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Algumas pessoas não gostam de mudanças, mas você precisa abraçar a mudança se a alternativa for desastre.
Necessitamos dos livros que nos afetam como um desastre, que nos afligem profundamente como a morte de alguém que amamos mais que a nós mesmos, como estar perdido sozinho num bosque, como um suicídio. Se o livro que lemos não nos desperta com um soco no estômago, para que lê-lo?
Você começa a perceber QUE A POLÍTICA vai ser um DESASTRE, quando quem se diz representá-la passa a confundir função com propriedade, coerência e respeito com zombamento, pirraça e provocação a quem pensa de maneira contrária. Político eleito é instituição, não um vencedor de APOSTAS.
Olhe só que desastre, eu estou apaixonado, já deixei o testamento com minha mãe e pedi pra ser internado
É difícil sentir pena daqueles dispostos a viver em um desastre. Eles são suas próprias ruínas, minha querida. Fazem isso consigo mesmos. Não merecem sua misericórdia.
E talvez, mesmo quando tudo acaba em desastre, se foi feito por amor, nunca pode ser considerado um erro.
No reino amoroso, o “talvez” é moeda sem nenhum valor. Talvez se eu tivesse perdido aquele avião, talvez se não tivesse tomado aquele trem, quando ainda existiam trens. (...) Se tivesse ido pra outro lugar… Minha vida não estaria completa. Porque nenhuma vida está completa sem um grande desastre.
Ah! quem dera tudo fosse rosas!
lindas e cheirosas...
sem espinhos nos galhos
Mas com o leve orvalho...
Que enfeita com gotas
Que brilham quando o sol nasce
Seria alegre a vida...
Sem tristezas nem desastres.....
"Meu bem.
Desculpa, desculpa por não me despedir pessoalmente, mas é que doeria muito. Eu tenho que ir... mesmo que me doa. te amar... me machuca tanto.
Eu queria ter te dito, eu queria dizer que tua dor estava me machucando, mas seria de tamanha crueldade adicionar mais um desastre. então, continuei quieto, deixei que me lacerasse por dentro. Então, você ficou melhor, você encontrou sua paz, meu bem. E eu fiquei tão feliz, eu estou tão orgulhoso, eu sabia que ficaria bem.
Eu não digo o quanto me machucou, não menciono as feridas que me causastes, eu ainda estou acicatriza-las, e o primeiro passo... foi seguir... sem você...
Adeus, meu bem."
Mas aquela carta... eu queimei...
Meu bem... • @Maybe_imjohn
Eva
O Tempo Passou...
vulcão de Lágrimas Secas
lavou a saudade do mundo
restou-Nos...
Consciência!
por vez...
entrego Vida Nova
À Mulher
para que com futura Saudade de Fé...
Não Volte A Derramar Lágrimas.
Leon Nunes Goulart
*Intensidade x Profundidade*
Não quero que me entenda mal
Quero só que me entenda
E que entenda os meus sentimentos
Que de tão profundos me fizeram afogar em um mar das minhas próprias expectativas
Expectativas sobre o amanhã, sendo que o certo é apostar somente no hoje.
Machucou muito da última vez e veio a famosa promessa : Nunca mais deixo acontecer.
É aconteceu, mas tudo bem natural, um fardo leve.. cada coisa no seu tempo, independente da louca ansiedade dentro de mim.
Eu olhava e via beleza em olhos profundos, e no seu jeito misterioso. Enfim o sorriso fácil.
Mas diferente de mim você sempre escondeu as suas profundezas como ser humano.
Diferente de mim.
Diferente de mim que me apeguei aos detalhes. Aos seus detalhes..
As suas diferenças
Elas completam as minhas e não sei se percebi isso muito tarde. Mas
Eu tentei falar. Mas, existe uma razão pela qual não funcionariamos?
(mas que coisa fútil esse tal sentimento.) Ent eu guardei.
Como um vírus que cresceu, e os sintomas ficaram muito a mostra.. impossíveis de conter. E eu nunca me preparei para um momento como este.. o momento de dizer.
Mas eu tratei disso sozinha.
Não cabe a você corresponder aos meus sentimentos.
Apenas entenda..
Odeio te querer, mas eu quero.
Existem várias formas de querer,
E te querer é sofrer mas jamais optaria por te abandonar, por que promessa é dívida e eu disse que estaria. E que queria estar.
Talvez não no amor como desejado.
Mas na amizade.. Como prometido!
Mas infelizmente eu acabei tropeçando em tudo oq eu fingia não sentir.
E deixei escapar aqui 10% das coisas que eu jurei nunca te contar.
Por: Keren Luiza
Hoje minha vaca deu leite
Tá sol
É verão
Não tem sombra
Nem capim.
Mas chove,
E, na chuva,
a gente se molha,
mas a gente não bebe água
a gente se afoga.
A água desce morro a baixo
Mas a gente tá abrigado
Opa, caiu um ali
Acho que não tem mais casa
Porque foi levada
Ladeira a baixo.
Com a chuva
Não há mais casa
Talvez haja capim
Mas vamos ter que dividir
E nem vai nascer a jato.
Porque é Verão
Faz Sol
Não tem sombra
E nem trato.
Sou o fogo, a primeira faísca, sou um doce desastre, posso ser a tormenta perfeita e também posso ser o silêncio que tudo consome. Sou complicada em meus próprios termos, mas quando eu quero, posso ser tudo o que alguém deseja.
S. de MATAR
(J.W.Papa)
Descobriram Mariana da lama que cobria Bento Rodrigues
e do minério, descobriu-se o mistério
que o capital há muito tempo escondia (a sete chaves).
Descobriu-se em Mariana a lama que sempre encobriu Minas
sob as montanhas de rejeitos camuflados nas represas
- de empresas tão lixo -
quanto o descarte que oferta hoje aos rios das cidades ao redor.
Descobriram os segredos mais bem guardados dos barões do Estado
em seus engenhos de minério de ferro e ganância desmedida
depois de um tsunami de lama ter inundado a paz de todo mundo
ceifando tantas vidas em tragédia tamanha
planeada em engenho absurdo durante tantos e tantos anos.
Descobriram na lama a saída humana para tamanho problema!
Mérito da bondade do povo brasileiro mobilizado
cansado de ser enganado e de tanta lama sendo espalhada por aí
e que a essa altura, já vai pr’além dos joelhos.
Mataram os peixes (os homens), os rios (as vilas) e derrubaram as árvores (as casas)
Agora está muito triste ver tantos corpos serem desenterrados.
Transformaram as montanhas (cartão postal de Minas) em pó
A tristeza é que todos nós sabíamos muito antes e nada fizemos.
Romperam as barragens, fazendo transbordar nosso ódio do peito
Será que depois de tudo isso, ainda permaneceremos calados?
Não é fácil fazer a coisa certa.
Ouço na TV, que o teto rebaixado da boate de Santa Maria RS, foi obra em cumprimento a um Termo de Ajustamento de Conduta assinado pelos responsáveis com o Ministério Público.
Vizinhos descontentes com o nível de ruído produzido pela boate conseguiram pela Lei e pela Ordem, que seus proprietários fizessem a obra para reduzir o barulho.
Mal executada, com materiais inadequados, o que atenderia a legalidade lançou a sentença de morte de 234 jovens.
Estranhos os caminhos da vida. E da morte.
Tem gente que maltrata os pais, os filhos, não ajuda quem pede comida na porta de casa, humilha o porteiro, ignora o vizinho que sofre de algum problema, e mesmo com tudo isso vem aqui no Facebook reclamar, criticar e julgar quem é solidário e se comoveu com os atentados em Paris.
Sim, estamos vivendo o pior momento do nosso país. Sim, estamos sofrendo deste terrorismo diário que vai nos matando aos poucos.
Ser solidário às vítimas e famílias da França não é deixar de ser patriota. É ser humano! Sentir a dor de quem está sofrendo a milhares de quilômetros daqui.
Uma coisa não anula a outra. Não é porque estamos vivendo uma tristeza recente ocorrido em Mariana - MG, que quer dizer que temos que fechar os olhos para o que aconteceu ontem. É sim mais uma dor que se junta a muitas outras que estamos vivenciando.
Ou o ideal era pensar "ahh já postei falando da minha tristeza sobre a tragédia em Mariana, não tenho espaço pra me comover com Paris." Parem de demagogia e ajam mais com o coração.
Não importa se foi em Paris, EUA, Minas Gerais ou onde quer que seja, a solidariedade não tem nacionalidade e não esbarra em fronteiras.
O coração não escolhe sofrer por A ou B. Sofrer pelos outros é muito mais digno do que bancar o juiz da moralidade.
Aprendi com Frei Ignácio de Larranaga a diferença entre peregrino e turista e escrevi um texto quando fiz o Caminho de Santiago de Compostela: “APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA (França, Espanha e Portugal)”, que está publicado neste espaço, no qual digo: “[...] o peregrino não sabe nada: aonde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. [...]”
Ao começar a me envolver, mesmo indiretamente, com a situação dos desabrigados em geral e daqueles que são vítimas de desastres naturais, esta minha visão se ampliou e, hoje, acrescento: O peregrino e os desabrigados não sabem nada: aonde vão dormir nem o que farão pra frente. Ao bater o cadeado de sua casa em estado de desabamento, ao deixá-la pra trás, quem assim o fez não está saindo para uma viagem de férias mas para uma viagem sem volta à casa que foi o seu lar. Para muitos e/ou para crianças que não estão conscientes da dimensão do desastre natural (enxurrada, terremoto etc) a mudança é como uma aventura de Sessão da Tarde na TV.
