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Ela nunca existiu. Ela foi uma história, uma mentira. E ela só te contou mentiras até o dia em que morreu.
Toda a sua vida passaria diante de seus olhos? Seria menos doloroso se ele apenas relaxasse e deixasse acontecer? Ele descobriu que não poderia ceder; ele iria cair lutando com os escassos recursos que lhe restavam.
"Voltar para casa e deixar alguém amado na gaveta gelada de um cemitério é a experiência mais assustadora e solitária, que a Vida nos obriga a realizar. A bebida amarga que não podemos recusar.
O luto é solitário e silencioso. Nesse universo estranho não cabem pessoas queridas, que tentam amenizar a dor; não cabem palavras que justifiquem, ou acalmem o espanto diante da Morte.
A dor é minha e em mim doeu.
Luto é sair da historia vivida e retornar à solidão do útero, para gerar a nova pessoa que há de continuar existindo sem aquela presença amada, que preenchia cada pedaço da minha história.
Preciso de tempo, de solidão e silêncio, para sentir que a Mão Sagrada que levou o meu amor, está segurando a minha, nessa tarefa quase insana de recomeçar a escrever minha história."
... E tudo isso parece tão PEQUENO diante do “Não!” que a Senhora Morte sussurra, quando minha Alma grita “Sim!”.
É ela que há de me ensinar a diferença entre a acolhida e a despedida, entre aquilo que “possuo” e aquilo que sou - desse aprendizado, depende a felicidade ou a dor que hão de conduzir minha mão, enquanto escrevo minha história.
A Senhora Morte tudo pode sobre aquilo que “possuo”, e nada pode sobre aquilo que sou. Talvez porque só na minha imaginação, as coisas e pessoas são minhas; talvez porque minha real natureza pertença à dimensão da Vida que sussurra “Não!”, quando a Senhora Morte grita “Sim!”
Se tu fosses a morte, eu me despreenderia da vida para ir encontrar-te
E por trás de todos os seus mistérios, poder amar-te
'Se tu fosses um porto e eu um barquinho, sobre esse mar de ondas eu podia remar, na aventura de amar e procurar me aportar
Longe de ti, me sinto como um peixe fora do mar
Sem ti, sou como uma noite sem estrelas, nem luar.
Sou como um poeta sem nenhuma alma para encantar.
A vida é uma eterna peça de teatral....
Sobre o eterno duelo entre a razão e a emoção.
A peça é emocionante há brigas, sorrisos, lágrimas, erros e acertos.
Todos os atos da peça caminham em direção a um só sentido.
E quando finalmente se entende o sentido de todas as coisas.
Quando finalmente a jornada humana encontra o caminho da sabedoria.
A peça já se encontra em seu ato final.
Poemas ao vento
Dores jamais ditas
Sentimentos jamais falados
Vidas perdidas
Amores se foram
Logo logo irão
Para sua casa
E vão se derramar sem sobrar um tostão
Dores que vão e vem
Como matá-las?
Se livrar de tal fatídico
Isso seria possível?
Sem elas não há sentido
Vidas sem esvaem
Sem propósito
Sem carne somente os ossos
Falei e falei que fiquei sem tempo
Minha vida e minha carne está partindo
Morte eis o milagre da vida!
Arrasta egos, antropomorfisa crenças e desidentifica-nos de orgulhos, purifica, e nos torna imaculados.
Uma vez percebido quem somos nos!
Há quatro formas de morrermos neste mundo. A primeira é de acidente, a segunda de doença, a terceira de velhice e a quarta por uma causa. Qualquer um pode morrer das três primeiras formas mas só alguns da quarta e última forma.
Deus e armas não combinam. Quem propaga isso não é confiável.
O homem é o único animal que é capaz de matar em nome de Deus.
Um dia quando a morte chegar
Espero ter deixado saudades
Tanto aos meus amigos
Como aos meus inimigos
De quem eu fui nesta vida
Deste caminho da imortalidade.
A vida nem sempre acontece da maneira que nós queremos , deceções todos as temos , amores quebrados, histórias por acabar , mas nunca uma amizade vai morrer porque tudo que aprendemos é com ela e n com o amor.
Queria poder ser feliz com amigos de verdade mas cada um tá a seguir rumos de verdade , até aqueles que eu queria ter por perto se foram e até a minha única esperança que me dava apoio se foi.
Tudo se vai no final das contas,não quero ser grossa ou agressiva apenas quero paz .
O episódio da transfiguração no monte Tabor, em que Elias ascendido e Moisés falecido se colocam ao lado do Senhor glorioso alcança com estupor os olhos de Pedro. Isso o intriga por descortinar uma nova realidade: "eles estão entre nós!" Constatou isso a pedra fundamental da igreja.
Ó, morte, onde estás?
Entre os que a abraçam a negação da Verdade e da Vida.
ETERNO
Mergulhei nas duras pedras
E afoguei-me na escuridão
Todo o meu ser fez-se em guerra
Lutando contra minha razão
Desfrutei doçuras, esferas
A alegria era o motor
Libertei todas as feras
De uma paixão em ardor
Mas, o tempo sombreou a soleira
Amarelaram-se as verdes folhas
E a caminhada antes ligeira
Desacelerou todas as coisas
Vi as horas estampadas no rosto
E a minha força fraquejar
Senti o cansaço chegar a coice
E me lançar contra o mar
E na imensidão mergulhei
Perdi-me sem poder voltar
E tudo o que eu deixei
Foi o amor que puder
Quando usa uma faca, você está perto do inimigo, perto do perigo. Perto da morte. Você tem que deixar o medo de lado para focar na ação.
Choramos ao nascer, sem compreender o mundo em que entramos; morremos em silêncio, sem entender o mundo do qual saímos.
