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Sabedoria
Sentir tudo,
Antes de precindir,
Os absurdos,
Que estamos a refletir.
Dando nomes,
E identificando,
Pois tudo um dia some,
Até nós que estamos vagando.
Pela vida,
Somos só pretexto,
De conhecimento.
Pois viver de forma sabida,
Pra mim é só argumento.
No gesto,
Uma oração.
No verso,
Eis a questão.
Me empresto,
A uma doação,
De alguém que ingressa,
E usa minhas mãos,
Pra trazer,
Para a vida,
O fazer,
Do seu viver,
Aonde estás,
Pode ser um poeta,
Ou até mais,
Um atleta,
Ou o próprio criador.
Que deseja expor.
Algo de útil,
Para alguém,
Me mostrando,
Que não sou dono,
de nada.
E no abandono,
Sou só mais uma,
Alma penada.
A vagar e escrever,
Algo em algum lugar...
Raridade,
Acordar de noite,
Assustar alguém,
Trabalhar com foice,
Ou falar do além,
Pensar na morte,
Planejar a vida,
Achar a sorte,
Fazer corrida,
Querer fazer,
Algo pra mim,
Então vou ler,
Até o fim.
Só pra querer,
Me afastar,
Desse saber,
De maltratar,
Algo ou alguém,
Gosto de ser bom.
Fazer o bem.
Até no som.
Penso escolher,
A comida tem outro gosto,
Da até pra ver,
Alguém mais querer.
De tão boa.
Que vem a ser,
O tempo voa,
Parece ser,
Uma canoa,
A em alto mar,
Perco todas as coroas,
Enquanto não encontrar,
A essência,
O ser,
A paciência,
A envolver,
E ser a paz.
Também a calma.
Tudo isso traz.
Os traumas.
Escondidos,
Dentro de mim,
Por isso;
Vou perdido,
Mas vou até o
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Um dia,
Querendo viver,
Só pra entender,
Onde está você?
Se tem alegria,
Desejo saber,
Pois viver de magia,
Nos faz compreender.
O valor da vida,
E da amizade,
Uma ação atrevida,
Que foi de verdade.
Tudo pra poder,
Só saber,
Onde está.
Você.
Amor, tolerância e humildade.
São palavras,
Que representam a verdade.
E a liberdade.
Do dito fim,
De toda maldade.
Que vive em mim.
Criando alarde.
No planeta terra,
O infeliz duelo.
Que agora se encerra,
Dando passagem pro belo.
E necessário resplendor.
Grande luz que alivia.
E a tudo contagia.
É o infinito criador.
Que nos presenteia.
Com sua essência,
E desencadeia,
Essa permanência.
Do Valente e da guerra.
Todo mundo sente.
O quanto isso emperra.
Por que alguém mente.
Deixa de lado a verdade,
Pra levar vantagem.
Perdendo-se da caridade.
Disfarçando de bondade,
Tudo o que podemos fazer,
Em nossas orações,
É pedir para engrandecer,
As libertações.
Da natureza,
Dos animais.
Pois nossa pobreza.
Vem desse alcatraz.
E que também liberte,
O mundo e as pessoas.
E que isso alerte.
Quanto eco isso ressoa.
Pelo universo,
Parece inacreditável.
Nesse simples verso.
A explicação do inadiável.
Duelo da luz,
E das sombras.
Muitos com Jesus,
A ver suas pombas.
Símbolo de paz.
Enquanto do outro lado.
Não aguentam mais.
Estão desesperados.
Sem saber o que fazer.
Como evitar,
A força da união.
Que vem pra limpar.
Na oração.
Que ressoa por toda parte,
Informando.
Isso não é uma disputa de poder,
É só,
Pelo direito de tudo,
viver.
Não existe banquete sem trabalho
Não existe trabalho sem doação
Não existe doação sem intenção
Um por todos e todos por um
Te faço um cafuné quando tu for dormir
Te dou café quando se levantar
Dou comida na boca
Mato a tua sede
Armo a minha rede
E vou te balançar
Agora, com a visão do meu filho, Thomas, nossa atenção está focada na sustentabilidade e em evitar o desperdício de comida. Nosso mundo está sofrendo, e nós, como chefs, precisamos fazer a nossa parte.
A miséria não é da natureza. Os animais, como regra, são solidários entre si. Por que os homens admitem a pobreza extrema, a morte de crianças por inanição, criaturas a revirar lixeiras para continuarem a respirar mais um dia na vida? É certo que não há falta de comida: há ausência de amor.
Que saudades
De me sentar a lareira
Quando era criança
De andar de trancinhas
De pular a corda
E comer estas migas doces
Como a minha avó fazia
Que saudades 🌹
Sabor da vida
Viva o azeite na panela
O chorar da cebola
A salada na tigela
Viva a batata amassada
O cheiro do cheiro-verde
O gosto azedoce da limonada
Salve salve a sálvia, a salsa, o açafrão
Vida longa pra quem manja o manjar
Saúde pra quem come com o coração
Quem esquece de uma cuca
Do bolo de chocolate
Dos bolinhos de chuva
Bom é o cheiro de açúcar caramelado
A surpresa que vem do forno
O aroma do pão assado
Cozinhar é a arte entre os dedos
É amar cada sabor
E saborear cada desejo
"Se o viver para o maldoso é a comida que lhe causa grande peso no orçamento, para o sensato, o peso maior é a sua falta de compaixão."
Felicidade é Toque Íntimo
Procurar a felicidade em terreno que não lhe pertence,
É como construir um edifício, tendo o dom de cozinhar.
Você pode até sentir o cheiro bom,
Mas não é comida à moda para o seu paladar.
Felicidade é toque íntimo, subjetivo.
Pode ser compartilhada e até mesmo doada,
Porém jamais imputada para quem não sabe
Um sorriso emprestar.
E quem pensa que um sorriso não se empresta,
Vive na penúria da miséria,
Por não saber das belezas na vida contemplar.
Nunca viu a graça da natureza,
A força da grandeza de um Deus a nos amar.
Nunca sentiu o colo de uma mãe,
Nem entendeu as suas palavras, meigas ou severas,
Prontas para nos educar.
Nunca prestou atenção às músicas dos pássaros,
Das brincadeiras de menino,
Das cantigas de rodas e de tudo que faz moda
Pro coração se emocionar.
E a felicidade segue o seu rumo, humilde e faceira,
Procurando quem a queira,
Feliz, jogada às lutas, trincheiras,
De quem sabe de dentro se olhar.
Só quem encontra a real felicidade,
É quem reconhece a felicidade em si
E nunca em outro lugar.
Compartilhar a refeição com alguém eleva a alimentação de um processo mecânico de abastecer o corpo a um ritual de família e comunidade, da mera biologia animal a um ato de cultura.
Se tenho vontade de tomar Coca-Cola
Pra você eu não ligo
Pra dieta não dou bola
Chega de punição que extrapola
Chega de comer feito esmola
Tem gente com medo da gordice e se isola
Eu aproveito a vida de boa
Devoro tudo que revigora
Sem demora, no lanche da escola nada de granola
E os jovens curtem os doces trazidos de sacola
É contagioso a alegria de quem degusta a carambola
Dá nojinho de quem por comida me amola
É daora, seja feliz e rebola
Coma o que quiser e não enrola
Doces e salgados, vale tudo ser gabola
Adoro todas delícias
Baby, deixe pra reclamar outra hora
Eu tenho um abraço pra te dar
Cê quer que eu leve aí ou você vem aqui buscar?
Te prometo não te prometer nada
Não tem sentido te dar casa, comida, e roupa lavada
Se faltar amor
Assim como o cordeiro pascal era uma refeição a ser comida após o sangue marcar os umbrais das casas, Jesus, como Cordeiro de Deus e Pão vivo que veio do céu, também deve nos alimentar diariamente, após sermos justificados pelo sangue derramado por sua imolação na cruz.
