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A natureza incumbira-se de completar a obra, – melhor diremos, começá-la. Ninguém adivinharia nas maneiras finamente elegantes daquela moça, a origem mediana que ela tivera; a borboleta fazia esquecer a crisálida.
Choro, é na nossa natureza chorar, e de vez em quando querer fugir desse mundo fútil, e para o nosso mundo e respirar quem sabe um ar mais puro, beber uma água mais limpa, ouvir palavras sinceras ter a mente aberta e o coração aberto.
E pessoas que a gente ama cada vez mais perto
NATUREZA
(Rayme Soares)
Não me espanta
Sabiá que canta
Natureza sabiá
Camaleão que engana
Em meio à cor de onde está
Cascavel chocalhando
Pra picar e envenenar
Borboleta sobre flores
Pousa: vida, néctar...
Não me engano, não me espanto
Natureza livre, sem justificar...
Não perdoa, fere, crava, voa...
Tem que voar...
Como Sempre Te Espero
Não importa
se você não vem...
Não importa!
Mas hoje me vesti de vermelho,
para te esperar!
Porque te espero sempre.
E a natureza...
Como eu,
se vestiu também!
FÁBULA
Ao levantar abro a janela
e presencio o nascer do sol
uma paisagem tão bela!
Os passarinhos logo vêm a cantar
agradecer a mãe natureza
que faz um espetáculo de arrasar
As cigarras começam a chiar
os sapos ficam pulando
e as formigas trabalhando
E durante alguns minutos o galo fica cantando
o cachorro começa a latir
e o gato fica miando
Forma - se um coral divino
uma energia que fortalece a alma
E ao fechar a janela
vejo os galhos das árvores gesticulando em sinal de tchau
e antes de ir trabalhar, reflito:
“que pena que tudo isto está se acabando”.
" Terráqueos insanos
rebeldes sem natureza,
devolva toda a água e sol do planeta,
a terra ta cansada, cheia disso tudo,
querendo que o ser humano seja excluído do mundo."
NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS
Somos responsáveis pelo amanhã
Ao plantarmos o bem, colheremos alegria
Não vamos fazer da terra, uma simples anciã
Se não fosse a natureza, ninguém existiria.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)
MARGARIDAS NO PEITO
Fincou raízes na poesia,
dela, somente dela se nutria.
Via beleza na gota perdida em uma folha na calçada,
sorria.
Sentia a tristeza do asfalto cinza,
chorava, se condoia.
Trazia em seu ventre um amargor pelas ausências,
e pelas coisas que nunca seriam,
pelo dia feliz que se perdeu no caminho,
pela dureza do talvez,
pelo botão que secou sem ser flor.
De seu peito brotavam margaridas,
bem nutridas pelo esterco da dor que sentia.
Regadas por lágrimas que teimavam em seu peito chover,
fosse manhã, ou já fosse tarde demais.
Assim como um rio não apressa seu curso e uma árvore não força o desabrochar, a vida também pede tempo. É no som da água que corre mansa, no vento suave e no canto paciente dos pássaros que aprendemos: tudo o que nos mantém de pé precisa ser cuidado dia após dia.
(...) Alguém poderia dizer que por ser aquela natureza de Deus intervindo diretamente neste planeta não se trata de sobrenatural. O que estou dizendo é que tal natureza nunca interveio diretamente neste planeta. (...) Se virmos algo depois da morte, não acredito que seja diferente dessa natureza que está seguindo em planeta. Para mim não apontam para algo diferente as coisas que dizem apontar. Excetuando em delírio, nosso habitat natural é um planeta com condições para isso. E talvez migrar para outro através de renascimento seja uma característica nossa.
Mensageira da espiritualidade, desabrocha em silêncio, banhada pelo sagrado que pulsa na força matriarcal da vida: A natureza.
Quando gnt tem o coração bom, o universo conspira a nosso favor e a natureza se encaixa como engrenagem ao nosso redor.
@DW SALDANHA FONTELLES
Deus deixou a natureza e a ciência moderna para o homem se beneficiar delas sem ele ter que intervir com milagres e curas.
A natureza obedece uma única lei: o instinto natural de sobrevivência. Na natureza a violência e a injustiça não são vistos como amoralidade, mas como uma resposta natural e biológica para a autopreservação.
Sítio da Natureza:
A natureza nos trouxe prendas, presentes para o nosso ciclo
Um ciclo onde suaviza tudo
Como eufemismo que realça a felicidade
E deixa um aroma com notas de margarida, um odor de musk
Natureza e céu são inseparáveis, devido às graças
As flores, às graças, o mar
A rosa que lhe está presente
Não tem mais formosa no espelho do filme da Branca de Neve
É a sensação dos amantes
É o odor de rosa-mulher
E quando se fala de cravo, tudo se fortalece ainda mais
Ainda mais do lírio, da hortênsia
Ainda mais da dália, do crisântemo
E principalmente, do charmoso e anfigúrico malmequer
O sutil casal do cravo e a rosa
Leva ao origem do romance
E ao envolvimento da natureza com obra de arte
E o lírio que traz um delírio de júbilo com a dália
Mas de repente, houve um martírio
E então, a dália lutou junto com a rosa vaidosa e prosa
Foi até os quatro cantos do nosso Brasil
Para abrir mais dez alas para a dália cheirosa e garbosa
E então, sua arena se tornou da pálpula a cor mais vistosa
Mais vistosa de que todas as outras flores da horta
Cheia de cores elegantes e doces como um pirulito
E quando se fala de hortênsia, nós dizemos
A flor do livro sagrado
Seu corpo macio e belo, resistente aos perigos da vida
Ela é tão satisfeita que ignora o sinal vermelho
E aquela margarida?
Bem, ela que vinha discreta de suas pálpulas, agora, vem com as cores mais charmosas de vosso sítio
Uma que é breaking news aqui é a papoula vermelha
Atrai abelhas com vosso mel, cheio de poesia e doce
E por último, o crisântemo e o girassol
Vossas alvoradas cantemos com pura liberdade
Enfim, não há mais beleza do que elas
Como a rosa, ela não é uma flor comum
Ela é planta, ela é cor, ela é nome
É uma guerreira rescedendo de amor, beleza e paixão
Desacelerar para Avançar
Na pressa dos dias que correm
Perdemos um pouco de nós —
Entre compromissos e telas
Esquecemos do som da voz.
Do riso solto em família,
Do abraço que não tem fim,
Do olhar que entende e acolhe,
Do silêncio que diz: "tô aqui".
A natureza sussurra segredos,
Em folhas, ventos e chão.
Ela fala de Deus em detalhes,
No canto sereno do coração.
É preciso parar, respirar,
Permitir-se sentir, escutar.
Pois só quem se permite a pausa
Descobre novas formas de caminhar.
Procure usar palavras lindas, pois elas soam como um abraço na alma, olhe e contemple a criação de Deus e sinta a paz que acalma o coração.
Você precisa captar algo profundo: a beleza da pausa, a força que vem do reencontro com o que é essencial. Em meio ao ruído do mundo, parar para escutar o som dos pássaros, o riso de uma criança ou até o silêncio compartilhado com quem ama… é nesse espaço que o coração respira.
A natureza é uma ponte entre o humano e o divino. Ela não tem pressa, mas tudo nela avança — e talvez esse seja o segredo
O Êxtase de um Novo Tempo
Viver… Ah, viver o melhor momento da existência!
Seja no pomar, sob a sombra generosa das árvores frutíferas,
Ao som melodioso do chilrear dos pássaros,
Que, em coro, anunciam a beleza do dia que nasce.
É o bucolismo romântico que se derrama em cada canto,
Onde a natureza veste-se de festa para celebrar a vida,
E o êxtase profundo floresce como perfume invisível no ar,
Sussurrando aos corações atentos:
“Este é o jardim da vida… um altar de recomeços… um novo tempo que desponta.”
Aqui, cada instante é uma poesia viva,
Cada sopro de vento é uma oração,
E cada raio de sol é um convite irrecusável
Para sentir, agradecer e simplesmente… viver!
A Tarde no Morro
Nos segurávamos
em cima do morro.
O sol se disfarçava na chuva,
a chuva, se dispersava no vento,
o vento, desordenava seus cabelos,
e o seu abraço
me fez amar aquele momento.
A tarde em que eu brilhei no morro.
Admirando as coisas que nem todos prestam atenção; o céu, as árvores, os pássaros, os sons da natureza, e até mesmo os bichinhos que rastejam pelo chão.
Quanto mais próximos estamos da sabedoria da natureza, mais claramente enxergamos a nossa. Às vezes, há mais coerência na vida selvagem do que na lógica humana, assim como há um saber mais profundo na intuição do que na explicação.
ATÉ O PRÓXIMO INSIGHT.
