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Talvez hoje eu pudesse escrever sobre os últimos dias 30 anos que vivi. Mas que tal falar dos próximos 30, 40, 50?
Daqui 50 anos, quem terá vencido? A Guerra ou a compaixão?
A tecnologia vai tá mais avançada que o amor das pessoas?
Vamos continuar recebendo mais convites de redes sociais do que Abraços?
Será que vamos repassar mais sorrisos dos que correntes?
Sempre sonharam com carros voando, pra nos aproximar dos lugares. Mas e a amizade, ainda vai nos aproximar das pessoas?
Um elogio vai ser mais importante que uma crítica?
Haverá protesto quando não tiver amor?
Vamos cumprir nossas promessas assim como cumprimos cadastros em sites de relacionamentos, redes sociais?
Ainda vamos nos preocupar c as pessoas distantes, assim como nos preocupamos quando o celular tá no outro cômodo?
Ainda vamos dar e receber Abraços, do mesmo jeito que damos "curtidas". Aliás, vamos curtir mais momentos juntos?
Estaremos andando de mãos dadas com uma pessoa querida ou a extinção também vai existir no aperto de mãos?
Daqui 50 anos as respostas virão e saberemos realmente se evoluímos em prol das máquinas ou das pessoas.
Há pessoas que fazem paz e amor em nome de Deus. E há as que fazem guerra e destruição em nome "de algum deus". Difícil é aceitar quando essas de "guerra e destruição" são as pessoas que você mais ama.
O apontador de metralhadoras
Deleite em sangue e dor e lágrimas que caem e são sopradas pelo vento
para longe, para bem longe de qualquer sentimento minimamente humanizado.
Com rígidas metas a seguir, o apontador segue em auxílio à barbárie
a metralhadora arguida pelo furor de sua própria ira interna
embrutecida na contramão da vida, orienta seu caminho.
A alça de mira em 'colundria' com a massa de mira,
ambas corrompidas pelo gatilho ligeiro da expertise militar
que dá vida aos projéteis lançados lentamente ao ar, feito plumas ao vento
higieniza toda a humanidade existente naquele lugar,
'desaprisionando' o grito aprisionado no peito
que o enche de adrenalina para guerrear
e também o comove, o entristece e o faz chorar.
Depois dos gritos de medo e pedidos de clemência, o tiro de misericórdia.
Os olhos se fecham e o brilho latente da retina se encerra
assim como se encerra a luminescência dentro de uma lâmpada,
quando se queima.
Faz-se um breve silêncio entre o instante imediatamente posterior ao disparo fatal
e o instante em que já sem vida,
o corpo percorre o trajeto da queda de sua própria altura
e encontra o chão duro e ressecado pelo sol forte que o castiga diariamente.
O som ensurdecedor do silêncio que se propaga após a queda do corpo no chão à sua frente
o faz perceber que a guerra que luta agora, nunca foi a sua própria guerra
foi sempre a guerra de outros,
justificada por motivos que ele jamais soube explicar.
E que os sujeitos por ele subjugados são na verdade,
tão inocentes quanto ele próprio.
E em meio a tantas agruras,
ele percebe que a criança que ergue as mãos em sinal de rendimento
o faz por não ter escolha,
por não ter também uma metralhadora, ou um fuzil
com mira a lazer e pente de munição letal reserva,
como a que traz consigo pendurada no ombro esquerdo
em um coldre de couro desbotado e sujo de sangue.
O que ele não percebe é o quanto essa batalha lhe faz mal
o quanto cada corpo caído no chão, sujo de sangue e de terra vai pesar em sua consciência
quando enfim parar de puxar o gatilho sem pensar no porque o faz.
No pátio vários gritos ecoavam pela grande fortaleza de pedra. Alguns ferreiros batiam nos ferros incandescentes fazendo o tipico som repetitivo de metal com metal que para os guerreiros há de ser um gênero musical.
Os guardas andavam para lá e para cá em cima da muralha fazendo suas armaduras tilintarem, completando a canção como um instrumento de fundo.
Cavalos relinchavam de hora em hora, impacientes.
Havia também mulheres, As que acalmavam os homens de forma generosa e cara e as guerreiras que recebiam olhares mal encarados de brutamontes por suas ascensões no exército.
Rurik, observando tudo por uma janela retangular de pedra, se retirou e seguiu caminho para um cômodo da realeza. Sua armadura, embora fosse de um metal extremamente brilhante e raro, fazia o mesmo som que a dos soldados no pátio.
Bateu na pesada porta de madeira com a mão direita e com a esquerda ficou segurando seu capacete encostado na cintura onde ficava sua espada cheia de títulos.
Alguém lá dentro gritou para entrar.
- Meu lorde - disse Rurik, prolongando o "lorde". Um homem alto de cabelos pretos, quase grisalhos, e com a armadura mais ornamentada do Reino estava atrás de um espelho fazendo alguma prece - seu exército está pronto.
O lorde pareceu fazer uma última prece.
- Mande soar as trombetas.
O amor gera tempo... ... tempo pra entender que o dia precisa da noite,que a guerra precisa da paz,mas o diferencial da vida é viver,amar é entender que nao se descreve o que sente,quem ama percebe a profundidade própria do coração.A subjetividade afeta relacionamentos,imaginar distorce o que as pessoas verdadeiramente são,quem ama espera a vontade de Deus pra si.
MARIAS DESTEMIDAS
Os ideais políticos ou o medo
Tornaram camponeses lapeanos
Em "pica-paus" republicanos
Menor número. Sangrento enredo
- Fuja, e leve sua criança!
Bradou às mulheres o General.
Elas ficaram. Rebelião geral
Dariam aos homens esperança
E assim, seguiu firme Maria
Com outras, permaneceu no fronte...
Mortos? Nas ruas, viam "de monte".
Unidas, mostraram sua valia
Nesta batalha, eram guerreiras
Alimentavam e curavam soldados:
Seus filhos, maridos, amados...
Ela, Maria, e suas companheiras
As moças trouxeram o enxoval
Lençóis, toalhas e os vestidos
Era necessário, para os feridos
O véu branco, cobriu o General
"Só 72 horas!", mas resistiram 26 dias
Final do cerco: elas recolheram corpos
Filhos, maridos, amados: jaziam mortos
História não contada nas biografias.
São merecedoras desta homenagem
As heroínas do Cerco da Lapa
Relevantes figuras nesta etapa
Lutaram com fibra e coragem
Fostes o Iluminismo em minha vida
Um grande Renascimento
Que me fez ressurgir de forma revolucionária
Fostes como uma guilhotina em meu coração
E sendo assim...
Dominastes uma grande área
Tu te tornastes uma guerra que de Fria não posso chamar
Amar-te ou não te amar?
Em meio a todos esses acontecimentos
Optei pelo teu amor
Sem fronteiras ou divisas
Que para mim
Eterna ditadura
Então partistes em vastos mares
Deixando-me em salgadas lágrimas
Esquecer-te é preciso
Amar-te não
Mas se te amar foi meu sofrimento
A saudade se faz minha aliada
Estou armando uma Segunda Guerra
Vai ser a queda da Bastilha
Posso ter perdido a batalha
Mas não perderei nossa Guerra.
Temos de combater a sombra do dia todos os dias,
E ter amigos do nosso lado, torna a batalha digna de ser vencida.
Não me parece sensato lutar por lutar. Um bom soldado precisa mais que ordens para ir à guerra e não se entregar ou enlouquecer.
Lembrar da nossa infância, é como um sonho bom, acorda e pronto,lá se foi a magia, mais fica a reflexão! nunca estamos felizes com o momento, quando ele passa, sentimos saudades, e muitas vezes as lágrimas vem, portanto, viver e sentir o momento com intensidade é evitar que a saudade machuque mais tarde, felicidade é momentos, e vale exatamente o quanto damos importância a ele. pense nisso, Paulo Guerra...
As dificuldades nos tornam as vezes vulneráveis, os sentimentos, mais dependentes, a raiva, mais cruéis,o desprezo, mais amargos, o ciúme, mais cegos,a volúpia mais ensandecidos, a inveja, mais egoístas, o amor, liberta de todos esses adjetivos, ame, sem ter limites, pois é o único sentimento capaz de mudar o mundo, e tudo que doamos recebemos em dobro, pense nisso, Paulo Guerra.
Quando for atirar em alguém, olhe com atenção seu alvo, de repente pode ser a lampada mágica que poderia mudar sua vida, e você pode matar o gênio antes dele atender seus pedidos, pense nisso, paulo guerra.
Se Deus me desse asas, talvez voar não fosse suficiênte, se me desse riqueza, talvez me desvirtuaria, se me desse poder, talvez eu usaria de forma errada, gostaria apenas de ter sabedoria para entender quão grande é a sua misericordia, e poder prosperar na vida, obrigado senhor po me dar apenas o que mereço. pense nisso. Paulo Guerra.
A saudade é o resultado do passado feliz, no filme abstrato do nosso inconciente, aonde apenas um pode assistir, o seu protagonista, portanto viver feliz é a certeza de que no futuro sentirás saudade, e assistirás o filme feliz da tua própria felicidade, pense nisso e viva feliz, Paulo guerra.
Para que buscar o tudo, se não somos eternos?, estamos aqui apenas de passagem, pegando carona na misericórdia de Deus, chegaremos ao final e nada levaremos, viva feliz sem olhar para traz, para não tropeçar nos erros cometidos, pense nisso, Paulo guerra.
Se você teve um dia de perdas, se não foi bem nos negócios, e por consequência passou uma noite ruim, mal dormida, e acordou no dia seguinte mau humorado, celebre a vida, agradeça a Deus, afinal você acordou, isso já é suficiente, agradeça a misericórdia que Deus teve em lhe conceder mais um dia. pense nisso, Paulo Guerra.
Ser forte, é sobreviver com o minimo, não desistir,e ter no coração o alimento da alma, o amor, e acreditar que DEUS é absolutamente tudo.Pense nisso, Paulo Guerra.
Nunca imagina que que Deus te abandonou, ele pode está apenas testando a sua capacidade de caminhar sizinho pelos caminhos tortuosos da vida, mais tenha a certesa que, se você cair, a primeira mão estendida para te amparar é a mão de DEUS. as veses na pessoa de um amigo. pense nisso. Paulo Guerra.
Se alguém critica, ou fala mal de cocê, não ligue, provalvemente é inveja, pois certamente gostaria de ser igual você. ou ser você. pense nisso. paulo guerra.
Muitas vezes pedimos a Deus aquilo que queremos, e esquecemos de agradecer aquilo que merecemos, pense nisso, paulo guerra
