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"Não existem controles sociais capazes de limitar nossos espaços mais íntimos de convicção e escolhas, exceto aqueles que deliberadamente optamos por seguir, não porque sejam fáceis, mas porque é o que reclama a calma, latente e precisa, voz evolutiva da nossa consciência. Você é o que você pensa e faz, e não o que pensam sobre você ou tentam fazer contra você."
Quando conseguimos questionar as nossas convicções e crenças, nós conseguimos nos direcionar para novas escolhas, novas perspectivas.
Dás Incertezas e Dividendos Que o Tempo e a Vida Propõe, Se Tornar Alheio Aos Fatores Que Podem Neutralizar Suas Convicções e Seus Ideais, é a Melhor Alternativa para Equilibrar a Paz De Espirito e a Quietude Carnal.
Não existe meia confiança, pois as convicções são crenças internas e invisíveis. A verdade só é moldada pela repetição dos resultados.
A psicologia nos ensina que o desenvolvimento de uma mente saudável requer a capacidade de questionar, refletir e agir de acordo com as próprias convicções e valores, em vez de simplesmente seguir cegamente o que é imposto por terceiros.
Quando nossas convicções como líder são violadas. O nosso caráter é atingido pelo fantasma da deturpação.
José Guaracir
As convicções do líder de sucesso são como âncoras. Elas são profundas e confiáveis dando a sustentação necessária ao líder.
José Guaracir
Sempre que puder, se esforce para lutar,
Lute pelas suas escolhas, ideologias e convicções...
Você deve sempre buscar, se esforçar, batalhar,
Mas escolhas as lutas que acrescentem, as suas mentes e corações...
Não tentes tirar uma ideia da cabeça de outrem porque, examinando bem, verás que em geral não se trata de ideias, mas de convicções. São inextirpáveis. E a causa única de todas as guerras – políticas ou religiosas, paroquianas ou internacionais.
Suas convicções de hoje não te asseguram do amanhã, devido ao fato de que elas refletem a sua intrínseca mutabilidade.
As únicas convicções verdadeiras são aquelas que nascem e renascem a todo instante, e que, portanto, morrem e remorrem a todo instante.
Tenho convicções firmes, mas nunca permito que elas se tornem verdades absolutas em minha mente. Dessa forma, abraço minhas verdades, mas as deixo ir em nome de verdades melhores.
Uma convicção que renasceu hoje depois de morrer incontáveis vezes é, também, incontáveis vezes superior àquela que nunca enfrentou boas perguntas.
Minhas convicções têm um status VIP, ou seja, elas são verdades infinitamente provisórias. Elas refletem ideias preciosas, porém permanecem sujeitas a evoluções e revisões ao longo do tempo. Porque minha mentalidade é aberta, criativa e em constante expansão.
A manutenção do desejo requer a convergência de convicções ou circunstâncias com coerência, um alinhamento bem difícil de sustentar, caso a chama da intenção esteja apagada. Acenda sua fornalha.
Não se desculpe por agir de acordo com os princípios de sua tribo. Eu aceito isso. Sempre lutarei por minhas convicções também.
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Quando me predisponho a sentar, escrever e decifrar a vida com doses de eloquência e pragmatismo, faço associações e remissões para um raciocínio coerente e fechado. Invariavelmente, meus pensamentos estão associados ao propósito e remetidos aos vínculos estabelecidos entre o nascer e morrer.
Propósito para termos um futuro que impulsione nosso presente, e vínculos porque não construímos destinos com carreira solo. Temos os que torcem incondicionalmente, os que aplaudem, os que invejam, os que são indiferentes, e aqueles que fazem acontecer junto. Todas essas interações na busca por um sentido, tornam-se vínculos.
É muito surreal achar que um propósito almejado e plantado ao longo de uma jornada linda e exaustiva, bem como os vínculos impagáveis que construímos ao longo deste percurso, aconteçam sem explicações ou justificativas. É muito raso acreditar que tudo faz parte de uma cadeia fria e evolutiva, com legados inteiros virando pó sem uma perpetuidade espiritual. Não se trata de apego, mas de sanidade.
Prefiro acreditar em um fio invisível que estabeleça conexões após nossa desmaterialização, que nos conecte aos nossos antepassados e tudo aquilo que absorvemos de aprendizado para uma encarnação mundana. Prefiro desacreditar que depois de tanta luta e troca, tenhamos que nos preparar para uma finitude, um desfecho vazio para os que partem e cruel para os que ficam.
A vida nos ensina o poder dos significados, e por isso buscamos um sentido para tudo. Eu imagino uma morte travestida de renascimento, um legado ativo das pessoas que tive a sorte de conviver, e uma consciência imortalizada para uma evolução espiritual. Se meus pensamentos são fruto de um delírio pessoal, porque existimos e aprendemos a amar tanto a vida quanto o próximo?
