Tag deuses

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⁠Jesus nos fornece a imagem, a apresentação de Deus que deveria ser razoável a qualquer pessoa razoável. Não é apenas razoável, e sim a mais atraente apresentação de Deus já feita – ou que poderia ser feita – neste planeta.

Inserida por sammisreachers

⁠Não tenho medo de deuses nem de demônios. Tenho medo de pessoas.

Inserida por claudia_hauy

⁠A burocracia é uma lupa que transforma formigas em gárgulas, homúnculos em deuses gregos.

Inserida por maikec

⁠Tenho fé que a vontade e o conhecimento humanos um dia triunfarão sobre a vontade dos deuses.

Inserida por pensador

⁠O DOMADOR DOS QUATRO VENTOS

O que querem de mim quatro ventos?
 Escadear os meus brios?

Certamente que não me farão ficar nu diante dos meus próprios ossos...
Antes, sabeis que guardo garbos no banco da minha ancestralidade.
Onde vós não tereis mais o acesso como naqueles tempos em que roubardes os valores morais escondidos nas melenas dos meus velhos homens e mulheres de mim mesmo.

Sim, meus velhos de mim mesmo, pois se não foceis vós, os esculpidores deste meu eu de antes, o eu de hoje, não seria este ninguém dos meus ancestrais.

Vós sois os quatro ventos do caos, eu bem sei...
Vós sois diabólicos? Então, tanto quanto eu...

Eu que me caotizo inteiro, em busca dessas partes que me foram roubadas.
As perdi por conta dos mesmos ventos que eu mesmo sou capaz de soprar.

Tenho as minhas narinas livres e incendiadas pelo primeiro elemento que me ergueu da terra. Sim, eu era um pequeno e enorme ser capaz de causar ventanias tão intensas que mudaram os rumos de vós - oh quatro ventos.

Oh demônio, que vento dos quintos!
Oh Céus, oh Deus, oh deuses!

Que diabos de ventos são esses que me arrancam do meu lugar de conforto e me jogam em territórios tão fartos de mim mesmo...

E eu, o que farei, me farto de tempo e de espaço, e me eternizo nas quatro direções para então ser um domador dos quatro ventos?

Eis que agora vêm estes quatro ventos...
Lisonjear-me-ão estranhamente como se fossem meus velhos que se foram pelas ventanias dos tempos.
 Que me doem estranhamente porque me cobram direções que não são minhas.
Que me arrastam para estranhos territórios que eu se quero conheço, que muito menos desconheço, exatamente porque são seus em mim.
E assim, vós, 4 ventos, me jogam para lá e para cá...

E eu, que me considero um causador de outros ventos...
Eu, que os enfrento com toda a minha estranha estupidez genuína que se quer é tão somente minha.

Eu os enfrento com os meus próprios temporais, porque os identifico como uma afronta, exatamente para escadear os meus brios.
Que importa isso...

Eu posso desenvolver outras honras ocultas e escondê-las de vós na minha ancestralidade inseminando todos os óvulos da minha própria curiosidade com o meu modo de bajular os meus próprios estranhos sagrados e a minha capacidade de construir deuses em larga escala.

E quando vós menos esperardes, surpreendê-los-ei na curva dos ventos, e amansá-los-ei com o meu próprio canto, com o meu assovio misterioso grifo, ou um sátiro divino da floresta que veio para inseminar ideias em larga escala.

Quem sois vós? Quatro ventos? Sois os versos, as rimas das quatro direções?

Pois saibam que eu não vos temo, bajulem-me o quanto quiserdes.
Porém, cuidado, evaporo-me, e transformo-me em essência.

Eclipsar-me-ei dentro do meu próprio bojo de ancestralidade, e incorporar-me-ei a vós, 4 ventos, e vos contaminarei com o meu próprio veneno de Eva e da Adão, de caos e de cosmo, do bem e do mal, herdado do meu Eden.
Eu sou o cupido do pecado sagrado que balança vos balança, oh quatro ventos que sois eu em movimento.


E num instante qualquer eu vos falo das coisas que eu sei de milhões de anos atrás e cavalgo em cada um de vós como um verdadeiro cavalariano, o ogum que sou.

Amanso-vos, um-a-a-um, em mim mesmo...
Só por amá-los de alguma forma estranhamente platónica.

 Pois vos nego enquanto a minha inconsciência vos atrai como se fosseis meus próprios fósseis.

Será que vós sois realmente os velhos homens e mulheres que estão a roubar-me brios ou afagos?
Ou porque vós sois EU também...

Agora, amansados, devolvam-me os meus brios.
Estes brios são de meus velhos homens e mulheres por quem eu sinto muito!
Vós sois os quatro ventos, eu sei...
Muito prazer!

Raras as vezes eu vos rezo, normalmente sempre que me transformo em fogo e vos aqueço com a minha capacidade de me incendiar inteiro de essências combustivas o suficiente para queimar as quinquilharias dos resíduos produzidos pelos meus cárceres privados.

Quase sempre faço isso sem perceber e muito menos sentir o cheiro da fumaça daquilo que queima e que se transforma em minerais novamente nessa loucura incrível que é existir plenamente.
Eu sou a ventania!
Vós sois os quatro ventos, sim, eu sei...

Mas eu sou a ventania os redemoinhos na cabeça do meu próprio sagrado, que ondula os meus próprios brios.
Eu sou o sinal avesso, o que deixa claro que não cabe...
Sou aquele enorme redemoinho nas cabeleiras do meu próprio deus
Sim, sou eu, sou capaz de girar todas essas coisas, desde o caos até ao cosmo.

Eu sou o domador de ventos!
Sim, sou domado pelos ventos, pois eu sou todos estes homens e mulheres de mim mesmo.
Eu sou esse todo!
Eu sou tudo!

Eu estou cavalgando nos quatro ventos, mesmo que dilacerado em quatro partes, quatro corpos e que cada uma dessas partes esteja em uma das quatro direções.

Eu juntarei cada uma dessas quatro partes, agitando os meus quatro elementos dentro de mim mesmo.
Sim, farei grandes agitações, pois o meu destino é retornar ao centro, inteiro, com todas as partes de ancestralidades de mim que foram arremessadas às quatro direções.

O centro cósmico é o meu lugar!
Não serei mais apenas esse fogo louco que sou!
 Serei um grande aglomerado de forças!

Uma junção de Fogo, de Terra, de Água e de Ar que serei!
E como uma graça de um deus que eu mesmo criei ainda quando eu era o meu próprio ancestral, meu velho, minha velha, eu explicarei o meu próprio “bio”, pelo meu próprio “brio” ou não me chamo domador dos quatro ventos...
Voltarei ao núcleo de onde eu me originei sozinho, assim como os meus velhos homens e mulheres de mim mesmo!

Todos como pobres demônios originando-se para se dilacerarem e serem arremessados nas quatro direções, e contarem com a boa sorte de possíveis bons ventos. 

Meu pobre destino que ironia mais incana e essa?

De tanta dor pela minha própria dilaceração, mais tarde eu mesmo criei um deus que deveria me adorar...
 Mas tão logo criado, a criatura me exigiu adoração, servidão e me expulsou das minhas zonas de conforto, me proibindo de ter os meus próprios prazeres.

Oh céus que diabos que eu criei?
Se criei um deus, acabei criando também um diabo para que fosse por deus enviado a mim para me torturar?
Isso é profano demais!

Então eu dividi esse deus comigo mesmo lá no futuro.
Apostei na possiblidade de que esse meu deus também se tornasse tão divino como eu era.

E advinha, deus meu ganhou céus e terra, e eu me tornei a sua criatura.
 Com o tempo esse deus se tornou minha grande inspiração, consagrando-se como divino tanto quanto o cosmo de onde eu me originei.
Esse deus saiu da minha própria carne, mas isso não foi de agora...
A minha carne lembra de tudo isso...

As vezes ainda sinto a dor da dilaceração que me ocorreu por conta dos invasores, os seres de outros mundos, infernos talvez, quando eu fiz a doação de órgãos para que deus fosse criado de mim mesmo.
Depois disso eu fiquei um ser que lagrimeja versos e poesias.

Será que é falta dos órgãos que me foram retirados para a composição de meu deus?
Ou será que é esse deus criado por mim mesmo que tem a capacidade de me inspirar?
Sim, eu não sei a resposta!

Meu Éden nunca mais deixou de ser um caos...
Parece que foi ontem que tudo isso aconteceu!

As vezes eu choro de saudade dessas partes dilaceradas em mim...

De uma coisa eu tenho plena incerteza; de meus ancestrais sobraram apenas estes pobres ossos resmunguentos que morrem de medo de perderem seus brios pelas travessuras e dos atrevimentos destes quatro ventos. Os demais, todos evaporaram como se nunca tivessem existido, como se fossem uma só essência, sabe, uma espécie de fragrância que acabou sendo atraída pelos cabelos ou pelos poros do deus criado, e desde então ele se tornou o criador de tudo.

Dizem por aí, nas esquinas do Eden que a força, a capacidade de criação de deus vem exatamente disso...
Dizem que é exatamente dessa essência dos meus ancestrais que tudo tem origem, que o tal deus é só rótulo desse aglomerado de amor que esses meus ancestrais sempre tiveram.

Reconheço-me forte e fraco com estes ossos e ao mesmo tempo com saudades dos amores ancestrais que evaporaram, como se não bastasse as dores da amputação de meus órgãos para a criação do deus.

Talvez seja apenas impressões de mim mesmo ou dos meus ancestrais, como pode doer um órgão que eu nem se quer lembro de ter?
O que mais me faz falta é a minha terceira visão, dessa eu acho que lembro sim, mesmo não a tento em mim, as vezes ela se revela e me leva a ver coisas de outros mundos.
Que isso fique aqui, cá entre nós, não se atrevam espalhar isso aos céus e terra...

Aqui por enquanto, falar disso é insanidade, estão novamente prendendo os que veem essas coisas, sim, e o tratamento a eles é de “chocar”.
Veja como é cruel nascer do acaso?

Recomponho-me quando caio em consciência de que essas partes arrancadas de mim serviram para criar um ser que se tornou divino.
Por isso sou a imagem e a semelhança de deus...
Foi de mim mesmo que ele nasceu.

Ele é o meu filho amado, o que virá de mim, depois que eu vencer os meus dragões e fazer com que os meus ossos possam também evaporar.
 E lá nos cabelos ou nos poros de deus eu estarei oferecendo-lhe o melhor que há em mim...
Enquanto isso não chega, e nada chega ou basta!
Inquietação, é a profanação dos meus velhos homens e mulheres de mim mesmo, pois deles me sobraram apenas o que sobra nos ossos, ritos, mitos, crenças e doenças.

Dos bons nem ouvi falar, pois que nunca quiseram deixar qualquer rastro de existência ou de personalidades.
E eu que escolhi seguir a passos largos os exemplos dos meus próprios ossos.

Porque é tão difícil abandonar os meus brios?
Porque são ossos do meu sagrado oficio?
Acalento-me aqui, então, falando com os meus brios que nunca me abandonaram...

E quanto a vós, quatro ventos, fosseis os grandes percursores de tudo isso?
Pois bem!
Junto-me a vós recolho-me nas minhas esperanças de voltar ao meu centro.
Não mais como domador dos quatro ventos.

Talvez como domador das minhas próprias tempestades.
Provavelmente for exatamente isso que o meu deus tenha feito tão rapidamente!
Farei isso então!

Serei como um ogum de mim mesmo!
Vencendo os meus próprios dragões.
Salve os quatro ventos!

Autor: Pedro Alexandre
26 de agosto de 2021.

Inserida por pedro_de_alexandre

⁠Os deuses cegam aqueles a quem querem destruir.

Antonio Skármeta
O dia em que a poesia derrotou um ditador. Rio de Janeiro: Record, 2021.
Inserida por pensador

⁠Os deuses e os humanos;        Houve uma guerra no planeta chamado terra;     Lá havia pequenos e minúsculos humanos;     Que se achavam fortes e temíveis;     E antes de nos conhecer se denominavam os seres mais inteligentes e importantes;      Bom como estávamos dizendo, nesta guerra eles perdiam como formiga 🐜 diante do grande pássaro 🦅, mas ainda assim diziam em seu interior; podemos vencer;      Só que não.    Então os deuses começaram a brincar com eles, pois sabiam em seu interior que eram invencíveis. 

Inserida por rosesabadini

⁠Esses deuses que a humanidade cria só servem para tornarem os homens escravos de seus desejos e paixões. Jamais eles clamam para que consigam fazer um trabalho sobre si mesmos, que é capaz de tirá-los, definitivamente, de suas dores e escravidão dos sentidos que obscurece as suas almas. 

Inserida por MGAgnose


Será que tú me entendes quando digo "acorda pelo amor de deus"!
Compreenda que não me refiro
ao Criador, chamo a tua atenção pra que desperteis.

Inserida por dalainilton

⁠Acreditar em algo torna esse algo existente dentro de uma dimensão ou perspectiva. Dentro dessa concepção, os deuses e monstros existem, mas dentro da (sub)consciência humana.

Inserida por Gabrielstive

Por que nós, deuses, e a humanidade, não resolvemos isso lutando?

Inserida por pensador

Deuses não se aliam, não conspiram e não dependem de ninguém.

Inserida por pensador

⁠Quantas vezes devo perdoar Senhor? 
7 vezes ou 70 x 7?...
Nem um, nem outra!
Oque devo como humano é relevar, pra não ter que perdoar, antes de TUDO a mim, que não entendi nossas inúmeras tentativas de acertar.
Quanto ao reconciliar com o irmão, antes de Deus! 
...digamos que seja ele em nós, ao que se dará na mesma coisa.
Compreende?!.

Inserida por dalainilton

⁠Quando as pessoas começam a despertar, os deuses fazem terremotos, vírus, ativam os vulcões e criam ondas no mar.

(publicado em 2015)

Inserida por fabioi

Vocês não são deuses, vocês são um grande erro. São uma mutação genética que teria morrido se não tivesse um buraco fedorento para todos vocês entrarem.

Inserida por pensador

Os deuses ainda precisam criar um homem que não tenha paciência para o poder absoluto.

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

O amor não é aleatório, nós somos escolhidos
E poderíamos usar a mesma coroa
Continue acalmando seu coração
Nós somos os deuses agora

Inserida por pensador

⁠O valor de um dia, soma-se a alguns nanos segundos em que:
1 minuto são 60 segundos, 
1 hora 3.600 segundos, 
1 dia equivalem a 23 horas 56 minutos. Cronometrando tudo, dar-se-ão 1440 minutos. 
Perceba algumas relevâncias, se não soubermos utilizá-lo.
E esse tempo irrecuperável ao ser humano que apenas e tão somente sobrevive numa unidade de carbono perecível de irrefutável mente. Observe oque é de fato viver!

Inserida por dalainilton

Se nos dedicarmos ao metal, vamos dominar a escola. Todos verão o que somos e vão nos venerar como deuses.

Inserida por pensador

Os filhos crescem rápido. No início, eles ficam longe da beirada. Somos deuses para eles. Mas, de repente, "algo" acontece. No final das contas, somos apenas seus guardiões.

Inserida por pensador

⁠Depois que os deuses estão no pódio, só te resta o lugar demônio na vida dos que criaram os deuses.

Há pessoas que já nasceram programadas pra ouvir só a si mesmas, e o eco das próprias palavras as tornam egoístas demais pra escutarem alguém que não seja elas próprias, as tornam donas da verdade demais pra admitirem que existe outra versão da verdade que não sejam as suas. Arrogantes sequer, cogitam o fato de estarem erradas, passa longe delas qualquer possibilidade de mudança, enquanto a surdez vai se tornando suas marca registradas.
Além da surdez essas pessoas são blindadas pra empatia e carregam o mundo do ostracismo das suas certezas sobre os ombros. Nada do que você disser as tocam, nada do que você falar as comovem, nada do que você fizer as impelem a ouvir e não se engane, têm sempre uma justificativa pra qualquer evidência de engano delas.
A surdez dessas pessoas faz com que você grite e grite cada vez mais alto, não porque esteja desequilibrado, mas como última esperança de que seja ouvido, só que quanto mais você grita mais elas aumentam o volume da surdez e cada vez mais te ignoram. Como as ondas do mar em dia de ressaca fustigando com força os rochedos vão minando suas forças, sua coragem e fé e, permanecem assim irredutíveis até que você já sem forças se entregue à fúria do mar. 

Inserida por ednafrigato

⁠Nós criamos os deuses, mas atribuímos nossa existência a eles.

Inserida por Gabrielstive

⁠⁠A única certeza que tenho é a de que se existir um deus, certamente esse não será como a descrição da divindade judaico-cristã.

Inserida por Gabrielstive

⁠Fogo e trovão vem do céu, dos Deuses do céu. Mas tu não passas de um mero mortal.

(Untold History's Volume: ll - Primitvo)

THOR CLUK

Inserida por ThorCluk

UM DIA SEREMOS DEUSES

⁠No dia de amanhã seremos melhores que nos dias anteriores a hoje.
O objetivo da VIDA
é 
EVOLUIR