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Natureza pra min é igual ao Sol,
brilha todos os dias, mas acaba só,
se você joga lixo no lixo,
então somos nós,
preste bem atenção no meu tom da voz.
Quem brinca com fogo se queima,
Quem brinca com água se molha,
Quem brinca com lixo é sujado,
Quem brinca e cuida da natureza é preservado.
Então vou dizer a você,
quem cuida da natureza,
um dia nao irar de se arrepender.
Ao invés de comparar o meio-ambiente humano pré-industrial e pós-industrial, eles (os ambientalistas) compararam o meio-ambiente pós-industrial com uma utopia de "poluição zero" não existente adquirida pelo Homem vivendo em "harmonia" com a Natureza. Eles fazem isso à despeito de evidências históricas conclusivas nas quais viver em "harmonia" com a Natureza significa viver muito breve. Historicamente, à medida que os seres humanos não minavam, não queimavam combustíveis, não se desenvolveram; e quando foram relutantes ou incapazes de controlar ou deslocar outras espécies quando necessário, eles morreram cedo e frequentemente. O padrão de vida moderno é um feito sem precedentes, singular, uma conquista que continua apenas enquanto os homens forem livres para comandar a Natureza em larga escala.
As leis de proteção ambiental nada mais servem do que para criar mega-latifúndios privados, ora controlados por governos que defendem os interesses das corporações financeiras, ora colocados sob a tutela de fundações também financiadas por bancos (WWF, Greenpeace, etc.). Essas políticas ecológicas ambientalistas apenas alienam os bens nacionais dos povos para colocá-los nas mãos de agentes da Nova Ordem Mundial, sob a alegação, deveras pueril, de que os povos não estão preparados (leia-se: não têm direito) de garantir a proteção dessas riquezas, contra toda regra de soberania nacional dos países.
(Ebrael Shaddai, 09/12/2013, em "O sistema financeiro, a falsa liberdade e a marca da Besta" - http://wp.me/pwUpj-1ku)
Morre a floresta. Morrem nossas praias e nosso mar. Morrem passarinhos, tatus, lagartos e serpentes. Morrem golfinhos e peixes. Morrem as crianças nas favelas. Morrem os direitos dos trabalhadores. Morrem as esperanças de um Brasil próspero. O Brasil está morrendo, gente!
Cuidar do meio ambiente também é cuidar das pessoas. Não se pode cuidar dos rios e esquecer os peixes.
A vida de uma cidade deve-se, normalmente, à presença de um rio nas proximidades; a morte de um rio deve-se, principalmente, ao fato de existir uma cidade nas imediações.
Quando é que os grandes empresários vão aprender que destruindo o meio ambiente estão destruindo seu próprio planeta, e que o dinheiro não vai consertar as coisas depois?
Justiça ecológica é responsabilizar nossa sociedade consumista pela destruição do planeta e de seu patrimônio ambiental. Nosso consumo está destruindo tudo. Conhecimento ecológico é reconhecer que somos feitos de uma mesma natureza, que somos parte da biodiversidade. Este é o entendimento mais importante da ecologia.
A CASINHA
Bem no meio da floresta
A casinha isolada
A luz é do vagalume
O som é da bicharada
Da terra vem a sustância
Do rio água para a estância
Natureza abençoada
Eu tenho uma teoria muito "louca" de que o nosso planeta (assim como o nosso sistema solar e todo universo) é autossuficiente e autossustentável. Somos incapazes de destruir ou mesmo alterar (de forma definitiva) qualquer processo de todo esse sistema em perfeita harmonia da criação Divina, por mais que interfiramos. Isso não significa que estamos livres de fazer a nossa parte em todo o cuidado de preservação ambiental que aprendemos até aqui, pois a nossa interferência negativa pode sim "desequilibrar momentaneamente" o ecossistema, ocorrendo consequências como reação da nossa ação; uma vez que a forma de o ambiente responder e se reequilibrar é através das catástrofes naturais que conhecemos bem. Ou seja, a concepção que temos de que "estamos destruindo o nosso planeta" é equivocada! Não é a Terra que está sujeita a nós. Nós é que estamos sujeitos a ela.
O ser humano só pode de fato destruir aquilo que ele é capaz de criar e controlar.
Muito menos do que temos é necessário para viver, por isso é preciso diminuir o consumo. Devemos isso à natureza que só vive equilibrada, mas foi empurrada por uma raça dominante e corre sério risco de levar um tombo.
A única coisa que importa da produção, de qualquer produto, é o quanto ela vai gerar de lucro. O prejuízo ecológico, gerado por essa produção, não tem a menor importância.
O índio,
analisando a sociedade
intransigente,
colocou mais uma pena
em seu cocar:
a pena da gente.
A culpa só existe quando você age deliberadamente contra o outro, contra a ecologia do planeta ou contra você mesmo!
Ninguém salva o planeta terra. Ele se salva sozinho. O faz há quatro bilhões de anos, geralmente extinguindo o que está na sua superfície. E já o fez várias vezes...
Gestão climática exige humildade. O ser humano, e os ecossistemas em que se insere, estão em risco face às alterações do clima. Porém, tudo isso diz respeito à uma ocorrência superficial que envolve a fina atmosfera de um imenso planeta, infinitamente menor que a estrela que o ilumina.
Portanto, nossos esforços de adaptação e resiliência não se confundem com a síndrome de "capitão planeta", cujo catastrofismo nos leva a investir em um salvacionismo planetário... que o planeta irá simplesmente ignorar. Tratemos de salvar a nós próprios... e preservar o que pudermos.
“Pertencer à natureza é reconhecer que somos parte de algo maior e, com isso, nasce a responsabilidade de cuidar e proteger a vida em todas as suas formas. Que o amor pela biodiversidade do Brasil nos inspire a agir sempre em prol de um futuro mais sustentável e harmonioso.”
