Tag exército
Nós estamos em guerra. Uma guerra de saúde pública. Não estamos enfrentando um exército nem outro país, mas o inimigo está à espreita e avançando. E isso requer a mobilização de todos.
Uma família com amor é como um exército invencível porém, uma família sem amor é como um bando de zumbíns.
Os Bombeiros são o único exército indispensável, pois todos os outros só existem por causa da ignorância humana.
“O exército inimigo persegue e ameaça trancar as portas e encher de acusação, mas lá do alto se ecoa a voz, a fé aqui fala, abato e desmancho toda armadilha e entrego a ti a chave do mistério.”
Giovane Silva Santos
Guerra...
Estamos em guerra guerreir@s!
Antes de explanar o que penso, toda a minha solidariedade aos povos que estão sofrendo com a guerra recentemente.
Os noticiários nos sinaliza a todo o instante os horrores, as intenções, os interesses de ambos os lados.
Quem esta certo?
Qualquer resposta já gera um conflito ou até mesmo um lixamento digital nas redes sociais.
O que penso sobre guerra!
Alguém pode até me questionar, você nunca participou de uma guerra para opinar.
Sim, não participei de uma guerra declarada que gera muitos traumas irreparáveis, mas desde o nascimento já estamos experimentando os reflexos de uma guerra invisível.
Guerras dentro dos lares, produzindo traumas na infância, conflitos interiores, bloqueios difíceis de romper.
Guerras de ego, cada um querendo impor os seus interesses acima de todos, não se importando com o que o outro pensa.
O que falar das guerras espirituais?
Somos atingido em todo o tempo por um inimigo invisível, na maioria das vezes nem sabemos de onde vem os dardos inflamados do maligno.
Nossa mente é bombardeada a cada instante por pensamentos negativos, se não tivermos mecanismo de defesa estruturado, tudo desmorona em segundos.
Estamos em guerra!
O que falar da maldade do ser humano que ativa toda a sorte de mal contra o próximo?
O que fazer?
Há papéis na guerra que precisa ser apropriado por nós. O papel de pacificador, de diplomata, de acolhedor, de conselheiro.
Com o exercício destes papéis, amenizamos um pouco o sofrimento pessoal e coletivo dos combatentes desta guerra invisível que destroça todos os sonhos.
Pensem nisso guerreir@s!
Bora combater o bom combate!
Não abaixe a sua guarda, use as suas armas com amor e inteligência para que possa entender o seu papel nesta guerra.
Mulheres!, sejamos temíveis como um exército em ordem de batalha, em defesa de nossa Terra e de nossas famílias.
"Quando você ora pela manhã, à tarde e à noite, está se provendo do necessário para a guerra naquele período. Ao ser despertado pela madrugada para orar, compreenderá que a batalha continua, mas pode descansar, pois, ao lutar com o Senhor Deus ao seu lado, a vitória é certa. Tens a proteção do Senhor dos Exércitos, que jamais descansa ou dorme, pois Ele sabe que o cansaço do corpo tentará tirar-nos do campo de batalha. É precisamente aí que, para os fiéis que não desistem da guerra, o Senhor intervém a favor deles."
Não se iluda com minha fragilidade, você não pode me quebrar. E ainda que conseguisse, só iria me transformar em um exército de partes.
Antropologicamente, comando um exército imbatível. O exército da minha turma, que é muito melhor que a sua, por isso, é imbatível.
Uma gota de óleo não se mistura nem em um oceano e apenas um único anjo é capaz de derrotar um exército.
Há um caos em minha mente fatigada, um caos regado pelo ignóbil sangue de minhas letíficas batalhas, um sangue que me arde a consciência e me entorpece as falhas, consequência direta da sepultura armada das memórias de uma guerra desalmada. Sou a combatente exaurida de meu próprio exército e a guerreira valente de meu exército inimigo, me sacrifico como sacrifica-se a pólvora dos canhões marcados de miséria pelo levantar torpe da bandeira alva machada pelo líquido rubro das vísceras de minha esperança, sou a espada que corta em dois a sanidade já rompida por dores passadas; contra-ataco a mim mesma, me atiro em minha guerra e faço de meu peito um campo minado.
Nesta terra forasteira não há ser que ouse declamar possuir o título de ser mais funesto que eu, pois sou eu a morte encarnada em corpo de fracassos, sou o perder e o penar de meu próprio sepultar, sou aquela que chora e clama religiosamente antes do sol raiar, pelo corte lesivo da morte levar.
Não me quero mais e não me querem mais a mim, sou a abusiva combustão dos raios de verão que esqueceu-se de se auto dilacerar, sou o fim explosivo da pacífica convivência, sou a guerreira apocalíptica que insiste em marchar contra si, para enfim, ousar descansar.
Vivemos e morremos mil vezes e vemos que somos muito fortes. Somos capazes de enfrentar um exército se preciso for. De derrubar muros e ultrapassar barreiras. Somos muito além do que possamos imaginar.
"Mesmo que um exército com tantos homens quantos são os grãos da areia da praia do mar se levante contra o povo de Deus; se essas pessoas estiverem em obediência ao Senhor, a tropa será derrotada".
Anderson Silva
