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#LifestyleProtagonista

Inserida por FelipeMarx

Como vai ser rejeitado se não esperar nada?

Inserida por FelipeMarx

Para os católicos, o trabalho é uma sentença condenatória, como reafirmará a Renum Novarum, 1981. Para os liberais, é uma disputa mercantil. Para Marx, é a única possibilidade de redenção, junto com a revolução, e por isso é um direito a ser conquistado. Somente Taylor, no plano prático, e Lagargue, no plano teórico, consideram o trabalho um mal que deve ser reduzido ao mínimo, ou evitado.

Inserida por pedro_duarte

Busco paz para me preservar, Sanidade para me conduzir,
nem tanto asas para poder voar, mas um motivo simples pra sorrir"

Inserida por MarxPedro

Deus é um ser que com o qual e sem o tal tudo fica tal e qual.

Inserida por MarxPedro

No frio cálido da voz que em ti ressoa
Doces Palavras o vento me dizia
Teu rosto triste um encanto revelava
Mas meu sorriso na tristeza se escondia

Inserida por MarxPedro

⁠“O liberalismo econômico de Smith, o positivismo de Comte, os ensinamentos de Marx e Durkheim, e as contribuições de Weber para a busca de uma base conceitual consistente para as organizações precisam, mesmo que superficialmente, serem conhecidos pelo gestor.”

Inserida por MVR

⁠Não se pode aprender a ser criativo lendo Marx. Ou alguém é criativo ou não.

Inserida por FJE2010

Na fome o ser humano retoma a sua condição de animal irracional

Inserida por MarxPedro

O que impulsiona a humanidade é a busca incerta pelas incertezas que ela mesma inventou pra ser infeliz

Inserida por MarxPedro

Já se faz a tarde finda,
E Já que finda a tarde jaz.
Já que a tarde te faz linda,
Que a tarde não se acabe mais.

Inserida por MarxPedro

Independente de qualquer religião, todo ser humano é igual,
Só mudam os vícios.

Inserida por MarxPedro

De Freud ouvimos: "A religião é a neurose obsessiva da humanidade”, “A religião é uma ilusão” ou, ainda, “A religião é inimiga da ciência”.
De Karl Marx: "A religião é o ópio do povo."
De Cristo: "Eu sou a religião."

Você crê em quem?

Inserida por brunoescritor

Se até os sólidos se desfazem no ar o que dizer dos amores líquidos?

Inserida por jenn_perroni

Chamar a força criadora do universo de Deus, é diminui-la

Inserida por MarxPedro

"Lênin tinha um motivo especial em sua revolução... Igualar as riquezas para que todos sejam felizes sem desigualdade, porém o motivo da revolução era que Czar não deixou riquezas, então oque o estado soviético queria igualar, era um vasto império pobre e miserável."

Inserida por GabrielGeraldo

⁠O Socialismo Falhou Falhará e nunca irá funcionar em nenhum país, olhe bem para Cuba está falido em um estado quebrado

Inserida por joaophilosoph

⁠Qual é o culto mundano judeu? O comércio.
Qual o seu Deus mundano? O dinheiro.

Karl Marx
Sobre a questão judaica (1844).
Inserida por nicollas_matos_mendes

⁠Na roleta da vida
Gira gira a farsa
Você dá as cartas
Máquina viciada
Roubou a ilusão
Esvaziou meu coração

Inserida por jota_marx

⁠A flor do medo

Aquele olhar de justa causa, fez-me tremer de medo...
A razão chega sem-hora, marcando em juízo às provas.

Inserida por jota_marx

⁠o capitalismo – apesar de passar por inúmeras crises e por ser também um sistema político-econômico cuja sua classe e/ou grupo social tem, por essência, como princípio, desagregar mais membros do que propriamente agregar – sempre manteve a sua hegemonia.

Inserida por Atsoceditions

⁠Contrariando as teses Marxistas sobre o seu suposto fim, o capitalismo, segundo as já primeiras análises político-econômicas do Italiano Antonio Gramsci, trouxe também consigo a chamada “Hegemonia”, fazendo com que – por meio do caráter ideológico dela – se paralisasse, e não somente condicionasse a “dialética da história”.

Inserida por Atsoceditions

⁠Nós somos homens e nos alienamos a liberdade

Inserida por Henrique_sous

Sobre os socialistas, é preciso ter em mente que se eles mentem tanto sobre o presente (cristalino e à vista de todos), mentem ainda mais sobre o passado - distante e nebuloso.

Inserida por aulercoelho

Sócrates refuta Marx⁠
Cena: Um café filosófico em Atenas, com Sócrates e Marx conversando.

Sócrates: Ah, Karl, você trouxe seu livrão! Esse tal de "Manifesto". Interessante essa sua ideia de "luta de classes." Diga-me, Karl, é algo que posso pegar na mão, ou está mais perdido na sua cabeça do que a rota de uma pomba bêbada?

Marx: (rindo) Sócrates, vamos falar sério! A luta de classes é uma realidade social! São as classes em conflito que movem a história para frente.

Sócrates: Ah, entendo. Então se eu não vejo a classe alta jogando tapas e socos na classe baixa, a culpa é dos meus olhos? Karl, sinceramente, essas classes são feitas de carne e osso ou de fumaça de ideias? Porque eu nunca vi história avançando no grito.

Marx: Ah, Sócrates! A luta não é literal! É sobre quem controla os meios de produção. Quem controla, explora; quem trabalha, é explorado. Fácil de entender.

Sócrates: Então você quer que todo mundo compartilhe os meios de produção. Isso quer dizer que o mundo seria tipo... um grande piquenique? Cada um traz uma coisinha e ninguém briga pelo pãozinho?

Marx: Em essência, sim. Se eliminarmos a propriedade privada, acabamos com a exploração, e voilà! Conflito resolvido!

Sócrates: (fingindo pânico) Espera aí, eliminar a propriedade privada? Onde vou guardar minha toga? E o que você faria com esse seu tijolão do "Manifesto"? Sem propriedade, até meu humilde pedaço de queijo vira “patrimônio público”, certo?

Marx: Sócrates, foque no ponto! Não estou falando da sua toga! A propriedade que quero abolir é aquela que serve para explorar. É a que gera desigualdade!

Sócrates: Ah, entendi! Então viveremos sem propriedades "exploradoras", mas ainda com um cantinho para chamar de meu? E quem decide o que é justo ter? Você, Karl? Vamos nomear juízes para essa "nova ordem" ou confiar nos deuses?

Marx: É a sociedade! Cada um vai contribuir com o que pode e receber conforme sua necessidade. Isso é igualdade!

Sócrates: Que romântico! Mas, digamos que minha “necessidade” seja uma taça de vinho toda noite, e a do meu vizinho seja só um pãozinho seco. Isso não causaria... vamos dizer... “alguma” dificuldade?

Marx: (irritado) Sócrates, eu não estou falando de caprichos! Numa sociedade justa, apenas as necessidades reais são atendidas.

Sócrates: Ah! Agora sim, Karl! Então precisamos de um comitê para decidir o que é real e o que é “fútil.” O vinho é o quê, então? Se for uma comissão de bebedores, acho que estou salvo!

Marx: (suspiro profundo) Você só quer brincar, não é, Sócrates? A questão é que a exploração aliena o trabalhador, fazendo-o esquecer sua verdadeira essência!

Sócrates: Certo, então a solução é eliminar o trabalho? Karl, isso mais parece preguiça organizada! Confesso que é tentador…

Marx: Não se trata de eliminar o trabalho, e sim torná-lo uma fonte de realização!

Sócrates: Sim, compreendo. Mas quem vai realizar o trabalho que ninguém quer? Precisaremos de “voluntários”? E se todo mundo quiser tocar flauta ao invés de plantar batatas?

Marx: Numa sociedade igualitária, todos vão contribuir para o bem comum, e o egoísmo será coisa do passado.

Sócrates: Aham... então você acha que todos vão ignorar o próprio umbigo e trabalhar felizes pelo bem maior? Karl, eu nunca vi isso em Atenas. Quem sabe em outro planeta, com habitantes mais... "evoluídos."

Marx: Esse mundo é possível, Sócrates. Mas, claro, você prefere zombar do que acreditar numa nova ordem.

Sócrates: Eu prefiro questionar, Karl. Afinal, como disse um amigo meu, “a vida sem questionamentos não vale a pena ser vivida.” Agora, imagine o que seria da sua “nova ordem” sem um bom puxão de orelha de vez em quando!

Inserida por slsj2001