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Tarde da noite eu escrevo e as páginas do meu caderno incham de todas as palavras que coloquei sobre elas. Quase parece que quanto mais eu danifico a página, mais rápido algo se cura dentro de mim.
Prova de amor
Minha prova de amor em palavras
que escrevo assim neste momento
são par si meu querido pai.
Pai que me deu o ser
ser que o ama e amará para todo o sempre...
O amor e carinho que sinto por você não tem comparação igualada.
A saudade me faz escrever assim
desta maneira. Te amo meu pai...
Todo mundo é capaz de escrever palavras ou de contar uma história. Mas nem todos realmente farão isso.
Escrever um livro é ou deve ser semelhante à obra de construção de uma casa ou moradia: Trabalhar todo dia um pouco na edificação. Senão, não haverá casa.
Assim é na escrita e construção de um livro, se não escrever rotineira ou constantemente, não haverá livro!
Saber que existem vocativo e aposto num texto narrativo com diálogos é tão essencial quanto saber da existência do parágrafo, do travessão...
Vocativo e aposto, quando necessários, são tão essenciais num diálogo de um texto narrativo quanto o parágrafo e o travessão.
Quem cria expectativas, com justificativa ou não, deve estar preparado para se descobrir numa condição que, em nada se assemelha ao sonho.
Não me questionem como faço para escrever como escrevo; se quando nasci nem sei como comecei a respirar.
Só seria verdade se eu acreditasse. Coisas ruins só me aconteceriam se eu pensasse que as merecia. Era hora de escrever minha própria história.
Podem não gostar ou gostar de mim, que escrevo o que penso. Gostaria que quem não gosta, escrevesse alguma coisa.
Sou poetisa...
E tento tecer em palavras
Aquilo que o corpo vivencia...
E exprimir o que está no interior em poesias...
Sempre procuro racionalmente saber o que acontece dentro do ser...
A ciência será capaz de nos dizer muitas coisas sobre a química e os mecanismos cerebrais envolvidos no amor...
Mas não nos fará entender sua magia...
Isso só se pode entender estando apaixonado.
É essa paixão que faz moradia na minha alma...
Sou uma eterna apaixonada pela vida...
Uma singela gotícula de sereno eleva meus pensamentos...
Esbraveja meus sentidos...
Uma simples maneira de olhar...
Ou será apenas uma voz...
Ou um jeito da mão... que sem razão... me faz poetizar....
Usando recursos linguísticos...
Na volatilidade das falas
Sua beleza é triste e nostálgica
Mesmo melancólica, ilumina os olhos de quem sente...
Emerge os sentidos...
Fica exótico, torna erótico...
Então... eclipse...
Eu não sou como eu fui. Eu não fui como eu deveria ter sido. Eu não me tornei o que eu deveria ter me tornado. Eu não mantive minhas promessas. Eu fui ao teatro. Eu escutei esta peça. Eu falei esta peça. E escrevi esta peça.
