Tag deuses
A inteligência começou com as ações do magnetismo, que dos gases formou a terra, e da terra formou os vegetais; e da água, os animais; e do fogo, os deuses.
Contrariando os virtualizados deuses da inventiva criatividade humana a natureza segue seu curso natural mostrando como singra, há milhões de anos, os mares da evolução.
Despedi-me de Morfeu após sono profundo
Hélio anunciava o dia vindouro
Moros não entregava meu destino
Zeus não suspeitava o que me trazias
Dia de luta na palma de Ártemis
Hora da colheita traçada por Deméter
No tempo marcado por Cronos
Atena me ensina
Hermes anuncia
Quem tem a fibra de Héracles
Não se dobra nos meandros de Éris
Nem se entrega nos devaneios de Némesis
Vivi outro dia de cara para o Zéfiro
Nice vitoriosa se fez em mim
Morfeu novamente me chama
Hécate é quem me guia até ele
Os homens servem a deuses quem deveriam ser seus escravos. Estado ou mercado devem servir e não assenhorear a sociedade.
Jesus não é mau. Entretanto, a maioria dos seus seguidores, talvez por desconhecer a vida do seu ídolo/deus, são a personificação da maldade.
Será sempre impossível relatar, o que acontece com uma pessoa no seu período de sono. Da mesma forma é Deus, nunca será possível explicar a sua existência.
O Mal por si só, é rápido como um furacão e a sociedade o consome feito um delicioso néctar dos Deuses
Somos joguetes nas mãos dos deuses,se pelo menos eles nos dessem livre arbítrio,faríamos suas vontades,sentindo-nos servidos!
Quando fazemos algo com a desculpa da loucura, estamos a fazer algo imbuídos da sabedoria dos deuses.
A arte elimina a distância entre o Homem e os deuses e o tira do lugar comum. A arte é a divindade do homem.
Este teu corpo idealizado pelos deuses da luxúria, desenhado com tanta perfeição é pura tentação. Esse legado do pecado é o templo dos meus desejos pagãos, minha perdição e redenção.
A humanidade olha para os céus admirando os mundos diferentes
E estes mundos áridos sem vida...
Busca conforto e uma nova morada...
Nesse momento céus da Terra...
Tantos sonhos em mundos desconhecidos...
Imagino quando vida a no universo...
Aventura de desbravadores no prólogo
Homens e mulheres se vão para imensidão...
A cada horizonte sabe se que um dia viveram numa terra...
O planeta azul, cheia de vida e alegrias e tristezas será o berçário da humanidade.
Sonhamos entre os deuses.
Atravessamos continentes...
E aprendemos logo cedo que o amor é parte do futuro e tudo que temos faz parte desde presente.
Mesmo assim continuamos ter esperança...
*Feito a luz do criador*
O ávido pulsar,
que nos alimenta e nos envivida
com seu brilho revigorante e onipresente,
clareando nossas almas e mentes
e nos abraçando com seu calor.
Seu brilho pretérito nos envolve
não importa que tipo de dia estamos passando.
Há dias sombrios como a noite sem luar
e há dias iluminados pelo Sol,
e é por eles que devemos lutar.
São pequenas coisas que proporcionam felicidade.
São pequenos momentos que se tornam infinitos
em nossas memórias, em nossos corações.
Oh! Grande Apolo, Senhor dos Oráculos,
peço-lhe que me responda:
Onde está o meu erro?
Mas, apesar de tudo, somos como o Sol
que se mostra pelo passado seu brilho,
como nossa essência, que moldamos.
Nos utilizemos, então, desse brilho para boas coisas
ou para coisas ruins, como ele o faz.
E, da mesma forma que sua luz,
a vida, sua filha, também pulsa com intensidade.
Alternando sempre entre dois extremos, mas às vezes não.
Ora, com um brilho intenso e inspirador.
Ora, com uma frieza insuportável e devastadora.
“A admoestação a luz do ordenamento jurídico sob a égide do devido processo legal não tem de sobrestar o recrudescimento do império das leis, tampouco mitigar seus efeitos; com o arrefecimento casuístico das interpretações de alguns apopléticos e açodados senhores, cujo notável saber jurídico é, no mais das vezes, facilmente questionável.”
O véu foi retirado
e agora poderemos editar a matriz do espaço-tempo.
Faremos mais do que viajar ao passado ou ao futuro.
Poderemos visitar o céu e o inferno,
outras galáxias, dimensões e universos.
E ainda mais, muito mais do que isso:
criaremos outros universos.
Seremos novos deuses.
Como ateu que sou, sempre tentei entender a divindade em si. Como pode um mundo tão violento e tão injusto? Se eu fosse deus faria melhor? Como agiria?
No começo, quando jovem, eu achava que agiria como um super-herói. Apanharia quem causasse mal e o destruiria, sem piedade. Seria um justiceiro supremo.
Mas com o tempo, cheguei à conclusão de que violência talvez não fosse a resposta para um mundo melhor. Como alguém que carrega a maior sabedoria do universo pode se curvar à esse tipo de violência? Mesmo que seja pra fazer o bem? Então mudei de ideia: cheguei à conclusão de que simplesmente desintegraria os malfeitores, sem dor, sem sofrimento, só tiraria eles do caminho. Seria mais limpo, mais “justo”, mais pacífico. Dessa forma o mundo seria mais feliz.
Mas daí veio o dilema:
Quem sou eu – apesar de minha divindade - pra decidir quem é bom e quem é mau? Mesmo com todos os meus poderes divinos, teria eu esse direito?
E se não sou capaz de julgar com justiça, não importa o quão divino eu seja, então que tipo de poder é esse no fim das contas?
Depois de muito tempo ruminando essa ideia, encontrei uma solução para o dilema:
Se fosse um deus, eu não puniria, eu ajudaria. Assim passei a admirar e flertar com o poder de cura ao invés do poder da destruição, que tanto admirei. Deixaria os maus à própria sorte. Curaria os doentes, salvaria as crianças, daria outra chance aos que morreram cedo demais — se é que a morte pode mesmo ser “curada”.
Mas aí veio outra pergunta inevitável:
Quem merece ser curado? Todos? Só alguns? Ninguém morreria mais? Isso quebraria o equilíbrio do mundo?
E então veio a última tentativa de solução:
Curaria só as crianças. Afinal, que criança merece morrer? Nenhuma.
Daí outro questionamento surgiu: a partir de que idade as pessoas passariam a "merecer" a morte? Quem decide isso?
Hoje, velho que sou, percebo que se eu fosse Deus, a decisão mais justa seria essa:
dar a vida e me afastar.
Não interferir.
Deixar que cada um trilhe seu próprio caminho, com suas próprias escolhas.
Não porque eu não me importaria, mas porque interferir seria injusto.
E talvez, se existe algo lá em cima, esse “algo” já tenha entendido isso há muito tempo.
Talvez seja por isso que os deuses, se existirem, estão em silêncio.
Porque estão muito além de tudo isso que chamamos de “vida”. De tudo aquilo que chamamos de compreensão.
Enquanto elas correm para lá e para cá. Eu existo.
Enquanto elas louvam divindades mesquinhas, ídolos e falsos lordes, Eu existo.
Enquanto elas lutam em guerras triviais, vivem e morrem por bandidos e reis mortais, Eu existo.
Todos os sacerdotes de falsos deuses se ajoelham a mim.
Todos os reis de impérios, grandes ou pequenos, se ajoelham a mim.
A vida se ajoelha a mim.
A morte se ajoelha a mim.
"Nenhum Deus realiza vendas diretas ao consumidor; eles sempre dependem de intermediários, os corretores da fé.
Por densidades julgadas pessoas, viva; vivendo com possibilidades e méritos adquiridos da vida sem, importar se há ou não deuses!
Estes se existirem importam-se apenas com seus deleites, uma vez que encontram-se sob seus pés um contingente de miseráveis a gritar e estes se são surdos não sei, nunca os ouvem…
