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Nunca poderemos dizer que estamos unidos no REINO de DEUS, se há competitividade, disputas, orgulho e etc; tudo isso é VAIDADE e não esqueçamos que a VAIDADE é a INIMIGA do espírito de equipe.
Não sou melhor que ninguém e ninguém é melhor que eu. Eu sou apenas eu, e é isso que importa. Pois cada um segui sua vida, ninguém vive pra ser melhor que ninguém, mas ser melhor do é.
A equipe vencedora não é aquela que ganha todos os jogos, mas a que luta unida até o fim, independentemente do resultado.
Precisar sempre estar mostrando que é melhor, que tem mais, seja talento ou bens materiais, é a maior prova de IMATURIDADE!
Quem tem MATURIDADE, é ciente dos seus valores, não precisa mostrar e nem provar nada a ninguém!
Numa competição, vence quem jogou melhor, entretanto, para alguns, vence quem tem o macumbeiro mais forte.
Hoje não é uma competição com a obrigação ser sempre melhor que ontem. Não coloque o peso da disputa no teu dia, apenas viva-o de forma leve, descontraída, grata e com a responsabilidade de estar vivendo um dia único.
A falta de gratidão promove o desenvolvimento da comparação e este paralelo comparativo geralmente leva à inveja, competição e toda a gama de sentimentos que culminam em lamentações, reclamações, sentimentos de falta, escassez e de precariedade.
Num mundo de pessoas tão competitivas e orgulhosas. Ser uma pessoa colaborativa e humilde é um grande desafio.
Se a educação for voltada ao desenvolvimento integral, permitindo que a criança reconheça sua verdadeira identidade, seu valor no mundo, suas capacidades, a importância da interação com o outro, e que não permita que se perpetue os maus hábitos que absorvemos de uma educação interesseira e competitiva, com certeza os conflitos não existirão.
Quando o relacionamento vira competição é melhor se dar por vencido e sair pela tangente antes que ambos se machuquem.
Tem algo de errado na felicidade de vocês dois
Tá querendo chamar atenção
Isso não é uma competição
Mas se fosse, me desculpe, mas ele seria
Medalha de prata
Um amorzin sem graça
Ele tenta, mas alguma coisa falta
Tornar a pessoa mais pessoa é um objetivo que a educação não pode perder de vista. Por isso, mais importante que o prestígio acadêmico é o amadurecimento humano, mais importante que a competição é a solidariedade, mais importante que a defesa da imagem é a cultura da justiça e da liberdade interior”.
"Quando entramos em uma competição, queremos ser o melhor. Mas nem sempre o resultado sai como o esperado. Mais não desanime. Se ganhar, parabéns, se não, parabéns também. A coisa mais importante, além da vitória e saber que deu o melhor de si"
Não quero viver a expectativa do impossível
Nem estagnar-me ao conceito de sorte,
Quero trilhar naquilo que é difícil
Onde a competição é para os fortes.
Nasci em 1990, na cidade de Salvador, no bairro de Nazaré, fui uma criança esperada e muito amada. Meu pai tinha adoração por mim, mas me foi arrancado muito depressa, não deixando em memória mais que duas lembranças de minha infância. Aprendi a ler com 2 anos de idade, através da minha mãe, que com toda paciência fazia colagens de letras em papel branco, recortadas de revistas no chão da sala. Enquanto isso, meu pai, motorista de carretas, passava o dia fora trabalhando, para levar o sustento da família.
Aos 4 anos, fui surpreendida com um fato que mudaria toda a minha existência. Meu pai almejando melhores condições de vida viajou conosco para o Mato Grosso com uma promessa de trabalho, que não se concretizou, e então na volta para a Bahia, em 1995, na cidade de Luz, em Minas Gerais, aconteceu um grave acidente: o ônibus em que estavamos retornando se chocou de frente com uma carreta desgovernada. Meu pai dormia em sua poltrona, sem o cinto de segurança, e foi arremessado, ficando preso entre as ferragens. Ficou em coma por 3 meses e voltou para casa sem andar e sem falar. A expectativa de cura dos médicos era 5 anos. Com o passar dos anos ele voltou a andar e falar, porém com graves seqüelas, perdeu a capacidade de raciocinar e memorizar os fatos, se tornou agressivo e inapto para trabalhar ou tomar decisões.
Cresci ouvindo de todos, as qualidades de meu pai, embora ele estivesse na mesma casa que eu aos cuidados de minha mãe, eu sentia falta de afeto. Principalmente nas fases de adolescência e pré adolescência. Eu era quieta, magra, desengonçada, dentuça, ingênua e uma das melhores alunas da classe. Fui vítima de bulling em três escolas.
Na vida da minha mãe se instalou um quadro de depressão, que se intensificou na minha passagem da adolescência para a vida adulta, surgindo uma competição e difícil convivência entre nós. A carência e a falta de estrutura contribuíram para que eu fosse mal sucedida em meu primeiro namoro sério, aos 17 anos, me tornei uma pessoa insegura, infeliz, adquiri um bloqueio, que me prejudicou nos anos seguintes, mesmo depois do término.
Garanto a você, que apesar de ter enfrentado muitos problemas, tirei lições que foram primordiais para alcançar a maturidade.
A doença do mundo moderno que acomete a humanidade é que o ser humano se sente na necessidade de se auto afirmar todos os dias , não pra ele próprio , mas , para os outros expectadores e quando ele não consegue expor isso de forma que se sinta pleno , ele é destruído pelas próprias frustrações..
Não gosto
de discutir política e
muito menos futebol.
Cada um tem o seu time
e sua preferência nacional.
Já perdi muitos amigos
e vi amigos se perdendo.
Respeito a opinião
de cada um.
Afinal,
que graça teria,
se não houvesse
competição.
