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Essas colocações do tipo "enquanto você reclama da vida, tem gente lutando por uma" me faz pensar o quê? Que eu devo ficar infeliz por estar vivo e alguém ter problemas para sobreviver? Que eu deveria de alguma forma dar minha vida em troca de outra, para ela sobreviver? Que eu deveria saber que estou vivo e saudável e outras pessoas não estão assim? Que eu não posso reclamar da vida apenas porque tem gente que sofre mais que eu? Que eu...Ah, Santa Babaquice, Batman! Cada qual com seu destino e que ninguém ache que se o destino de alguém por ser bom é como se fosse um pecado ou alguma coisa do tipo "que estamos devendo a alguém". Sei que sou chato a perceber certas coisas, mas tem cada coisa que não há como não analisar.
O caminho da Iluminação é a resolução de todos os karmas.
Achar que escolhemos as nossas doenças como pagamento do karma não é de todo correto.
Nós podemos escolher não ter doença.
O karma pressupõem apego a certos padrões.
O que damos ser-nos-à devolvido.
Permitam-se serem livres e felizes.
PRECE PARA A SEMANA
SENHOR, nesta semana que se inicia,
Rogo a Vós para nos abençoar, bem como abençoar nossos familiares, amigos e todos que estejam sofrendo, em razão de doenças físicas, psicológicas, espirituais ou por qualquer outro motivo.
SENHOR, proteja-nos de todo mal.
Amém!
Tenho uma doença sem cura. O nome dela é "vida". Sei que não sairei dela viva. As vezes vivo como se a "vida" não existisse, sou imortal, auto suficiente e indestrutível: sorrio sem limites, trabalho ininterruptamente e sonho incansavelmente. Também consigo ferir, magoar e ignorar. Sei exatamente quando a "vida" se manifestou em mim, mas não tenho a mínima ideia de até quando conseguirei conviver com ela. Percebi que sou portadora de "vida" há pouco tempo. Vi pessoas amadas morrerem de "vida", algumas de "vida" amarga, outras de "vida" feliz, umas de "vida" ilusória, umas de "vida" curta e outras de "vida" longa. A lição que aprendi com tudo isso é que a minha "vida" tem que ser tratada e seus limites respeitados. A maioria das pessoas com quem convivo está infectada com "vida", não buscam tratamento adequado e acabam por contaminar negativamente aqueles cuja a "vida" está sob controle.
Coloquemos na balança da vida a fraqueza da doença e a força da alegria, onde o contra peso não é permitido para encontrarmos a medida certa para viver
Forma para pedir graças a Deus.
Em local calmo, afaste todo pensamento negativo, feche os olhos.
Pensando no sofrimento de Jesus, diz:
- Jesus, Tu sofrestes por nós.
Reze um Pai Nosso, calmamente, e no final, inspira e expira dizendo: Graças a Deus!
Caso queira, se católico(a), reze uma Ave Maria. Se outra religião, faça outra prece.
Agradeça pela sua vida ou pela vida para quem está pedindo a graça, dizendo seu nome.
Mentalize a graça alcançada, recuperado(a), feliz (ou a pessoa para quem pede), como uma tela de cinema.
Imagine Deus a sua maneira, abraça-o e agradeça-o.
Novamente, inspira e expira dizendo: Graças a Deus!
Quando interagimos com pessoas que precisam da delicadeza por causa do estado de saúde que merece extrema atenção, nada havemos de falar sobre as políticas, os problemas nos sistemas financeiros, nem da precariedade e banalidade da vida em que se meteu o ser humano. – falaremos sim, da paz, das rosas, do perfume marcante, do doce existencial que permeia o pensamento das pessoas romanescas, falaremos mais, da criancice que não agride, da puberdade que se eterniza, do abril que explora o lado bom da vida, falaremos, portanto, das coisas boas, daquelas coisas que invadem a alma e nutrem o coração.
Velhice não é doença.
É pior. Doença a gente trata e muitas vezes têm cura.
Já a velhice em que pesem as muitas opiniões de gente nova, de que se trata da melhor idade, ela vai se instalando e minando tudo o que a gente tem ou já teve de melhor.
Não vou cair na armadilha de fazer da minha uma opinião geral mas contesto com veemência qualque opinião de quem não seja velho.
Também não vou repetir o que já disse, que a velhice é uma merda, mas fica bem longe da maravilha que é juventude, mesmo com toda a sua vasta inexperiência.
É preciso muita atenção
ao que a vida nos ensina:
A tristeza nos ensina a da valor à felicidade.
A ausência de alguém nos ensina
a importância da presença.
A dor vai nos ensinar a ser fortes.
A mentira mostra o valor da verdade.
A covardia nos mostra o quanto perdemos
por não termos coragem de lutar.
A doença nos ensina a dar valor à vida.
E em tudo isso Deus está somente nos ensinando.
É uma pena que a mulher norte-americana doente optou pelo suicídio. Pois ela devia aproveitar a mídia, para chamar atenção de especialistas em medicina de modo que estudem mais as doenças crônicas.
Quando uma doença grave se instala de forma óbvia, impossível viver isolado dela. Mas, se a cura completa chega, nasce outra luta: Preencher com opções conscientes e intensas tudo que a enfermidade ocupava como imposição.
Normalidade é doença! A loucura é a expressão da liberdade em uma sociedade burra, hipócrita e cruel.
Responsabilidade é como uma doença, involuntariamente se apodera do seu corpo e da sua mente e pode escravizar de forma perversamente dissimulada.
No começo era descrença
Ainda mais que isso, era indiferença
Não havia aceitação nem vontade
Por mais que houvesse melancolia
Durante era descrença
Que se tornou surpresa e medo
Apareceu a vontade e a excitação
Por mais que houvese medo
Depois era descrença
Regada por muita dor física e sentimental
Ocorreram as lágrimas derramadas e um sorriso
Por mais que houvesse o fim
Agora é descrença
Com muitas dores de tristeza e lembrança
Existindo coisas nunca contadas mas sentidas
Por mais que haja esperança
Considera-se saúde e doença como um único processo que resulta da interação do homem consigo mesmo, com outros homens na sociedade e com elementos bióticos e abióticos do meio. Esta interação se desenvolve nos espaços social, psicológico e ecológico, e como processo tem dimensão histórica... A saúde é entendida como o estado dinâmico de adaptação mais perfeita possível ás condições de vida, em dada comunidade humana, num certo momento da escala histórica... A doença é considerada, então, como manifestação de distúrbios de função e estrutura decorrentes da falência dos mecanismos de adaptação, que se traduz em respostas inadequadas aos estímulos e pressões aos quais os indivíduos e grupos humanos estão continuamente submetidos nos espaços social, psicológico e ecológico.
O pessimismo é a pior das doenças, sendo capaz de corroer o corpo mais saudável e o maior dos amores.
Em pedaços
Depois de algumas decepções, passei a crer em cicatrizes. Mas não naquelas que eu posso ver, essas sei que são reais. Aquelas que mesmo sem que eu saiba que estão ali, me torturam, me alertam, me proíbem, roubam sem dó todo o sentimento. Como um terrorista que esta disposto a tirar a própria vida por suas convicções.
Talvez nem sejam cicatrizes. São feridas, feridas abertas. Prontas para serem cutucadas em uma tortura sem fim.
Essa minha obsessão. Mesmo que me esforce minhas feridas parecem uma doença contagiosa. Um monstro que prolifera, e vai como uma avalanche torturando, decepcionando, machucando a todos. Mas eu não era assim.
Me ofereço como barro que pode ser moldado e se transformar em um belo vaso. Mas não me derrube, não me quebre em pedaços. Porque dificilmente conseguirá me colar, me deixar com a beleza de um novo. Se mesmo que quebrado você ainda me queira. Junte os pedaços e cole sem pressa. As vezes o mesmo sentimento que tinha ao me moldar o faça ter paciência para colar pedaço por pedaço, até que não sobre um farelo. Que mesmo com marcas, cicatrizes, ainda te de prazer ao pensar que foi obra tua.
Posso até tentar juntar os pedaços. Mas o artista nunca serei eu. Se hoje falo isso é por que sei que nada vai suprir a necessidade que tenho que cole o vaso que você quebrou, sem nenhuma dó deixou em pedaços.
Confia...
Coração pequenino, apertado e em total descompasso, entre tantas palavras faladas, ouvidas e mal compreendidas, lembra-se de receber a notícia de que um ente frágil e querido está acometido por doença grave e incurável.
Foi-se lhe então todo o chão, os planos, não sabia mais o que pensar, esperava que Ele a ouvisse em suas preces e permitisse uma cura, era sua esperança, sem ela não sabia o que seria.
Desde então só enxergava vultos ao seu redor, tudo e todos estavam em cinza, nada parecia real.
Pedia e repetia a Deus, o que fazer diante dessa tragédia?
Sempre acreditara que nada nessa vida é por acaso, mas e agora?
Só sentia o medo e a dificuldade em aceitar, ciente estava que situações assim ocorrem diariamente para com muitos mais, afinal somos todos iguais, pobres ou ricos, não importam as crenças, certeza apenas de que a presença Dele, em quaisquer circunstâncias, é sempre certa.
Suplicava ajuda e admitia não estar conseguindo praticar os ensinamentos aprendidos, dentre eles o de, em qualquer dificuldade, Nele confiar com a fé inabalável e que esses momentos são oportunidades para praticar o desapego, sabendo ser essa vida apenas um lampejo necessário ante a eternidade que se seguirá.
Passado algum tempo ainda se percebe pensando em como tudo poderia ser diferente, mas um sonho recorrente, ambientado sempre num lugar diferente, a espera em cada adormecer, já estivera num hospital, numa escola, ouvindo palestras e orquestras.
Desta vez, logo após acordar, lembra-se da paz e conforto numa ampla e vistosa planície com brisa suave e o nascer do sol e a palavra que vem e vai, confia!
Paz e serenidade!
As chaves de todas as portas do mundo...
Num dia qualquer se percebeu contemplando o horizonte, era um final de tarde de um dia nublado, parecia ter perdido a noção do tempo, discretas lágrimas lhes escorriam pela face.
Passado mais algum tempo, percebeu-se não estar só, estranhou, pois não havia ninguém por perto, como se alguém ouvisse seus pensamentos, frutos de uma inquietação antiga:
Quais as razões de tamanhas discrepâncias entre as pessoas?
Doenças graves e incapacitantes em crianças, jovens, adultos e idosos, trabalhos braçais extenuantes, escravidão em pleno século XXI, desemprego, tráfico de drogas, milhares de dependentes químicos, graves transtornos psiquiátricos, fome, miséria e outros muitos dissabores experenciados por tanta gente em redor da vastidão deste planeta, enquanto uns poucos possuem condição totalmente diversa, com enormes recursos financeiros que, aparentemente, lhes permite acessar todas as portas do mundo.
Sem bem entender intuiu um sussurro:
“Se olharmos apenas os breves momentos da rapidez de apenas esta vida, como se não houvesse nada além-túmulo, respeitando-se os que assim pensam, haveria uma lógica em se pensar de como uma única existência, frente a tantos contrastes, seria injusta, não havendo razão para se crer na existência de um Pai soberano e justo”.
Como se recebesse um tempo para recompor-se e se ajeitar, apreende por fim:
“Para quem acredita haver uma razão para tudo e que nada é por acaso, por mais dores que se testemunhe e, que, acima de tudo, há um Deus justo, o tempo de uma vida é efêmero, logo, de que adianta ter as chaves de todas as portas deste mundo?".
Paz e serenidade
