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Tú és aquela música que eu deixei de gostar mas cuja letra não me sai da cabeça...
-A Diary Of Hurts
A música da minha vida é, ora em tom maior, ora em tom menor. É a construção da harmonia em meio aos ruídos.
Não há dúvida da eloquência do silêncio em muitos momentos. Talvez seja a música o que mais se aproxima de expressar o que é inexprimível.
Coloquemos a nossa orquestra pra funcionar e cantemos a Deus a mais linda melodia em agradecimento pela vida. Música boa é aquela que é cheia de gratidão. Essa faz os céus feliz dançar!
CANÇÃO INDIFERENTE
Um amor tão forte assim,
Não pode ser!
O que dentro de mim
Faz por te querer?
Ah, amor, eu não sei dizer...
Eu não sei a distância
Que te encontra o mundo,
Nem por qual importância
Que me vê cantar...
O que te faz provar
Esse amor profundo?
Nada eu sou de tudo,
Mas de absoluto eu sou amar.
Mesmo o teu amor, distante
Da paixão que sente,
Do teu desejo, indiferente
O meu sentir é esplendor.
Desse amor desencontrado
Sem quer nós dois, lado a lado
Eu vou vivendo a minha dor.
"A música é como uma nuvem de algodão.
É como o brilho do olhar.
Afasta-nos da solidão
E nos permite sentir e sonhar."
Qual vai ser o tom da nossa música?
Si, Lá?
Dó ?
Ou Ré?
Não sei cantar, só sei rimar, a nossa história de vida um pouco sem fé.
Amor nem sempre se dá.
Amor nem sempre vale a pena cultivar.
Qual vai ser o tom da nossa música?
Si, Lá?
Dó ?
Ou Ré?
Tentei cantar pra te encontrar.
Nossa música não tem tom só alguém desafinado fazendo um som.
Coração é cigano
Sei também o que é melhor pra mim
Foram tantos enganos
Mas a vida tem que seguir
Então vai!
Me arrastei no seu mundo,
E no fim eu aprendi
Professora me desculpe
Mas agora vou falar
Esse ano na escola
As coisas vão mudar
Nada contra ti
Não me leve a mal
Quem descobriu o Brasil
Não foi Cabral
Pedro Álvares Cabral
Chegou 22 de abril
Depois colonizou
Chamando de Pau-Brasil
Ninguém trouxe família
Muito menos filho
Porque já sabia
Que ia matar vários índios
Treze Caravelas
Trouxe muita morte
Um milhão de índio
Morreu de tuberculose
Falando de sofrimento
Dos tupis e guaranis
Lembrei do guerreiro
Quilombo Zumbi
Zumbi dos Palmares
Vitima de uma emboscada
Se não fosse a Dandara
Eu levava chicotada
Presenciei tudo isso dentro da minha família
Mulher com olho roxo, espancada todo dia
Eu tinha uns cinco anos, mas já entendia
Que mulher apanha se não fizer comida
Mulher oprimida, sem voz, obediente
Quando eu crescer, eu vou ser diferente
Vim dizer
Vou falar
Vão tremer
Vim pra ficar
Se eu cheguei até aqui, rapá
é porque aqui é meu lugar
Ninguém pode me parar
Já corri, já lutei
Pedalei, já voei
Insisti, persisti
No sonho que eu sonhei
Meu sangue é o suor
E o suor é a vontade
Veja bem, o que escrevo, 'apenas escrevo', nada com você ou com outro. Não se vista com ou das minhas palavras.
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
RIME DEL BUON VIVERE
Molti anni di vita ancor hanno da venire
Molto tempo per piangere,
Molto tempo per sorridere
Se avresti la leveza di una piuma
La belleza di una farfalla
Il candore d’un sorriso infantile: manterresti la belleza giovanile.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere
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Ma, da che serve la gioventù?
Se per viverla dobbiamo tèssere il nostro futuro
E, molte volte, scegliere il camino più duro?
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Non basta appena vivere,
Abbiamo l’obbligo della felicità
Senza sentirci il grande peso: dell’età.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere
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Se avresti la leveza di una piuma
Il candore d’un sorriso infantile
manterresti per tutta la vita la belleza giovanile.
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Perché non siamo appena numeri
O, date inespressibili...
Siamo come libellule: essenzi di vita.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere
A chuva corre dos meus olhos
E eu nem sei pra onde ir
Finjo estar bem só que eu choro
Imploro para estar aqui
Eu vi a dor em meu olhar
E estou querendo mergulhar na paz
Mas quanto mais eu te procuro
Me perco no escuro e não te sinto mais
Eu vejo o amor está nos meus sonhos
Acordo querendo sorrir
Revejo a dor quando me olho no espelho e não está aqui
Pra refletir no meu olhar
Me molhar de novo com sua paz
Eu tento escalar os muros
Me sinto tão fraco
E só ando pra trás
Utopia
