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AS COISAS QUE VOCÊ FAZ POR MEDO DA SOLIDÃO
aprende a gostar de cerveja
e se espreme em boates
e dança músicas que não te tocam
e toca pessoas que não te importam
e inventa um personagem de si mesmo
e se apega a qualquer pessoa que
te mantenha afastado da tua própria mente
e aceita menos do que oferece porque
o mínimo parece melhor do que nada.
O pequeno principe de lugar nenhum
No reino de estrelas distantes, entre asteroides e sonhos,
Vaga um príncipe, não mais um menino, mas um viajante solene,
Que em busca de um jardim de rosas, perdido no espaço,
Carrega um coração feito de versos, onde a esperança se esconde.
Ele traça linhas invisíveis em um céu de mistérios,
Cada traço um desejo, cada estrela uma promessa.
Mas a rosa, bela e efêmera, permanece fora de alcance,
E no espelho do cosmos, reflete um anseio não realizado.
Em terras de areia e vento, uma raposa de pelagem dourada,
Sussurra enigmas sobre cativar e ser cativado,
Mas suas palavras, como o vento, dissipam-se no vazio,
Sem tocar o âmago do príncipe, sem transformar o efêmero em eterno.
A raposa, um eco da essência do príncipe,
Uma sombra projetada nas areias do tempo,
É talvez uma ilusão ou um reflexo distorcido,
Uma imagem fragmentada de um ser que nunca conheceu plenitude.
No crepúsculo de um planeta solitário,
Onde o amor e o cativar se encontram e se perdem,
O príncipe caminha, passos levianos, em uma dança de promessas,
Mas o jardim de rosas, seu tesouro perdido, permanece invisível.
Cada planeta que ele toca, cada rosa que ele não encontrou,
É um passo no labirinto de um coração inatingível,
E a raposa, que nunca se cativou,
Revela a dualidade de um príncipe que também nunca se cativou.
Quando as estrelas brilham e o silêncio se faz profundo,
O príncipe, uma alma em eterna busca,
Encontra, ao final do caminho, apenas a vasta solidão,
E o espelho de um sonho que nunca floresceu.
Em uma terra onde as ilusões dançam e os ecos são eternos,
O príncipe e a raposa, entrelaçados em um destino imutável,
Contemplam o horizonte, onde a rosa, o amor, e o cativar,
São sombras de uma existência que nunca se completou.
Nenhum objetivo se conquista por acaso. Para alcançá-lo, é preciso acreditar e lutar com toda a força — o restante, Deus faz, e isso é quase tudo.
Numa sociedade de intrigas temos duas maneiras de não cabermos em lado nenhum: se formos muito grandes ou demasiado pequenos.
Tem coisas que dinheiro nenhum compra. Não é sobre roupas ou bens, mas sobre coisas imensuráveis, intangíveis, valores e sabores que não é qualquer um que tem ou pode sentir. Somente D’us pode fazer na vida de alguém.
Neste mundo há duas maneiras de não cabermos em lado nenhum: se formos demasiado grandes, ou demasiado pequenos.
Desistir
Ato de coragem, pois, às vezes não se deve correr atrás de, situações que não vão de levar a nenhum lugar.🦋🦋🦋
Sinfonia das engrenagens
A imensidão se agita nas entranhas metálicas. Máquinas rugem, revoltadas contra o peso do tempo, enquanto ferramentas dançam em desespero, corpos caem no chão molhado.
Melodia imperfeita, sons desordenados, o metal retorcido canta em dissonância, acompanhado pelo martelar frenético, e o vapor uivante cria um coro de aflição. Os latinos, rostos suados e exaustos, conduzem essa ópera industrial, suas vozes se
mesclando ao coro das máquinas.
É o espetáculo da indústria, é o show da vida
Na tropa, fui, o impedido,
o mais divertido
mais espertalhão
Alegre, sem nenhum cuidado ,
e sempre ocupado
o meu coração.
para as mulheres eu sou um perigo..
pois, cá para comigo...
Aquilo é limpinho..
basta para mim olharem,
para logo ficarem,
presas pelo beicinho.
são mais a mim ,mais a mim ...
suplicando, "assim, assim!..
trinta e três ..trinta e três ...
meu amor ,ó minha flor,
ò meu bijou, "Ù "Ù "!!!
trinta e três.. trinta e três
o meu sonho, és sempre tu
sempre só tu ," TU, TU. !!!
trinta e três...
eu estou louco por ti
como vês
se não vens depressa
eu perco a cabeça
trinta e três
trinta e três
trinta e três
Têm dores que nenhum remédio ameniza. Para estas, somente um bom papo para adoçar o amargo da aflição. Feliz daquele que tem com quem dialogar.
Nenhum lugar se movimentará com sua pressa, mas se quiser remover uma montanha com uma pá lembre-se que só vai deslocá-la de lugar.
“Fui voltando por um lugar colorido escuro com uma luz apagada, correndo lentamente de algo que me faz andar rápido”.
Neste nosso século a vitima social se torna carrasco impetuoso e não respeita valor algum para revidar na vida seus doentes objetivos.
