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“O prenúncio de um apocalipse invasivo mental é muitas das vezes caracterizado por momentos que não importariam se os desse-mos importância”
Mil palavras em mil alfabetos não definiriam a vida, os elementos da natureza vento, água, fogo e ar não definiriam a vida, portanto a vida será tudo aquilo que estará acontecendo enquanto pensares em outra coisa!
"Para um sábio o corpo fala sem verbalizar pela boca o que quer;
Para um inteligente não é tão fácil convencer com as palavras;
Para um menino a ilusão não é o que os outros dizem; e para um aventureiro!
Aaah! Um aventureiro; palavras, exemplos e ilusões são necessárias quando não interferem na aventura que sua vida se torna a cada respirar; oposto a isso! O aventureiro pega sua bagagem e deixa para trás o que não consegue lhe acompanhar, seja a palavra, o exemplo ou as ilusões."
"Poucas palavras, ensinam;
Muitas palavras, dominam;
Simples palavras, desafiam;
Palavras não muito simples, dividem;
Palavras certas, seduzem;
Certas palavras, irritam;
Palavras erradas, matam;
Palavras ofendem, defendem e nada podem fazer quando forem impraticáveis na razão ou na emoção".
"O homem, como fotógrafo, quer tirar muitas fotos e sempre buscando usar o melhor equipamento; e a mulher, como uma máquina fotográfica, quer ser bem cuidada por um fotógrafo profissional" - Desfragmentador.
"Aprendemos a andar no caminho; o fascínio com os valores e o pressuposto de preços que aprendemos com os caminhantes".
"Reflexões são boas, no que dispõem a fazerem, penso eu! Sem reflexão de uma imagem minha poderia, eu, ser muitos e concomitante ser, apenas, um? As reflexões transformam a mimha imagem em muitas refletidas, é assim que aprendo com o erro não cometido por mim e assim sou aquele que observa podendo no por vir ser o criador de uma criatura que não existe, ainda, concomitante ao criador a criatura que observa suas reflexões torna-se criador e o seu criador mais uma criatura com o poder da reflexão. Sem reflexões poderia ser criador? Uma resposta positiva me mostra algo imenso e uma negativa algo imensurável pelo seu tamanho reduzido, sem respostas torno-me o que de fato sou. Nas minhas reflexões há três respostas para cada imagem. Isso é uma coisa boa..."
"Ao bom ser vivo, digo! Não há fronteira fechada, não há autoridades poderosas, não há sentido na palavra ordenada, não há vibração na forma, não há frequência na antecipação... Entender que tudo que vem a vossa presença lhe ensina algo, cria: a música como frequência, a dança como vibração, o pensamento rompante frente às fronteiras transforma o muro em deserto, e as autoridades poderosas passam a serem espinhos de uma bela flor. Aos bons seres vivos a luta não permite que baixem suas guardas, não fiquem obedientes, pois não existe obediência a um ser vivo bom, quando aprende algo novo permanece e quando nada aprende se vai como a água na lei da gravidade. Ao ser vivo bom, existe um modo de viver, mesmo em total atenção, este modo serve como manto que fornece alento e muito saber em ensinos aos seus usuários. Não me sigam, seres vivos bons, sigam a lei do aprender para ensinar, assim sempre estaremos próximos... Caminhando rumo ao saber como o estrategista ruma a sua vitória planejada e executada com exímio poder em suas habilidades...
Aos seres vivos bons, digo!
É uma enorme satisfação aprender em vossas companhias... "
Completa um trecho de algo que li em algum lugar.
[...] A Verdade deve ser medida de acordo com o grau de evolução do ser; na ignorância, a verdade deve ser velada e fraca, pois a mesma enlouqueceria o buscador. Mantê-la no teu coração e deixe-a falar através do teu trabalho. Conhecimento será tua força, fé sua espada, e o silêncio tua armadura que não pode ser quebrada. [...]
Você tem medo e pânico da "força maligna"! Reage com medo ou pânico a uma força desconhecida, mas qual ciência ensina que a tal força é 'maligna ou benigna'?
"A filosofia tem seu lado insensitivel, basta pensar por perspectivas que não são habituais, a insensibilidade na filosofia co-cria a sensibilidade: quantos se debruçam a pensar na janta, quantos debruçados ficam a não pensar na janta, quantos não se debruçam a pensar na janta, quantos nem sabem pensar o que é janta... O bullying ( Bullying é uma palavra de origem inglesa que significa “intimidação”. O termo é uma derivação de bully que, por sua vez, significa “valentão”. Bullying ficou conhecida, então, como as formas de atitudes agressivas – sejam elas verbais ou físicas – que acontecem sem aparente razão ou motivação clara.) se torna, em filosofia, a arena de seleção natural, em evolução das espécies, como percebemos em biologia. Quantos sofrem o bullying e não sobrevivem, quantos sobrevivem, quantos vencem e se tornam algo melhor do que eram, quantos sabem o que é bullying, quantos nem sabem como entrar nesta arena, quantos entram no bullying e nem sabem onde estão, quantos nem sabem o que é bullying em pensamentos que se cruzam... Alguns filósofos decifram a ' Não violência '; outros decifram a ' Violência '; outros decifram a inexistência de ambas, outros nem chegam a decifrar. O termo, que se torna uma convenção humana, filósofo desfragmentador, para mim, segue uma direção; a unir a violência com a não violência por tal motivo os conjuntos fraco e forte completam, melhor, a união... Um não sobre põem o outro, digo, um não existe sem o outro. O que, de fato, continua é a seleção natural ou em termos filosóficos, seria, o aperfeiçoamento do saber... O seleção natural está para a impermanência como em contraponto a impermanência está para a seleção natural. Neste sentido, observando com simplicidade, compreende-se que tudo é verdade; o que é natureza na verdade é seu nível de poder, termo criado por mim, e "o nível de poder da verdade" define o que é simples e o que é complicado ao ser vivo. Não pode uma multidão caminhar pela mesma estrada sem danos à uma das partes, está uma analogia necessária, percebi que a estrada nem sempre sofre maiores danos por 'aceitar' as regras do bullying, assim seu aperfeiçoamento é necessário para suportar ' a multidão ', em contraponto ver a multidão não se aperfeiçoar para enfrentar a estrada define qual parte está com nível de poder maior para enfrentar a seleção natural ou impermanência (aperfeiçoamento do saber). Sempre poderemos ver mais estradas do que multidões nas linhas do tempo no espaço. Isso é um bom sinal, ou seja, aprender com um bom exemplo é um ótimo início para justificar os nossos fins...
Conclusão desta postagem, para infortúnio daqueles que tem nível de poder fraco, não necessito de uma multidão e sim de uma estrada!
Estou cuidando de minhas verdades, as simples e as complicadas, e elas irão me aperfeiçoar para sobreviver em um ambiente naturalmente bom para um ser com nível de poder elevadíssimo."
"Andamos para o futuro temendo o passado por razões de o meio justificar os fins, é no início que as razões são o presente. O futuro não é um mistério na perspectiva de um ser presente com o qual justifica os fins nos inícios; caminhar a passos lentos ao futuro que deixa de ser uma sombra misteriosamente escondida na ilusão de bem-estar torna-se a única realidade de sobrevivência de seu âmago."
Bom dia Sras e Srs... Novos e velhos!
Poucas pessoas conhecem, de fato, a teoria do filósofo desfragmentador. Isso é um bem e um mal necessário. São afetadas pelas suas raízes e galhos, debruçam deitadas na sombra encontrando alento na teoria do filósofo desfragmentador, mas não conhecem o núcleo pela existência de uma teoria instintiva de autodefesa e proteção, teoria pela capacidade de entrar nas palavras do filósofo desfragmentador e a defesa instintiva bloqueia o que é frágil ferramenta. Embora ocorra a liberação da compreensão em algum momento no por vir, ainda como criador percebo que minha criatura não tem força suficiente para viver, e como observador não há meios para ser observado, no momento, por fim! Mais uma vez contemplo, como criador e filósofo desfragmentador, a existência e onipresença da teoria que é um detalhe.
"Não é preciso de nada para aperfeiçoar o detalhe, mas é preciso de detalhes para aperfeiçoar o nada!"
CRESCIMENTO PESSOAL
Como crescer pessoalmente? Voando! Pois as asas do ser 'humano' são musculosas e demoram a chegar em sua envergadura original, logo, ao abri-las o voo é impulsivo e o crescimento pessoal incontrolável pelo Caos. Muscular as asas do ser 'humano' é uma tarefa árdua, assim como é tarefa árdua derrubá-lo em pleno voo... Sobre tudo! O crescimento pessoal é simples frente ao paradoxo do crescimento coletivo (crescimento familiar), pois as asas do grupo são de ferro ou material mais inflexível entre tantos na analogia para criar um símbolo da (tempo/espaço) realidade ou ambiente natural. Enfim, por fim... O crescimento pessoal é armadura de um ser em combate direto com o poder ímã. Muito desejado por ser a origem de todos os poderes. Cresça pessoalmente, pois tudo tem uma mesma realidade ao olhar em pleno voo.
"O pensamento, forte, voa; e o pensador se torna o piloto.
Com muitos vôos surgem as experiências. Pilotar o pensamento é natural para aquele que sabe onde irá pousar".
Independência vs dependência
"Não existe política no jovem, pois ambiciosamente busca aperfeiçoar-se forçando autoridade para possuir um lugar no espaço entre as sociedades. Um jovem, ser vivo, não faz política quando constrói independência, essa é a razão. Em contraponto o velho desfaz sua independência para que exista política, pois sabendo que independente em um lugar no espaço não existe política e que findar a existência jovem é, para sí, uma catástrofe sobrenatural transforma-se, com avidez, no criador da dependência, a razão paradoxal a que surge do jovem independente. A política não é movida pelo jovem, pois necessita da dependência de outros, seres vivos, nesta razão. O velho cuida dos outros com o uso da política; e o jovem cuida de sí próprio por ser independente, do contrário não existe velho nem jovem em qualquer espécie de civilização. A independência destrói a regência política, dividindo e conquistando espaço ambiciosamente para, então, aperfeiçoar-se tornando-se experiência; a dependência constrói regência, unindo com tenacidade e desvendando leis que ampliam o espaço, sabiamente conectado em tudo, para que exista entre as partes envolvidas a dosagem de experiências contidas para desenvolver a jovialidade, nos seres vivos, assim no 'paradoxo existencial' uma razão torna-se luz e a outra razão sombra no ser vivo sobre a face de uma civilização. Naturalmente."
O Homem na Porta
William Contraponto
O homem na porta observa
E tira suas previsões,
Entre uma e outra reserva
Vê o que há em ambas situações.
O homem na porta hesita,
Mas não cessa de esperar,
Pois cada cena palpita
Com algo a revelar.
Vê passarem os enganos
Com vestes de solução,
E os que fingem há muitos anos
Ser donos da direção.
Escuta o rumor da rua
Com olhos de dentro e fora,
Como quem encara a nua
Verdade que se devora.
Vê que a luz também confunde
Quando insiste em dominar,
E que o claro só responde
Se o olhar souber mirar.
A Antimística na Poesia-Reflexiva de William Contraponto
A poesia de William Contraponto é um território onde o sagrado não entra. Não por intolerância, mas por lucidez. Ele escreve a partir da fratura, não da fé. Seus versos não pedem bênção nem anunciam milagres. Não há promessas de luz nem pactos com a transcendência. O que há é pensamento. Pensamento cru, sem disfarces, atento ao jogo de forças que molda o mundo e os corpos.
Sua poesia é uma forma de resistência simbólica à sedução do absoluto. Em lugar da mística que apazigua, Contraponto oferece a dúvida que desinstala. Ele não canta a alma em êxtase, mas a consciência em ruína. A espiritualidade aqui não se eleva. Ela desce, interroga, desmonta. Busca no chão as perguntas que a metafísica costuma esconder sob mantos dourados.
A antimística de William Contraponto não é um gesto de negação vazia. É uma recusa pensada. Ele sabe que toda crença carrega um custo. Sabe que muitas vezes o conforto da fé é comprado com a moeda do silêncio, da obediência, do autoapagamento. Seus poemas não atacam a religiosidade individual, mas a indústria da redenção. Não zombam da busca por sentido, mas expõem os atalhos fabricados para controlá-la.
Não há espaço para o milagre onde o poeta vê estrutura. O que se apresenta como sagrado, ele examina como construção. O que é vendido como divino, ele desmonta como discurso. Sua escrita se nutre do desconforto de pensar em vez da segurança de crer. Não há salvação. Mas há clareza.
Na poesia-reflexiva de William Contraponto, a ausência de Deus não é um vazio. É um convite. Um convite a suportar o mundo sem muletas metafísicas. A construir sentido sem terceirizar o olhar. A habitar o tempo sem desejar estar fora dele. Sua poesia não é ascensão. É travessia. E cada verso, uma pegada crítica sobre a areia movediça daquilo que chamam verdade.
Seus poemas não consolam. Mas acordam. E isso, por si só, é um gesto profundamente humano.
William Contraponto: Lucidez Entre Versos e Palavras
A poesia de William Contraponto nasce da urgência de pensar, não como quem busca respostas, mas como quem se recusa a calar diante do absurdo. Seus versos não se rendem ao consolo nem à beleza fácil: são lâminas que cortam o véu das aparências, faróis acesos no nevoeiro da linguagem. Em sua obra, cada palavra é escolha ética, cada silêncio é crítica, cada poema é um gesto de lucidez.
Filho do questionamento e irmão da dúvida, Contraponto caminha entre ideias como quem atravessa um campo minado de verdades. Sua filosofia é existencialista, mas não resignada; socialista, mas não panfletária; ateia, mas jamais vazia. O sagrado é desfeito com ironia e o poder, enfrentado com clareza. Sua fé, se há alguma, é na consciência livre, na autonomia do pensamento e na dignidade de quem se ergue sem altar.
Poeta-filósofo (ou poeta-reflexivo, como prefere ser definido) por natureza, ele escreve para inquietar, não para entreter. Não há ornamento em sua linguagem, apenas densidade. Cada poema seu é uma fresta por onde o mundo se desnuda. E é ali — entre versos e palavras — que habita sua lucidez: uma lucidez que fere, mas ilumina; que não explica, mas revela; que não conforta, mas desperta.
William Contraponto não oferece abrigo. Oferece espelhos.
