexo desse segredo toda vez que vejo o meu verde gramado, observo o céu estrelado, a delicadeza laranja do meu carpete e ouço qualquer vibrato de violino. Ah, leve consigo seu segredo. Mas não se esqueça da relação estabelecida com o acaso e a ocasião, de um bom tempo, que fizera parte da nossa primeira existência efêmera.
Meu coração estranhamente ausente de mim ressurgiu... Com vontade de perpassar todas as clivagens, de estabelecer relações intrínsecas com a “ocasião” e a “circunstância”, duas noções essenciais para se conhecer nossos detalhes ocultos, para reavivar instâncias esquecidas, de forma a aflorar nos lábios reticências, todo um não dito dos gestos de mão, um calafrio emergente pelo corpo, decisões e sentimentos que presidiam em silêncio num coração adormecido.
Leve consigo seu segredo. Mas há como que um reflexo desse segredo toda vez que vejo o meu verde gramado, observo o céu estrelado, a delicadeza laranja do meu carpete e ouço qualquer vibrato de violino. Ah, leve consigo seu segredo. Mas não se esqueça da relação estabelecida com o “acaso” e a “ocasião”, de um bom tempo, que fizera parte da nossa primeira existência efêmera.
Quanta virtude cada um possui, melhor se manifesta na ocasião da adversidade; pois as ocasiões não fazem o homem fraco, mas revelam o que ele é.
