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E na tarde de domingo a menina fica sentada na janela, vendo a chuva caindo, e pensando em seu amor.
Quem será o seu amor?
De onde virá o seu amor?
Ela abaixa a cabeça, a lágrima cai e sorri.
E descobre que o amor vem dela própria.
O amor que ela sente dentro dela, é o amor dela,
o amor que ela quer dividir com alguém, mesmo quando esse alguém não está disposto a aceitar.
Mas, mesmo assim ela sorri e fica feliz, pois o amor é dela, e ninguém pode tirar.
Simbiose
Tem uma menina dentro dos meus olhos.
Metade rosa, metade beija-flor
Ou ora uma, ora o outro dança
A música da vida cheia de fervor.
A menina é risonha e devotada
É uma réstia de luz do pôr-do-sol
Enamorada pelo amor, extasiada.
Baila ao som da flauta em serenata.
É ave, é som, é luz, é flor.
Há muita vida dentro da menina
Que ri e ama em profusão.
No meu olhar vive uma menina
Metade cérebro, metade coração.
Dentro da menina há um sonho
A menina me pede pra sonhar com ela.
O sonho me pede pra viver por ele
A menina e o sonho
Entrelaçam-se e se abraçam
E seguem inseparáveis pela vida.
A beleza exterior é algo que me assusta, umas das frutas mais lindas que eu já vi, estava totalmente podre por dentro.
Nunca se sabe quando se está só ou acompanhado, e já no caminho de uma nova história meu sangue corria rasgando as minhas veias, eu sentia o cheiro da saudade, todos iam ficando cada vez mais para trás, um novo tempo começava e eu me tornava maior, um primeiro passo, um olhar ao redor de mim, tinha chegado a minha nova casa minha nova vida, respirei fundo pus as malas no chão e já quis chorar. Queria conseguir tudo que sonhei aqui, mais tudo que me fez feliz estava lá, não pude me entregar, escolhas são feitas e como adulto resolvi enxugar as lágrimas. No pequeno apartamento não havia nada a não ser a escuridão, a luz estava cortada, sem luz eu só conseguia ouvir o barulho que vinha da avenida, os carros, motos, ônibus, todos buzinavam e a cidade parecia nunca morrer, já era tarde e tudo ainda gritava. Eu me tornava apenas mais uma aqui na cidade grande, apenas uma menina do interior que chegou com as malas cheias de sonhos e o peito cheio de medo.
Essa menina linda, Que eu penso todo dia... Quando estou perto dela parece que me aplicaram uma anestesia .
Que inconstância é essa, menina? Que coisa é essa que você quer e após dois minutos enjoa?
Você com esses vinte e tantos anos e ainda não sabe o que quer da vida. Suas amigas estão casando, tendo filhos e conquistando grandes empregos, e você nessa de não saber se é boa em algo.
Você costumava ser boa em amar até ter seu coração quebrado, hoje descobriu que também é boa em recomeços, sabe se reinventar como ninguém.
Você que tem tantos sonhos, que mais se parece com uma menina de 15 anos, você que está aprendendo aos poucos como realizar cada um deles, sem pressa, como uma mulher madura de trinta e tantos anos.
Pra que tanto medo, moça? O mundo pode ser seu se você quiser. Onde você passa, brilha, mas não percebe pois está com a cabeça sempre baixa não se permitindo olhar a sua volta.
Ergue essa cabeça e vai com medo mesmo, pois se tem algo que você é boa é em se levantar, sacudir a poeira, se amar e saber que você pode ser quem você quiser, deixa de lado o receio de ser julgada.
Menina, ninguém pode julgar o outro por ele estar feliz sendo ele mesmo.
A delicadeza em seus olhos...
“A delicadeza em seus olhos, não precisa ser descrita, mas sim apreciada; mas enquanto os meus olhos não podem olhar dentro dos teus, eu tento descreve-los, sem razões, apenas com emoções. Emoções que fazem o meu coração disparar e se alegrar como uma criança boba, que saí correndo atrás do sorveteiro, com intenção de se lambuzar com um delicioso sorvete, é assim que eu me sinto quando olho pra ti, sinto vontade de me lambuzar com a sua doçura e delicadeza. Nas suas palavras eu viajo e me perco, e tudo sai do contexto e quando me dou conta, viro personagem de suas fantasias e juntos, vamos construindo uma ficção, onde em sua história até peixe vive fora do aquário; olha que hilário o pobre do peixe viver fora do aquário, seria como não ter a tua presença em meus dias, colorindo-o com suas belas e engraçadas histórias. Sendo assim menina, coloca logo o peixe no aquário, cuida bem dele, não deixa morrer; falando nisso, vamos brincar de ser felizes, vem logo cuidar de mim, me deixa ser o seu peixinho para flutuar no brilho dos teus olhos e afogar-me nos teus calorosos beijos.”
Ela é uma menina como qualquer outra. Tem seus medos em anseios.
Por que há julgam por sofrer por um amor não correspondido?
Ela ainda está aprendendo, chorando e crescendo.
Eu tinha as minhas loucuras, os meus desejos, as minhas sinas. Mas por Deus do céu, que tudo vê la de cima, eu amava aquela menina.
Ser pai de uma menina é compreender que ela será exatamente aquilo que ela quiser e como ela quiser do jeito que ela bem entender e meu intuito como pai é cuidar dela até o momento que ela achar necessário e nenhum momento deixa de amá-la por seus erros e acertos e julgar já mais.
A menina Brincando
Você é uma menina brincando num balanço dentro do meu coração. Enquanto brinca e sorri, você o faz bater mais forte.
Se um dia você se cansar da brincadeira, meu coração pára e eu morro triste.
E se apaixonou pela menina mais insegura, aceitou seus segredos, seus medos, suas imperfeições, seus monstros; se apaixonou pelo seu inferno.
Acordo de um sono profundo
e percebo que a esperança
e a certeza continuam lá.
Estão lá à minha espera!
Como se dissessem: Menina, nada tema,
você vai superar...vai superar a dor
e como uma flor na primavera,
RENASCERÁ...
Duas folhas caíram a sua direita,
Deyli podia sentir o orvalho na pele
O frescor do corpo sobre a grama verde
O vento acariciando as árvores
O brilho do sol espiando entre os galhos
Nunca havia se sentido tão viva,
Tudo estava tão tranqüilo,
Um sono profundo se aproximou
Ela fechou os olhos,
As duas folhas lhe serviram de cobertor
O orvalho de alimento, o brilho do sol de proteção.
Deyli se encolheu, abraçou o corpo e germinou.
Menina, é esse teu poder de deixar tudo subtendido que induz as pessoas a lhe procurarem outra vez, desejarem saber mais de você, como uma caixinha de surpresas nunca sabem o que irão encontrar vindo de ti. Isso instiga, mulher, isso acorrenta.
Sera tao errado se eu me esqueço
Tao momentaneo se eu enlouqueço
A noite cai e os meus pesadelos voltam
Eu que jurei ser aquela menina
O passado é o começo
Mas nao é o fim
Qual é o seu nome?
Quem é essa menina? Quem é você que faz meu mundo oscilar?
E faz cada vez mais eu te cobiçar.
Mas como isso foi acontecer? Ainda mais com uma pessoa que não cheguei a conhecer.
Menina, você tem algo que me deixa esquivo. O que pra mim, é realmente algo inesperado.
Não sei o que acontece, quando meu olhar te encontra, meu corpo se inquieta coloco-me a drapejar.
Menina, Te contemplo ao alvorecer, reflito sobre você no crepúsculo e sonho com você ao anoitecer.
Como já dizia Shakespeare: "Só é amor quando é a primeira vista"
Com certeza exaltado, um pouco alucinado, será que estou apaixonado?
Menina linda, qual é o seu nome?
A menina
Ela era muito pobre e toda sua vida morou na roça. Filha de agricultores tinha sempre o mínimo por ser humilde de posses. Na época do natal desde pequenina perguntara diversas vezes ao seu pai porque eles não compravam uma árvore de natal ainda que pequena, pois estava cansada de todo ano correr nos arredores do sítio e pegar o galho de qualquer árvore pra enrolar algodão naquele graveto seco e ainda apanhar pedrinhas e enrolar no papel de bala brilhosa pra transformar em bolinhas de natal reluzentes e pendurar no graveto em forma de arvore.
Anos atrás chegara tingir barbante e colar na parede em formato de arvore para evitar o trabalho de colher o velho graveto. Mas a menina insistia e perguntava "Mas, papai, não é tão caro uma árvore; compra nem que seja uma pequenininha". E aquele pai de ganhos poucos se viu no impulso de deixar de comprar algo pra comer e comprar a bela árvore.
E numa bela tarde de dezembro aquele pobre agricultor cansado depois de arear seu cavalo entra em casa com uma pequena caixa, chama a filhinha e diz meu amor eis aqui seu presente. Como que em transe aquela criança que perceberá logo de cara o que era saltando em gritos, arregalando os olhinhos em estado de euforia deixou rolar uma lágrima de alegria por ver que seu pai havia lhe comprado em fim a árvore de natal tão sonhada.
Mas e o resto das coisas? Perguntou a jovem mãe. O pai disse o dinheiro não deu, e quando eu vendi as coisas que levei da roça o que recebi foi suficiente pra comprar o presente de nina. Mas vamos deixar de comer por causa de uma arvore? E, o pai parou pensou e disse; quando vi aquela árvore e lembrei dos olhinhos de nina me pedindo aquele presente, sem entender o porque de não poder! Eu não resisti. E apliquei todo aquele dinheiro na árvore. Valeu a pena de ver sua alegria e seus olhos em quase que sem acreditar naquela árvore, só isso pagou e me deu felicidades. O resto, vamos nos virar, pois nada paga uma felicidade onde alguém ver que o impossível não existe se fazemos tudo e pelo Amor e alegria de algo que se quer mais que tudo.
Por isso quando queremos muito algo e esse algo nos arremete a outro algo que aparentemente parece impossível não medimos esforços em fazer esse alguém feliz. Porque felicidade não tem preço. E o bom é ser feliz.
Feliz felicidade, feliz Natal.
Menina, levante a cabeça!
A vida não vai parar,
porque você está sofrendo
Tudo passa e isso vai passar...
Você é diferente...
Tem a leveza da brisa e os segredos do mar...
Um toque de carisma em seu olhar e um brilho intenso no seu sorriso...
E a sua face me dá alegria e desejo em forma de carinho...
Esse seu jeito de menina mulher faz com que eu me encante...
-Sou aquela menina imperfeita,aquela que xinga,briga,aquela q parece ser forte,suporta o mundo nas costas sem deixar cair,Mas q la no fundo,não e tao forte assim,sofre,chora,tem medo de amar,medo de se machucar,aquela desastrada,boba,ciumenta,chata,grossa e fria...*-*
