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Ignorar…
Eis uma das opções, que em nós tão temos;
Em tantos momentos da nossa vida;
Que pena, haver tanta injustiça havida;
Quando dele: um bom usar, não fazemos!
Porque, pra todos nós, bom se tornar;
Devido a em tal haver: mal, escondido;
Devemos bem, ver tido em tal havido;
Para então, esse do tal, eliminar!
Usemos tal conjugar, com bom senso;
Pra que em todo o nosso fazer, tão fique;
Um somente, do mal nos retirar!...
Pra que haja em tal, tão só o que aqui penso;
Que é, nada mais que: sempre se abdique;
Do tal, se a alguém cá for; prejudicar.
Com prudência;
Por muito tempo, ela havia ignorado os detalhes de seu passado, desconsiderando que poderiam ser peças do quebra-cabeça em sua busca por conexão. Mas agora, de repente, ela se encontrou sentindo o impulso de olhar para dentro.
É assim que nos sabemos vivos: estamos equivocados. Talvez o melhor a fazer seja ignorar se estamos certos ou errados quanto às pessoas e simplesmente deixar as coisas seguirem seu curso. Mas se você consegue fazer isso... bem, sorte a sua.
Nada pode ser tão triste quanto a ignorância (ignorar) daqueles que poderiam fazer o bem para humanidade com o forte poder de influência pública que eles detém, mas nada fazem!
Há quem valorize mais a aparência do que a essência, acabando por desperceber quão belo pode ser o interior de uma pessoa.
Há aqueles que, de tão ocupados na busca da felicidade, acabam por despercebê-la nas singelezas da vida.
Desprezar o poder da oração em tempos difíceis é a mesma coisa que ignorar os juros. A cada dia, os prejuízos se acumulam.
"Dentro de nossas profundezas, há em nós coisas que nem sempre buscamos, às vezes até ignoramos, mas que não deixa de existir."
Em certas situações a melhor forma de se defender
é ignorar os fatos irreais, e lutar através do silêncio.
Nunca use as mesmas armas que a do seu adversário.
Toda a nossa fraseologia – relações raciais, abismo inter-racial, justiça racial, perfilação racial, privilégios dos brancos, até mesmo supremacia dos brancos – serve para obscurecer o fato de que o racismo é uma experiência visceral, que desaloja cérebros, bloqueia linhas aéreas, esgarça músculos, extrai órgãos, fratura ossos, quebra dentes. Você não pode deixar de olhar para isso, jamais.
Já passei por esta fase.
Demorou para eu perceber que nada daquilo que fizeram ou desejaram contra mim eu poderia, simplesmente, ignorar e relevar, sem nenhum desgaste emocional de minha parte.
Entendo agora que “dar o troco” jamais deveria, um dia, ter povoado minha mente, mesmo porque, neste revide eu estaria concordando com meu agressor e dando a ele o prazer de
sua constatação, mesmo que falsa.
Se formos vítima de algum engano e, no calor desta intriga, nos empenhar em algum revide, isto sempre nos enfraquecerá muito mais, pois, não conhecendo o ambiente do agressor já estaremos em desvantagem.
Nesta situação somente o tempo agirá a nosso favor, e nosso silêncio será por todos compreendidos, nos devolvendo e ampliando nossa admiração.
(Teorilang)
Beleza uns vêem outros não. Já o amor... ...esse não tem como ignorar, não tem como esconder o quão bonito é. É luz que ilumina os olhos até dos que insistem em ficar com eles fechado.
Nossa vida é feita de lições desde a primeira infância. Cabe a cada um desenvolver suas capacidades de assimilá-las ou ignorá-las.
Se afastar também é um ato de amor próprio. Muitas vezes permanecemos em habitats que não nos favorecem. Mesmo quando tentamos induzir uma adaptação ao meio desperdiçamos muita energia e depois de um tempo começamos a viver um loop de descontentamentos. Aprenda que nem todo mundo que sorri para você quer sua companhia e aqueles que parecem te ignorar na verdade te admiram demais.