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Desde os primórdios a religião é a ignorância da terra, resultado disso é a discórdia e a constante guerra.
Eu prefiro a paz.
Se o impossível é questão de opinião, eu vou além.
O homem quando está em paz
Não quer guerra com ninguém.
Fala-se sobre à possibilidade de iniciar-se uma guerra civil no Brasil. Esse pensamento é um pouco esdrúxulo; visto que, a guerra civil brasileira começou no dia 22 de abril de 1500, perdurando até hoje.
Não tenho afirmativas, descartei negativas, mas cismo com exclamações que, muitas vezes, me rendem interrogações, reticências de esperanças e pontos finais que doem décadas. Vivo assim: gramaticalmente eu, dentro de concordâncias absurdas e impostas pelos meus próprios limites.
O Islã e os radicais brasileiros
- (Religiosos ou não) –
Respeitar os islâmicos não é um favor que se faz aos povos árabes, pois somos sujeitos de direitos iguais perante nossa Constituição Nacional. Nesse sentido, é obrigação de todos manterem a sanidade mental e a racionalidade perante aos recentes acontecimentos mundo afora, pois, nem todos são radicais e ou terroristas; na verdade, essa postura mais extremista é adotada pela minoria. O islã prega o amor, a caridade e o respeito ao próximo, sendo uma tradição religiosa linda e merecedora do respeito de todos, sem exceção.
Assim como existem desvios no Islamismo, existem também desvios em muitas outras tradições religiosas, portanto, apontar o dedo e julgar o outro por sua opção de crença religiosa é tão ignorância, quanto envolver o corpo de explosivos e alvejar alvos aleatórios em espaços públicos. A maioria deles é tão vítima dessas minorias radicais, quanto os alvos de atentados terroristas. Há que se manter a sanidade, mesmo em meio a tantos absurdos, pois não somos juízes do clã dos deuses, habilitados a fazer justiça e punir os ímpios. Então porque agir de tal forma, repetindo o mesmo erro sempre? Pra quê repercutir o ódio, tipo bateu levou? Mesmo porque, normalmente quem leva, não foi quem bateu. Quem bate esquece, quem apanha não; sábias essas palavras e muito pertinentes também. Afinal de contas ninguém quer apanhar, merece apanhar injustamente, ou apanhará em silêncio para sempre. Se você atira uma pedra ou professa o seu ódio contra pessoas inocentes, por causa da crença religiosa dessa pessoa, você também está promovendo o terror e, portanto, se tornando um 'terrorista'. Hoje, agressão verbal e pedra; amanhã, algo maior e mais contundente.
Chega de radicalismos e incompreensão no mundo, precisamos de pessoas capazes de amar, primeiro a si mesmos e depois aos outros. Precisamos de pessoas humanas, humanizadas e capazes de se sensibilizarem com o sofrimento alheio. Peço desculpas, em nome do povo brasileiro, aos árabes ofendidos e agredidos no estado do Paraná, pois assim como nos recentes episódios de ódio em casos isolados de radicalismos religiosos promovidos por uma minoria islâmica e amplamente divulgados pela mídia mundial, os agressores brasileiros não respondem ou representam a maioria do povo brasileiro.
Link para o texto motivador da escrita:
Disponível em: <http://www.paranaportal.com.br/blog/2015/11/23/muculmanas-sao-agredidas-em-curitiba/>. Acesso em: <23 de novembro de 2015>.
Chega de radicalismos e incompreensão no mundo, precisamos de pessoas capazes de amar, primeiro a si mesmos e depois aos outros. Precisamos de pessoas humanas, humanizadas e capazes de se sensibilizarem com o sofrimento alheio.
De fome de sede ou de guerra
Qual será o fim do homem na terra?
Alguns matam pra viver
Outros vivem pra matar
De um jeito ou te outro
Mulheres bebês ou garoto
O fim, sim chegará.
As guerras pelo mundo afora estão dando muito lucro aos vendedores de armas e os inocentes são e serão moedas de troca até que a morte nos separe. Enquanto existir a miséria e a exploração do homem pelo homem o mundo será essa desgraça que vemos. Sangue versus sangue, assim caminha a humanidade rumo ao inferno designado de vida!
O homem, a guerra, o desastre e o infortúnio
“Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação. Da paz se diz que é podre, porque é o estarmos recaídos sobre nós, a inatividade, a derrota que sobrevém não apenas ao que ficou derrotado, mas ainda ou sobretudo ao que venceu. O que ficou derrotado é o mais feliz pela necessidade iniludível de tentar de novo a sorte. Mas o que venceu não tem paz senão por algum tempo no seu coração alvoroçado. A guerra é o estado natural do bicho humano, ele não pode suportar a felicidade a que aspirou. Como o grupo de futebol, qualquer vitória alcançada é o estímulo insuportável para vencer outra vez.
Imaginar o mundo pacificado em aceitação e contentamento consigo é apenas o mito que justifique a continuação da guerra. A paz é insuportável como a pasmaceira. Nas situações mais vulgares, nós vemos a imperiosa necessidade de desafiar, irritar, provocar, agredir, sem razão nenhuma que não seja a de agitar a quietude, destruir a estagnação, fazer surgir o risco, a aventura. É o que leva o jogador a jogar, mesmo que não necessite de ganhar, pelo puro prazer de saborear o poder perder para a hipótese de não perder e ganhar. A excelência de nós próprios só se entende se se afirmar sobre o que o não é.
Numa sociedade de ricaços ninguém era feliz. Seria então necessário que por qualquer coisa houvesse alguns felizes sobre a infelicidade dos outros. O homem é o lobo do homem para que este possa ser o cordeiro daquele. Nenhuma luta se destina a criar a justiça, mas apenas a instaurar a injustiça. O homem é um ser sem remédio. Todo o remédio que ele quiser inventar é só para sobrepor a razão ao irracional que de fato é. Toda a história das guerras é uma parada de comédia para iludir a sua invencível condição de tragédia. A verdade dele é o crime. E tudo o mais é um pretexto para o disfarçar. A fábula do lobo e do cordeiro já disse tudo. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais imaginação para inventar razões. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais hábitos de educação. E a razão é uma forma de sermos educados.”
Vergílio Ferreira, in Conta-Corrente IV
Olá Facebookianos, nunca me manifestei publicamente, sempre achei que nossas opiniões devem ser respeitadas e muitas vezes guardadas para si evitando desentendimentos, porem senti necessidade de expressar minha indignação nesses últimos dias. Sou de origem francesa por parte de mãe e origem sírio-libanesa por parte de pai, a mistura de duas grandes culturas, que infelizmente estão em conflito. Acredito que os acontecimentos trágicos que marcaram esse ano, foram lastimáveis, e choro pelos dois lados, quantas pessoas sofreram com o que vem acontecendo. Somente quando algo terrível acontece, nos manifestamos a favor da paz, não podemos chorar o leite derramado. O mais valioso nesse mundo é a vida em paz.
Estou com dificuldade de raciocinar, estou com dificuldade de dormir, estou enjoada sem motivo, estou perdendo a batalha e nunca fui para a guerra
O pior soldado é aquele que abandona a guerra sem ter utilizado todas as armas de suas mãos, com a batalha ainda em andamento.
1. Se as outras espécies de animal fizesse tantas guerras como os seres humanos eles seriam tão evoluído quanto nos.
A guerra é
O jovem cansando
E o velho lucrando
O jovem chorando
E o velho cantando
O jovem morrendo
E o velho falando
