Tag livros
Os livros me ajudaram a estabelecer valores que me acompanhariam durante toda a vida, como agir com retidão, garantir que todos comecem de um ponto de partida igual e tratar o próximo como gostaria de ser tratado.
Três coisas simples medem o grau de
civilidade de uma sociedade:
O cuidado com as crianças, com os livros e com as praças.
Eu acredito que tudo tem uma essência, uma energia, até coisas imateriais, como pensamentos e emoções, por isso é bom você cuidar de você. E acredito que tudo de certa forma tem vida, mesmo que não dá forma que imaginamos
Nossas folhas...
Somos livros na sútil arte de viver.
Letras combinam, palavras completas.
E que dançam ao sabor dos sentimentos.
Unem-se uma a outra, combinam seus elementos.
E assim somos lançados ao vento a procura de olhos que nos leia.
Há livros que se encontram, que combinam suas histórias.
Que tranferem sentimentos em busca da verdade.
Ensinamos, aprendemos.
Há outros que se isolam em estantes esquecidas.
Corredores extensos, pensamentos gelados.
Há outros, sensível leitor.
Seus dedos nas últimas páginas.
Reduz o tempo, limita a fala.
Inexorável se faz.
E o que antes se via em folhas unidas.
Mesmo que imprecisas.
Agora é livre, eterno, audaz.
DESFECHO IDEAL
Nem tudo é como eu queria
e isso me dá nervos
porque às vezes dói e dói muito,
nada sai como eu queria.
Por isso, me peguei pensando:
não seria o caso de desenhar
um desfecho ideal para aquele dia?
Já pensei de imediato e lembrei:
se sobre livros eu não tivesse
conversado aquele dia,
hoje essa dor eu não sentiria.
Se sobre sua faculdade
eu sequer tivesse te perguntado
seu descrédito hoje eu não teria.
Se naquele lanche eu não tivesse ido
certamente esse meu mau humor de hoje
nem sequer se manifestaria.
Percebi, no entanto, que meu desfecho ideal
é apenas um mundaréu antagonista,
um sem-número de experiências não vividas,
um poço de expectativas não postas à prova.
Concluo, então: sou quem sou
porque os desfechos não foram ideais,
antes, foram reais.
Os livros são como os afluentes de um rio, e o rio próprio seja o conhecimento, se você não tem oportunidade de ir direto a fonte (rio) deve buscar o afluente, mas se tiver oportunidade de beber direto da fonte, beba !!!
eu vivo em apenas um mundo,
o mundo dos livros.
Eu já viajei para Nárnia,
me transformei em uma uma sereia,
estudei em Hogwarts,
participei de uma seleção,
me apaixonei por um vampiro,
virei uma caçadora das sombras,
conheci Avonlea,
lutei em algumas guerras,
fiz parte da elite de Manhattan, e
estive em tantos lugares,
que nem consigo me lembrar
Ler nos inspira a ser pessoas melhores,
viver novas aventuras
e fazer coisas que jamais faríamos.
Os livros não mudam as pessoas,
más as pessoas que leem,
mudam o mundo
Os versos transcrevem muito bem o que não posso ou não consigo falar, uma forma que minha alma encontrou para deslizar no ritmo manso das rimas e ser embalada por sua sonoridade.
"Se sorridente é aquele que sorri mostrando os dentes; eu prefiro ser sorrialma, para fazer perfumar a minha alma. E é por isso que eu vivo no mundo encantado da literatura, porque lá a minha alma brinca, dança e floresce."
"Que até os melhores livros são jogados
E os piores são "usados" e os que permanecem são lembrados, e os requisitos para serem usados, só os "bons" são dispostos a lutar
E nós se escondemos no final da prateleira, e depois esquecerem, e no lixo lembrarem"
" Ao abrirmos um livro abrimos uma porta para um novo mundo e uma nova aventura. Escrever, são portas que criamos para estes mundos."
Quanto mais lemos, mais empáticos nós ficamos. Os livros nos fazem parar e olhar para as pessoas à nossa volta, em vez de viver incessantemente em busca do sucesso. Por isso, acho que, se mais pessoas lessem, o mundo seria melhor.
Graças aos livros, não ficamos acima ou à frente dos outros. Em vez disso, acho que os livros nos ajudam a ficar ao lado deles.
“Eu quero ser lembrada, em vida ou em morte, pelos livros que escrevi, pelos sorrisos que espalhei, pelos sonhos que realizei, mas sobretudo, pelo amor que doei a todos que cruzaram meu caminho.”
Onde tem pessoas reunidas, quase sempre não há consenso; prefiro escrever livros a mexer com atividades onde prosperam a vaidade e ganância pelo poder; por meio dos livros, expõem-se ideias e pensamentos; durante a produção do livro, o teclado pode até nos trair; digitações sobrepostas; erro na construção de frase; deslizes ortográficos. Mas logo, inevitavelmente, a falha será descoberta; o próprio corretor automático pode nos ajudar, e antes do ENTER, é possível corrigir.
