Tag embora
Papai foi embora !
Papai foi embora,
Papai foi embora,
Papai foi !
Papai foi embora,
Papai foi embora,
Papai foi !
Nem olhou pra trás,
Nem se importou,
Papai foi embora,
Me abandonou !
"Embora o tempo seja curto, eu escrevo poemas que celebram uma vida inteira, sem ter pressa de vivê-la."
VOU-ME EMBORA...
(BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Vou-me embora
Sempre é hora de partir...
Buscando explicar
Buscando entender as meias-verdades
O erro é aprender a aceitar
Um dia tudo volta de novo
Quem sabe para o mesmo lugar
Se vai ficar como deve ficar...
Aonde que eu vá...
Vai... Vai... Vai...
Eu não ligo mais para o Cupido ,
sempre que percebo - mando embora ,
e com sua flecha de enxerido ,
não quero papo, estou fora !
O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite
Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.
Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.
Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”
Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.
Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.
Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.
Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”
É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.
E você também não.
É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.
E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.
Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.
Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.
E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.
E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.
Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.
Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.
E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.
Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.
São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.
Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.
Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.
Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.
E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.
Em silêncio ouvia às estrelas.
– Porque pararam de falar do céu?
Ele, que assiste todas as histórias,
sorri, e chora sem ir embora.
Embora a vida possa ser divertida, ela não é um parque de diversões. A vida é disciplina, aprendizado e evolução.
Ah...
Essas conversas de botequim...
Sem princípios...
Sem meios ...
Sem fim...
Só gente e coisas...
Tudo misturado...
Com ares fétidos...
Com fumo e álcool...
Que matou?
Quem violou ?
Quem queimou e quebrou?
Os copos balançam...
No ritmo dos corpos...
As línguas enroladas...
Cadê o bom moço?
Algum homem digno de ser possuidor?
Do que é oferecido?
São assim o sol, a lua, as estrelas proibidos?
Escolham novos amantes...
Como tragam suas bebidas...
Bêbados...
Babando ...
Contando suas feridas...
O bom não é bom, a não ser
que mil coisas o possua...
Escondem a aflita dor...
No fundo dos copos das bebidas...
Uma certa quantidade de gente à procura...
Perdendo-se entre vozes altas e lamúrias...
Enquanto aparecem os poetas à procura...
De também esquecer suas desventuras...
Amor querido...
Quando teria eu interrompido esse sonho feliz?
Mesmo por ti abandonado...
Entre os ébrios...
Ainda te quero bem...
Olhe-me nos olhos...
E por favor...
Por favor...
Não vá embora...
Sandro Paschoal Nogueira
#Ouvi #dizer #que #o #tempo #não #volta #atrás...
Enquanto podia e estava ali...
Meus sonhos sempre estavam a florir...
Não me diga que não está na hora...
Não sei se fico ou se vou embora...
Se me acho...
Se me perco...
Se me dou assim...
Meio sem jeito...
Fazia questão de transparecer...
Em cada tentativa e em cada sorriso...
Todos dado sem retorno...
Tanto eu tinha a lhe oferecer...
Enquanto podia de mim desfazia...
Como um tolo eu me enganava...
Verdade dura e cruel...
Que eu não encarava...
Mas a ponte se quebrou...
A porta fechou...
Amor acabou...
E coração endureceu...
Já não mais é seu...
Adeus...
Sandro Paschoal Nogueira
"Embora eu seja o menor dos menores dentre todos os homens, mesmo assim não temerei porque Deus esta comigo."
Quando sentir as forças indo embora, não permita que a fé vá junto, a nossa fraqueza é a porta da fortaleza do Pai!
Pode ser que a gente nunca mais se encontre. Pode ser que meu rosto um dia seja estranho para você ou more em seus pensamentos mais isolados. Pode ser que um dia meu nome não faça nem sentido para você, pode ser que eu seja uma lembrança de algo extraordinário que você nem chegou a viver. Pode ser que eu tivesse tido tanta vontade de estar com você e hoje eu já tenha ido embora para nunca mais te ver.
Deixe ir
Deixe ir embora.
Uma hora chega a hora
de se desfazer de certas lembranças,
de desligar sua televisão emocional e assistir sempre aos mesmos programas... encerre o ciclo.
Quando a hora chega, deixe ir embora o que não mais se encaixa em sua vida.
Deixe ir embora o que já está com o pé na porta de saída.
Encerre o ciclo. Dê a volta.
Refaça e do que não mais serve se desfaça.
O que resta agora
que você foi pra sempre embora?
Não há cor, não há calor
a vida perdeu todo o seu sabor.
O seu olhar distraído
ao me dizer adeus
deixou meu coração partido
e perdidos meus braços sem os seus.
O que resta agora?
Uma vida descolorida,
uma alma deprimida...
e um coração solitário que chora...
agora que você foi embora :(
Ninguém sai da vida de ninguém porque quer.
Simplesmente vai embora porque ali, ela não está mais fazendo a diferença.
