Tag filósofo
William Contraponto: 20 anos de Colaboração Com o Pensamento Crítico e Livre.
William Contraponto é poeta-filósofo, escritor e ensaísta, conhecido por uma produção literária marcada por densidade reflexiva, crítica social e existencialismo. Ateu e humanista, constrói seus versos como espelhos desconfortáveis, que questionam certezas e provocam inquietações. Ao longo de sua trajetória, atua também como articulista e cronista, escrevendo para veículos de comunicação impressos e digitais há pelo menos 20 anos, abordando temas que vão da literatura à filosofia, do comportamento à análise política.
Contraponto transita entre a poesia e o pensamento ensaístico, recusando dogmas e abraçando a liberdade de expressão como fundamento de sua arte. Suas obras circulam em países de língua portuguesa e espanhola, algumas traduzidas, conquistando leitores que se reconhecem no tom crítico e lúcido de sua escrita. Mais do que oferecer respostas, William Contraponto se propõe a cultivar perguntas — e a devolver ao leitor o direito de pensar por si.
Filósofos são todos aqueles que amam a sabedoria e se debruçam nas reflexões e questionamentos. Muitos nem passaram pelo círculo acadêmico, mas desfilam pensamentos que desafiam os doutos.
Filósofo como Pitágoras eram menos ignorante do que aqueles que não acreditam em Deus. Mesmo sem ter a bíblia acreditava em Deus. Simplesmente porque Deus pintou no céu as estrelas em um mundo altamente criado por ele. Pitágoras não questionou ou se quer atacou a pessoa de Deus, mas buscou na criação a razão da sua existência!
“Eu Me deito”, na ‘calmaria’ Da “Alma”, me “acordo na serenidade do corpo” harmonioso! Me vejo; ao“ relaxo do existencialismo” Mental, e ‘fisicamente’ me “preparo” para o formal!
O “cérebro” ‘é a pilha’ do “corpo”, ambos são “fundamentais para sua existência”! Na qual é “movida” “pela vida”, que essa “deixa” pra› ‘sí ’o controle, de como sua “viagem” “será” tomada!
“Não olhe” para o ‘tempo’ com seu “sentido” de “superioridade”, pois a este, “você é um objeto de prazo”. Assim como a “lâmpada” no alto, “trazendo qualidade” a um espaço; é “temporário”! “sua” ‘validade’ “irá levar sua fonte” de brilho!
Para o “Tempo”, “Você é uma espécie” de ‘Lâmpada’, em um “espaço” de muitas, que “iluminam um cenário”, mas é um objeto de prazo periódico!
O “Ser humano”constrói sua morada, mas a mesma sem “esse com o tempo” se perde, isso deve ser levado para o ‘próprio indivíduo’ e seu interior!
CARREGAR O CADÁVER
Viver é mais do que um peso
Viver é carregar o próprio cadáver nas costas
Lentamente...
Dilacerantemente...
Deixar putrificar substâncias entrópicas, fétidas e químicas...
Ao mesmo tempo ter consciência de que tudo pode acabar...
Num instante, num sopro, numa ventania...
Mas milagrosamente resta a fé do crente que descortina adiante as certezas, ou nas in-certezas do filósofo...
Tudo na vida será um fim...
Resta aproveitar a "viagem", o "intervalo" e esperar o fim...
ou não...
Amém!
FILÓSOFO AUTODIDATA
Fantasias, sofrimentos, dores, alegrias...
Nessa gestação solitária
Nessa engenharia poética
Bardo de luz-própria
Filósofo autodidata...
Um ignorante por conta própria
Mergulho sub-jetivo das emoções
Gerando re-volução sim-bólica
Transformando mediocridade em santidade
Passeio no uni-verso das palavras e emoções
Feito Jesus caminhando sobre as águas...
Amém!
Crescentem sequitur cura pecuniam. (Quintus Horatius Flaccus) As preocupações crescem com a riqueza. (Horácio)
Gratidão é o ato de poder elevar o olhar rumo a abóbada celeste e agradecer sua própria existência a cada amanhecer.
Caridade é o verdadeiro significado da existência humana, quem pratica a caridade prepara o caminho para eternidade purificando o espírito.
João Sem-Braço
Não nasci para cálculos. Não meço palavras, perco os sentidos e os centímetros, avalie os sentimentos. Para os fardos da atualidade e a busca incessante do ser, a reciprocidade não anda de vento em poupa. Pasmem! O cenário frio e calculista dos tempos modernos é retrógrado e vago. É veemente o traço da fugacidade encontrado nas projeções de vida e sua conjuntura folclórica. O romance foi assassinado. Na prática, a luta entre os sexos, é vista burlando a boa-fé da espontaneidade. E o que se assemelha a um personagem poético, é dotado de uma inocente ingenuidade. “Sabe de nada inocente”. Porque nada disso é verdade! Tudo é calculado. A aptidão para os números é multiplicada pelos corpos, subtraída pelo vácuo e somada ao descaso. Desejam praticar o desapego, apegados ao passageiro. Olha o passeio! Dar as mãos é coisa do passado, estão passando é a mão mesmo. A flor da pele fica os nervos com a falta de senso, raros são os arrepios em meio aos poros sufocados de desdém. Os beijos efusivos tornaram-se tentativas do chamado “forçar a barra”. Parece que as pessoas hoje em dia são maquetistas deste cenário onde o dissabor acarreta uma aptidão para esquivar-se do romance. A frase clichê “quer romance, compra um livro”, virou música popular complementada pelo filósofo Mr. Catra “quer fidelidade compre um cachorro e quer amor volta pra casa da mamãe”. A tendência é esta! Os espertinhos (as) de plantão implantaram nas mentes estéreis a ideia de poder como meta sem baldrame para conquista. Nada se ganha sem o devido mérito. “Bonito isso, né? Eu li num livro”.
Implacáveis, os filósofos são “duros”, como os poetas, como todos aqueles que têm algo a dizer.
Não é simples amar alguém, não é fácil dizer "Eu te amo" depois que seu coração foi ferido, a realidade é que não temos noção da nossa idiotice em acreditar que daria certo de novo... São fases e fases, mas um dia evoluímos.
Quando vamos encontrar a razão de sermos burros em determinadas ocasiões? Simples não é, pois diante do que você pode ou não fazer você escolhe o que vai te trazer benefício naquele momento, mas e depois? Depois você se lamenta por ter feito aquilo que foi errado mas no calor do momento você não pensou nisso.
