Tag elegância
A delicadeza além de escassa, fina e rara é o degrau mais elevado da elegância que um ser humano pode alcançar.
A verdadeira elegância está na sofisticação minimalista, onde menos é mais. Deus não desperdiça tinta; Ele elege cada traço com propósito.
Você é a definição de elegância e graça,
Com um brilho único que ilumina onde passa.
Sua presença é como uma brisa suave,
Delicada, mas forte, deixando marcas profundas.
Cada gesto teu exala beleza e bondade,
E é impossível não se encantar com sua luz.
A pessoa realmente chique é aquela que consegue ser elegante dentro da simplicidade de ser ela mesma.
Elegância e sofisticação são métricas da alma refinada, razão pela qual a etiqueta é prima da ética.
Na interseção da elegância e da inovação, ela veste o amanhã com a graça de quem sabe que o futuro é agora.
Com a mesma roupa que vestimos a alma, vestimos também nossas palavras: em algumas pessoas essa roupa é feita sob medida com a elegância da alfaiataria, em outras por mais dinheiro que a pessoa tenha não passam de trajes rotos, desprovidos de beleza.
A vulgaridade pode chamar a atenção de muitos, mas a elegância e o caráter é o que atrai o respeito.
Elegância
A elegância não grita, não força, não pede lugar,
Chega suave, sem se anunciar.
Enquanto o brilho vulgar se desfaz,
Ela permanece, discreta e eficaz.
Atrai sem ruído, conquista em silêncio,
É gesto sincero, é olhar sem artifício.
O que é elegante não busca impressionar,
Apenas existe, e faz admirar.
A exuberância do vernáculo e sua elegância léxica são apenas detalhes periféricos; são elementos essenciais do Menestrel do Vale do Mucuri, cuja ternura e sabedoria transbordam como néctar aprazível, alimentando o coração com um amor avassalador que transcende as palavras.
A elegância nem sempre é sobre vestir,
Sobre roupas, visual ou aparência...
Está no comportamento de saber chegar, saber partir,
Com educação, respeito e transparência...
O que falta na vida é elegância
Não a elegância de uma bela vestimenta
De coisas sofisticadas
De uma aparência alinhada
De um perfume que exala luxuosa fragrância
A elegância que falta
É a elegância de alma
É a gentileza da tolerância
A elegância da empatia
A genuína empatia
Aquela de olhar ao outro como parte de si
A elegância da delicadeza
Nos gestos
Nas palavras
No olhar
No cuidado
No agir
Na importância
A elegância de entender que nem tudo que quero, posso me permitir
Há sempre o limite do universo do outro
Universo esse que, assim como o seu, traz dores e alegrias, profundezas a incutir
Casa que um ser habita e faz parte da elegância
Pedir licença antes de entrar e se despedir ao sair.
A elegância de alma é uma relíquia
Uma beleza de enorme exuberância
Feliz do ser que a contrair
Mais feliz ainda de quem já a possui
E mais feliz dos quem convivem com gente assim.
Elegância não tem nada a ver com dinheiro ou roupas caras. Elegância é uma aura de delicadeza sob a qual algumas almas estão envoltas.
Nós precisamos
mais de elegância,
não para escolher
as roupas e acessórios,
mas para dar atenção, gentileza e respeito.
Na oração, os suspiros e os gemidos da alma são mais eloqüentes do que as mais belas e elegantes palavras.
