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Hoje li uma matéria em que o Papa Francisco diz que a Igreja precisa pedir desculpa aos gays. É uma pena que nesse instante meu coração esteja tão triste e machucado que não consigo perdoar.
É muito difícil se sentir descartado, jogado fora, deixado de lado por uma coisa que independe de suas forças. Que não é uma questão de querer!
Quando a violência à diversidade de gêneros se reveste de roupagem religiosa, acende o alarme de que se choca o ovo da serpente. O nazismo resultou também da perversa ideologia religiosa que acusa os judeus de “assassinos de Cristo”.
Gays não reproduzem, e nascemos a todo momento. Não adianta tentar nos calar, oprimir ou matar, pois a gente sempre volta nessa revoada que é a vida...
A AIDS TÁ DE VOLTA MATANDO MUITO GAY DE TUBERCULOSE.
O governo petista nestes últimos dez anos PERDEU A BATALHA CONTRA O HIV: 11% de gays infectados contra 0,6% de HIV+ entre héteros. Leia a avaliação de um ativista histórico bom conhecedor do assunto.
Ezio Távora Santos-Filho Voltamos à década de 1980. Ninguém reconhece mais uma pneumocistose (PCP) nem sabe que se trata isso simplesmente com Sulfametoxazol + trimetoprima (ou Bactrim, como as pessoas conhecem pela marca). As pessoas com HIV/aids estão morrendo por insuficiência respiratória como nos anos 1980, pois são tratados para a pneumonia com outros antibióticos. Resultado de um monte de coisas juntas: falta de preparo na rede pública e privada, descaso com a quimioprofilaxia, descaso com o tratamento ARV, falta de foco e ação do governo, falta de atenção dos ativistas sobre o tratamento... e "vamo que vamo", no carão, no feicibuque, no consumo, na venda das aparências, pois prá que cuidar da aids? Tem tratamento... (mas deixa ele prá depois!!!) O importante não é mais estar saudável, é parecer saudável, para não perder pontos na concorrência. Tristes tempos. Vem muito mais por aí, Luiz Mott. A epidemia está crescendo de forma assustadora entre nós, gays, e ninguém parece preocupado. E fica todo mundo se perguntando por quê... vai precisar morrer muito mais gente para que a sociedade volte a se mobilizar de forma apropriada.
Preocupante não é ver “a instituição da família ser destruída por gays”, nem praticantes serem tolhidos no seu direito legítimo de professar livremente a sua fé. Assustador é como ambos podem fazer uso do direito que possuem para pregar o ódio uns contra os outros... mas, sobretudo como podem usar seu direito à liberdade para demonizar o que se mostre diferente; ou tentar antes ser-lhe indiferente, caso não consiga entendê-lo.
