Tag crueldade
A observação mais marcante de minha vida até o momento é a indiferença e crueldade que a maioria das pessoas demonstra para com os animais deste planeta.
Não encontro nada mais cruel em minha vida, do que querer que tudo seja conforme as minhas próprias vontades.
A crueldade humana é proporcional a intenção de dominar, submeter e subjugar o outro, logo não tem limites, mas metas cada vez mais ousadas e desprovidas de freios emocionais.
Crueldade e violência nas escolas,
O bullying que corrói as almas,
Um tributo é pedido, uma justiça clamada,
Para o jovem Carlos, que foi vítima.
Inocente menino, alvo de agressões,
Por mãos cruéis que nada entendem,
Seu sorriso se apagou, sua vida se foi,
Deixando uma dor que jamais se desfaz.
Quantos mais terão que sofrer,
Para que a brutalidade cesse?
Quantas lágrimas serão derramadas,
Até que a paz reine nas escolas?
Carlos, tua memória será honrada,
Lutaremos por justiça em teu nome,
Para que nenhum outro jovem sofra,
As dores que tu viveste, sem escapatória.
Que a crueldade se transforme em amor,
Que a violência seja banida para sempre,
Que as escolas sejam refúgios de harmonia,
Para que nenhum outro Carlos se vá tão cedo.
"Você deve trazer na consciência - para apaziguar a alma e crescer como pessoa - que nas muitas vezes onde cometeu erros, foi por ignorância, e não no espúrio objetivo de praticar crueldade."
Às vezes me sinto esmagado pelo amor à vida. Que beleza, que harmonia, que unidade profunda, que complementariedade e solidariedade entre os seres vivos! Que força criadora para inventar miríades de espécies animais e vegetais singulares! Às vezes me sinto esmagado pela crueldade da vida, pela necessidade de matar para viver, por sua energia destruidora, seus conflitos, sempre com o triunfo da morte. Depois consigo reunir, manter, ligar indissoluvelmente as duas verdades contrárias. A vida é dádiva e fardo, a vida é maravilhosa e terrível.
...aí o Lex Noir disse:
Talvez um dia minha tristeza dê dinheiro. O triste disso... é que se isso acontecer... talvez não esteja mais vivo. Mais triste que isso... é pensar (assim) nisso.
O tempo é um tirano silencioso.
Não estende a mão, não consola.
Ele leva sem pedir licença,
rouba risos, desfaz promessas,
e castiga com a saudade.
Mas talvez sua crueldade seja arte —
uma forma estranha de ensinar.
Pois só no vazio que ele deixa,
floresce o que somos capazes de ser.
A vida pode parecer cruel às vezes, mas é nos momentos de desafio que o amor verdadeiro se revela ainda mais poderoso. É a luz que ilumina os dias mais sombrios e nos dá motivos para continuar. Acreditar no amor é como manter a chama da esperança acesa em nosso coração, é encontrar sentido em cada sorriso, em cada gesto de carinho. Por isso, mesmo diante das adversidades, é importante nunca perder a fé no amor, pois é ele que nos dá forças para viver cada momento com intensidade e gratidão.
Nem mesmo os mais cruéis e insensíveis seres escapam da tensão criada entre a mentira vivida e a verdade ignorada.
O mal jamais se sentiu confortável em qualquer esconderijo, porque nenhum lugar é capaz de esconder por muito tempo o tamanho da sua crueldade
Quando eu passo a te odiar eu não detesto o ruim que há em você, mas ratifico a construção cruel que há em mim
Quem usa o anonimato para validar a própria crueldade não está preocupado com o outro, apenas em se livrar do lixo que está dentro de si mesmo.
O paradoxo do silêncio: nobre em certos momentos, cruel em outros. Capaz de vencer batalhas onde nenhum argumento é suficiente, mas destrói grandes amores ao semear dúvidas e distâncias sem retorno.
Carta em Homenagem e Justiça por Kathie McCormack Durst
Kathie McCormack Durst. Uma mulher marcada pela injustiça, usada e abandonada por um casamento falso.
Esquecida pela família de seu marido, negligenciada por um sistema judicial que escolheu proteger o bilionário em detrimento da verdade, Kathie foi mais uma vítima do silêncio cúmplice, aquele que culpa os inocentes pelas agressões que sofrem.
Robert Durst, homem que se esconde atrás do poder de sua família, desafiou a sociedade, manipulando-a com sua fortuna. Um hipócrita que, após assassinar e esquartejar um amigo íntimo, alegou “legítima defesa” e comprou sua liberdade.
Um homem que abusou da confiança de todos ao seu redor, transformando violência em estratégia e sua vaidade em arma contra aqueles que buscavam justiça.
E Kathie? Enquanto Robert a acusava de vícios que nunca existiram, tentando manchar sua reputação, Tão jovem e já enfermeira, ela era uma aluna exemplar no curso de medicina no Albert Einstein College of Medicine, prestes a se formar. Qualquer pessoa que conheça a intensidade dos estudos na área médica sabe que o perfil de um estudante bem-sucedido como Kathie não se encaixa na narrativa de dependência em droga tão pesada criada por Durst. Ele apenas espelhava sua realidade para invalidar o outro com sua dor.
Mas isso não impediu que ela fosse desumanizada em vida e, depois, na morte.
Kathie enfrentava não só o peso dos seus estudos, mas também a violência doméstica. Meses antes de desaparecer, foi tratada no Jacobi Medical Center, no Bronx, após sofrer agressões por parte de Robert. Amigos próximos relataram que Kathie, aterrorizada, dizia que, se algo acontecesse a ela, seria culpa de seu marido. Essa confissão nunca foi levada a sério pelas autoridades.
Quarenta anos. Quatro décadas em que a justiça negligenciou seu dever, enquanto um assassino evidente seguia livre. Não houve sequer uma análise rigorosa ou profissionais dedicados o suficiente para agir com seriedade no caso.
Ao invés disso, recursos foram desviados para proteger quem tinha dinheiro, enquanto pessoas comuns, muitas delas marginalizadas, permanecem à mercê de um sistema que falha diariamente.
Não há redenção para o que foi perdido. O corpo de Kathie já não está entre nós, mas sua história grita por justiça.
A série documental sobre Robert Durst toca na monstruosidade desse homem, mas a negligência das autoridades precisa ser exposta com o mesmo vigor. A sociedade merece entender como a fortuna pode comprar a indiferença da lei.
Proponho que a fortuna da família Durst, cujo valor chega a bilhões, seja utilizada para reparar a família McCormack, com parcelas distribuídas ao longo das suas gerações. Não como caridade, mas como a mínima reparação devida por décadas de sofrimento, nenhum conforto que o dinheiro compra pode recuperar uma vida, mas é junto o conforto de todas gerações de Kathie McCormack Durst. Infelizmente ela também foi uma Durst, não merece o silêncio da indiferença.
Minha alma não encontra paz em um mundo onde isso ainda é tratado com indiferença. Enquanto a família McCormack carrega o peso dessa perda, a família Durst se recusa até a reconhecer o mínimo de responsabilidade.
A maldição que a familia Durst carrega não é sobrenatural: é a consciência pesada de quem perpetuou o ódio através do silêncio,e assim propagara através da sua conexão distorcida por todas suas gerações.
Se minha história continuar sendo ignorada, todas as gerações da família Durst carregarão essa vergonha como um fardo eterno. E eu estarei lá pessoalmente para me divertir assombrando todas suas futuras gerações.
Mas, se minha memória for honrada, existe a possibilidade da redenção para vocês.
que cada membro da família McCormack seja abençoado pela justiça que lhes foi negada por tanto tempo.
Kathie McCormack Durst não será esquecida. Sua vida e seus sonhos, interrompidos por um monstro e ignorados por um sistema corrupto, são um símbolo da luta por dignidade.
Não gostar de mim pelo que eu te fiz, isso é normal, mas não respeitar as minhas razões é cruel demais. Daniel Perato Furucuto
A malvadez acredita na crueldade do vizinho para se sentir altruísta. A altruísta acredita na benevolência do vizinho para se sentir amada.
Minha alma chora bem alto e fico constrangido dentro de mim mesmo, mais de mil vezes toda vez que me deparo com as vitimas inocentes da sombra, crueldade e imbecilidade anti-humana proferida a vida por loucos e insanos que jamais deveriam ter nascidos. Pergunto sempre a natureza, nestes casos, até quando vai se permitir, errar.
