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Ninguém gosta de ser condenado à prisão perpétua no meio de homens maus; no entanto, a condenação de Deus ao inferno é para todos aqueles que não gostam de entrar nas águas do batismo.
A pergunta referida por Jesus: como os hipócritas escaparão da condenação do inferno? Não se aplica àquilo que fogem de entrar na Casa de Deus, mas sim, de recusar a obediência à Palavra de Deus.
Parentes que se entregarem a Cristo não farão companhia ao diabo para a condenação eterna dada por Deus.
Peço a Deus sempre perdão pelos meus pecados, porque se não pedir, outro pedirá a minha alma para ser condenada com os demais.
Premidos de sono espiritual muitos serão acordados pela vergonha da alma durante a vida ou julgados pela condenação dos seus pecados após a morte.
Os grandes líderes dominadores e sanguinários do mundo serão levantados de suas sepulturas para a condenação eterna de suas almas ao Fogo Eterno, assim que Jesus voltar como o Rei dos reis, o Senhor dos senhores e o Cavaleiro Branco de Apocalipse.
A culpa petrifica mas a responsabilidade mobiliza a se reparar o erro. A culpa pode ser considerada uma auto-condenação sem perdão que justifica e muitas vezes reafirma que não existe nada mais a fazer mas enquanto não nos movimentarmos para amenizar o erro, não haverá diminuição da pena e muito menos absorvição. O inferno começa em vida para todo aquele que erra e não reconhece a culpa.
Aqueles que passivamente se humilham perante um erro, conseqüentemente perdem a liberdade e serão condenados pelo que não fizeram.
Não tolerar, julgar e condenar. A cada dia que passa eu descubro que esse é o jeito mais errado de fazer o que é certo, e o jeito mais certo de fazer o que é errado.
A condenação imposta aos outros após nossos julgamentos, tem mais influência negativa sobre quem julga, do que sobre quem é condenado.
Se formos avaliar o nível de heresias por condenações em concílios, o calvinismo é mais herético do que o pelagianismo, pois houve mais concílios que condenaram as doutrinas propostas pelo calvinismo do que condenaram o pelagianismo. As doutrinas calvinistas da predestinação, expiação limitada e graça irresistível foram condenadas ao longo da história.
Lucidio foi condenado pelo Concílio de Orange em 473, Concílio de Arles em 475 e Concílio de Orange II em 529.
Gottschalk (Gotteschalcus) foi condenado pelo Concílio em Mentz em 848 e no Concílio de Chiersey (Quiercy) em 849...
Esses concílios também são a voz da Ortodoxia, assim como foi Éfeso e Cartago, que condenaram o pelagianismo.
Em sua insanidade teológica o calvinismo afirma que o decreto de reprovação aconteceu na eternidade passada, ou seja, antes do pecado cometido ou qualquer ser humano ter nascido! Em outras palavras, foi condenação sumária e arbitrária para com os nãos eleitos.
