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"Santo de casa não faz milagre! Ditado antigo, porém, extremamente contemporâneo. Por vezes, deixamos de arriscar, nos doar, fazer acontecer, partir para a guerra, suar a camisa, brigar, lutar, batalhar, colocar-se na linha do tiro... Infelizmente, pelo 'ironicamente', maldito julgamento do 'santo caseiro'!" (Mettran Senna)
Mettran Senna
Em minhas relações humanas já cansei de defender meu ponto de vista sobre a Paz. De que não podemos construir uma nova história nesse planeta repetindo a história pautada na Guerra. Como co-criador estarei fazendo meu papel. Mas não irei discutir. Simplesmente cansei. Discutir não compensa. Tem gente que não acessa determinadas realidades e dimensões do entendimento sobre a paz e o respeito nas relações. Esses irmãos ainda precisam de muita cura. Agora atingi um patamar que por mais que a guerra esteja em todos os lugares a paz reina em meu coração e minha mente. Descobri que meu espírito é realmente em sua essência pacífico e pacificador. E o direito de cada um viver como deseja é individual. Dessa forma sigo tranquilo, sorrindo, de peito aberto. Sem medo de ser feliz. Sem desejar mudar nada em ninguém. Já vivi no sofrimento. Em outras vidas já devo até ter vivido em guerras. Atingi a paz. Prefiro a paz. Essa frequência me conecta com o Divino. Tenho amigos que preferem a Guerra. Aceitando o jogo da vida como ele é. Sou grato.
Após uma longa “guerra fria”, no intervalo de cada guerra santa, cessar-fogo, guerrilha ou “bombardeio cirúrgico” - todo santo dia;
No universo paralelo dos regimes de mão-de-ferro, de terror e mártires - silenciados pela burca, a mendicância e a pólio;
Lá, resistem os últimos legados da humanidade: O amor materno e a esperança - sempre a última que morre...
Hoje em dia na Venezuela, os dias amanhecem sem cor, em contraste com sua bandeira. A batalha se torna obrigatória ao acordar, quando não se tem mais nada para colher. Os lixos viraram mercado e a competição na podridão é contra ratos. As crises nas ruas, é gargalhada para o tirano, que faz dancinha enquanto o povo apanha. Aqueles que negaram ser canhotos, sofrem nas mãos daqueles que deveriam ser seus protetores, os olhos murchos não creem em nada, pois, não há nada que traga consolo. Querem resistir e quanto mais resistem, mais lhe afundam a chaga, porém são essas marcas, que motivam seus companheiros de nação. Vemos uma resistência pacífica contra uma ditadura que penaliza, querendo impor uma falsa constituinte. A multidão, por sua vez, segue nas ruas buscando desesperadamente pelo que deveria ser seu por direito, a liberdade.
Não adianta desqualificarmos os pensamentos dos irmãos. Não adianta desqualificarmos agendas Globais. São o que podem ser. Pensam como podem pensar. Precisariam sentir? Haveria necessidade de ensiná-los a ter consciência sobre a importância de todas as expressões de vida e da matéria? Independente das preferências deles pelo que não É? Você já assistiu os números do Painel Global? São estarrecedores. Eles podem muito mais e nem se deram conta. Paz!
Não faça guerra, acabe com a guerra. Um bom cidadão sabe dar a resposta na lata sem ter medo de assumir as consequências.
Senhor,
Tu que disseste ao infante,
“Dominai sobre todas as criaturas”,
Fazei-me forte de corpo e alma,
Dai-me a graça de saber lutar com lealdade,
E vencer com justiça,
Mas se não merecer a vitória,
Morrer com dignidade,
Infantaria! Brasil!
Sei que isso é insano, mas de alguma forma gostaria de ter estado em Auschwitz com meus pais para que eu pudesse de fato saber o que eles viveram! Acho que é um tipo de culpa por ter tido uma vida mais fácil do que a deles.
Sim, a vida sempre fica do lado da vida e, de alguma forma, as vítimas são culpadas. Mas não foram as melhores pessoas que sobreviveram, nem as melhores que morreram. Foi aleatório!
Aprenda que há sempre um turbilhão de sensações a sentir, há uma gama enorme de experiências para te fazer evoluir, não se permita desistir de seguir, pelas dificuldades que encontrar ao partir. Sempre haverá guerra onde o amor tende a crescer, mesmo assim continue a amar, continue a viver. A vida é daqueles que se atrevem a enfrentar tudo aquilo que não lhe veste bem, tudo aquilo que lhe atrasa e retém. No final, a luta sempre terá valido a pena, ainda que o caminho possa não demonstrar isso, mas esse é o seu compromisso. Seja sempre o melhor que pode ser, entregue sempre o melhor de você!
Confie em seu instinto e seja cauteloso com todos. Ser dessa forma te faz ser o foco pois você começa a ir onde poucos vão. Observe as atitudes dos próximos sem e com sua presença. Esteja onde ninguém acha que estará e verá o quão bom é ser assim. Perceberá que tinha inimigos tanto longe quanto do seu lado.
A guerra é uma catástrofe. Ele deixa famílias em pedaços irrecuperáveis. Mas aqueles que se foram não estão necessariamente perdidos.
Só quando você pensa que a guerra levou tudo o que você amava, você encontra alguém e percebe que, de alguma forma, ainda tem mais para oferecer.
